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A suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amado.
- Vitor Hugo
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Acordei com bondosos raios de sol no meu rosto que atravessava o vidro da janela com pequenas gotas de chuva escorrendo. Era uma bela manhã de domingo. Me espreguiço e olho para o lado à procura de minha esposa e não à encontro. Sinto um leve aroma de café no ar, e antes que me levanto a porta do quarto se abre e vejo Beatriz trazendo uma bandeja cheias de guloseimas. Era o nosso café da manhã. Ela amava tomar café na cama comigo.
- Bom dia meu amor! - disse ela com um belo sorriso no rosto. Ela estava com o cabelo em forma de um cock com algumas mechas soltas de uma forma tão singular. Seus cabelos eram negros e sua pele clara como a neve. Ela ainda vestia sua camisola branca e estava com suas pantufas.
- Bom dia minha flor! - respondi entusiasmado.
- Aqui o nosso café! - disse ela colocando a bandeja na mesinha de apoio em cima da cama.
- O que seria de mim sem você?
- Não sei. Talvez um deserdado homem que mora em lugar nenhum e que morre de fome se não lhe fazerem comida. - brincou.
- Isso não é verdade. Sempre que posso eu encho o seu bucho com minha comida deliciosa.
- Sou obrigada a confessar que sim.
Dei um longo beijo em sua boceja e começamos a comer.
- Que bolo delicioso! - disse eu agradecido e ainda mastigando o pedaço do bolo.
- Já falei pra você não falar de boca cheia! - ela me advertiu.
- Não tem como falar de boca vazia, sempre tem algo dentro dela. - falei abrindo ao máximo minha boca ainda cheia, provocando-a.
- Seu nojento! - ela riu e meu deu um leve tapa nas costas.
- Tá parei.
- Seu bobo.
- Que dia maravilhoso! - disse levantando da cama. - Um ótimo dia pra de passar a beira mar. O que acha?
- Excelente idéia!
Após o café da manhã ficamos deitados curtindo aquela deliciosa manhã. Entre risos e conversas aquele era um momento que nunca queria que acabasse.
Eu odiava domingos, mas depois que Beatriz entrou na minha vida o meus dias ganharam mais cores e os domingos um novo significado.
- Amor? - ela chamou.
- Oi?
- Você me ama?
- Claro que amo. Nunca amei ninguém como eu te amo. O que sinto por você é algo tão forte que não sei descrever.
- Ama mesmo? - ela retrucou.
- Claro que amo. Por que pergunta?
- Por nada. OLHA ISSO! - ela se levantou repentinamente de joelhos ficando de frente pra mim com um sorriso malicioso e segurando o seu pulso direito impedindo sua mão de chegar perto de mim com a intenção de me fazer cócegas. E antes que eu conseguisse fugir ela pulou em cima de mim e com suas mãos e começou a me fazer cócegas!
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Insuficiente
Short StoryO que acontece depois de se alcançar a Felicidade? Sentir e aproveita-la ao máximo? Ela é passageira ou contínua? E se mesmo sentindo-a por que ainda temos medo? São essas as indagações que o protagonista desse envolvente conto se vê obrigado à res...
