P R Ó L O G O

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E la estava ela novamente em seu corpete bastante apertado e seu semblante frio. Eu nunca vi pessoa mais petulante e insensível em todo Vale como a Lizzy Bennett.

"Boa Noite à todos, quero brindar ao casamento de meu filho William Henry Mendes, com uma linda dama, Lydia Rosaline Bennett!" Minha mãe fala se levantando fazendo todos levantarem, e assim começar com aquela punheta familiar, saco.

Observo que Lizzy continua a saborear sua sopa enquanto todos estão se divertindo animadamente, ela está sempre em seu mundinho cheio de baboseiras onde aquele cretino do Hamilton Nash Grier pede ela em casamento e eles fogem formando uma linda história de amor, patético.

"Bem... Hoje é aniversário da nossa filha caçula, Elisabeth, e queremos fazer um grande baile em sua homenagem. Porém, ela já está na hora de se casar, por isso, vamos chamar todos os jovens de bom grado - e solteiros - para tentarmos casa-la com algum deles!" MEU DEUS

Vejo Lizzy revirar os olhos e sussurrar babaquice pelos seus lábios entreabertos, em uma cor temperly london.

"Bem... Queria me dar a voz neste momento tão harmonioso entre nossas famílias" Lizzy levanta-se ajustando seu lindo vestido, que veio em mente, pertencer a uma de suas irmãs mais velhas por conta do grande decote, que deixa seus seios médios e fartos amostra.

"Eu sou tímida, como todos perceberam, mas não tola. Não los julgo por serem criaturas tão desumanas ao ponto de casar sua própria filha em trocas de cargos ou fundos legislativos" ela fala atentamente, e friamente em direção ao pai, mas em seguida olha para ambos "Mesmo vocês fazendo essa merda toda, eu nunca irei trocar minhas facas, armas, e lutas por um homem que só quer me saborear e me fazer uma mulher infeliz. Então, boa noite querida família, curtam bem este humilhante jantar... Porque para mim, já deu." E la estava ela nervosa, com suas bochechas coradas e sua respiração alavancada, mantendo um semblante duro e magoado, indo em direção a um dos quartos na nossa casa.

Bem, eu nunca lhe falei uma palavra. Eu tenho um certo medo em levar um simples não em tentar pedi-la em namoro. Tenho um certo anseio em não ser bom o suficiente, o que é estranho por eu ser o jovem com a herança de mais de 100 mil libras e ser o mais desejado, modéstia parte é claro.

Mas a pequena e grande Elisabeth Marie Bennet não é daquelas que eu fico em bailes e pequenas festas, ela não se importa com status econômicos, ela acredita no amor, e eu também. Eu poderia tomar atitude e dizer o quanto gosto dela, mas apenas trocamos um Olá. E também tem aquele merda do Grier, embora eu seja um dos poucos que sabe deste caso, eu ainda quero mata-lo.

Lizzy é uma aluna exemplar, embora queira debater demais sobre seus direitos e empoderamentos femininos. O que eu acho muito sexy e gracioso, o modo como ela articula querendo se defender de tudo e todos, como ela os venera penetrando seus olhos castanhos e raivosos em sua vítima. De longe, ela é a pessoa que quero passar o resto da minha vida, mas talvez ela nem saiba que eu existo, literalmente.

"Filho, poderia ir para os seus aposentos? Preciso ter uma conversa em particular com os Bennett's" Saio e vou ao encontro do meu quarto, quando o abro, vejo uma das criaturas mais frias, chorar em minha cama, ensopando o meu travesseiro.

"Oh me desculpe, eu juro que eu saio, já sai, você está vendo um fantasma meu aqui eu..." Ela fala rápido enquanto trançava seu corpete novamente, e colocava seus sapatos.

"Eu ordeno-lhe que pare." Meu deus, por que eu sou tão idiota? Uns belos socos e um tapa na cara, eu estava merecendo isso.

E então ela olhou-me com suas sobrancelha arqueada com um olhar extremamente sexy e debochado perante a mim, aquela hora, eu só queria foder-la e ouvir seus gemidos encravados no meu nome, e bem, uma coisa impossível.

"Digo... Apenas pare, por gentileza sua, se quiser..." Ela da um sorriso afetado e caminha em direção a mim erguendo suas mãos.

"Peço perdão perante a lei, capitão." Lizzy brinca e depois senta-lhe em minha cama "Me desculpa Shawn, estou magoada com tudo isso, sabe como é, vocês dizem que eu tenho um sexo frágil e meu sistema nervoso operacional foi afetado e conjugado a fazer coisas estupidas, tipo chorar!"

"Vocês falam? Nunca falei nada tão idiota quanto a isso, afinal você esta falando com um homem que apoia os direitos das mulheres em nosso cotidiano!"

"Não falo com um homem, falo com um garoto."

Eu posso até ser um garoto agora, mas eu sei que vou ser um homem para você, Elisabeth Bennett.

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⏰ Última actualización: Dec 12, 2016 ⏰

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