Este texto foi reescrito, por falta de incoerência e furos na questão histórica.
O inicio da Primeira Grande Guerra foi em agosto de 1914, marcado pelo ataque alemão vindo através de Bélgica em direção à França, ataque este que foi repelido aos arredores de Paris, por tropas britânicas e francesas, na primeira Batalha do Marne.
Os atritos entre os países em meio à guerra foram intensificados quando ocorrido o atentado a Sarajevo em 28 de junho de 1914, em que foram assassinados o Arquiduque Francisco Fernando e sua esposa Duquesa Sofia de Hohenberg.
Na fronteira entra a França e a Bélgica, como nenhum lado queria ceder terreno, então se criaram extensos sistemas de trincheiras fortificadas, estendendo-se desde o litoral do Canal da Mancha até as fronteiras suíças, totalizando cerca de 40.000 km de trincheiras, o espaço que existia entre as trincheiras inimigas e aliadas foi nomeado de No Man's Land, era o espaço de confronto entre eles, lá fora cadáveres e lama, nada existia, era comum morrem soldados enviados a este local, principalmente por lá não haver nenhum tipo de cobertura contra artilharia, caso o inimigo decidisse abrir fogo você só teria uma escolha, se atirar na lama ou em um buraco de uma bomba e rezar para não ser atingido ou encontrado por um inimigo.
Estima-se que cerca de 70 milhões de soldados tenham morrido na Primeira Guerra Mundial, estes que por fim só se tornaram estatísticas. Porém, eu já não tenho essa visão, eu entendo o que a guerra trouxe, a dor das famílias, os traumas, as doenças. Por conta disso decido dedicar essa história fictícia a esses bravos soldados que morreram em nome de suas pátrias.
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As Trincheiras Ainda Contam Histórias
Historical FictionAs trincheiras ainda tem muito a nos contar, principalmente no que se refere aos inumeros guerreiros que morreram por suas pátrias.
