Prólogo

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O MUNDO NÃO É MAIS O QUE CONHECEMOS, e nem sei se um dia vai voltar a ser.

A humanidade já estava desenvolvida, robôs, carros voadores, casas controladas via relógio ou celular, celular 3D, chuveiro com shampoo e condicionador e secador, prédios flutuantes, armas, bombas núcleares, guerras. Coitado de nós, pensávamos que podíamos guerrear uns contra os outros. Temos um grande poder para autodestruição. A guerra é silenciosa, começa pequena, nos lugares pobres, e vai destruindo todos a medida que se metem. A culpa toda é nossa. Os seres humanos, achamos que somos inteligentes, mas se fossemos mesmo não nos envolveriam os com a guerra.

Guerras e epidemias, destruíram 50% da população mundial.
Surgiu Finnley, um país em mudança, o país mais desenvolvido, porque não se envolveu nas guerras, deixou que destruissem uns aos outros, e criou uma muralha contra os inimigos e uma proteção, que tinha função de proteger das doenças e ser uma camada de ozônio. Quem nasceu lá, os ricos, tornaram-se os nobres, os pobres, a mão de obra. De republica à monarquia. Os rei, no começo tudo é um mar de rosas, a medida que outros reis foram assumindo foram ficando mais e mais cruéis, eles não ligam para o povo apenas para o bem-estar do nobres. Nobres que ficam de boca calada, e fingem não ver o o que aquela monarquia faz, mas nem mesmo os nobres estão livres de serem castigados por falar o que não deviam. Escravos que falam ou fazem algo contra a monarquia, são mortos na hora.

Os escravos tem suas cidades divididas, cada cidade tem a função de fornecer algo às cidades de nobres. Se você nasceu em uma cidade não pode ir para outra, vai viver e trabalhar até morrer na sua cidade.
Finnley ficou ainda mais rico, roubou todos os paises que estavam fracos por causa das guerras, roubou ouro, e fez as pessoas de escravas. Ainda faz isso até hoje.

Nos tornamos o que mais temiamos.

A Princesa RebeldeStories to obsess over. Discover now