Olha minha gente finalmente decidi escreve meu livro estou muito nervosa porque è um momento muito especial. Bom quem ja publicou sabe oque estou falando.
Enfim eu não sou uma profissional, porém espero que goste da história bjs!
Nunca tive medo da morte e nem do escuro sempre pensei que eles fizessem parte da vida e que um dia ia chegar esses momentos, minha mãe sempre dizia que eu era uma menina muito corajosa e que eu ia longe assim, porém sempre ria quando ela falava isso "eu corajosa ate parece mau consigo levantar a mão na aula pra pedir permissão pra ir ao banheiro " eu não tinha amigos vivia sempre sozinha ate conversava com as pessoas da escola, mas sem compromisso.
Me sentia diferente gostava de ler livros aventureiros, escrever roteiros que eu provavelmente ria e sem falar das minhas roupas, tipo meia calça colorida, sai curta, ou um vestidinho, pulsa de manga e uma bota, pois è ridículo eu sei as minhas primas dizem que eu pareço de outro planeta mais eu gosto do meu estilo me sinto bem.
Nunca tive um namorado e pra falar a verdade nem pretendo ter, sou bem ante social e isso me faz um pouco inferior as outras pessoas.
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Mais um dia e eu morrendo de preguiça tenho que levantar pra ir pra escola, minha mãe com certeza preparando o café e meu pai lendo seu jornal na cozinha. "rotina chataaa"
- bom dia filha!
- bom dia mãe e pai!
- como passou a noite? Perguntou meu pai sem tira os olhos do jornal.
- bem pai e o senhor?
- bem também!
- prontinho filha fiz seu café pode comer!
Minha mãe sempre foi muito amorosa e aquilo me alegrava muito e ainda mais quando ela preparava meu café.
Chegar na escola era um tormento principalmente no refeitório, eu sempre almoçava com o grupo das ti- lides! (Ha não! Eu não fazia parte, até parece, na verdade como eu era boa em física e elas davam aqueles saltos e pulos que so de olhar cansa, eu ajudava elas pra não errar na hora do jogo, mas elas não eram minhas amigas pra ser bem sincera eu odeio elas).
Aquele dia passou muito rápido mais que o normal, cheguei em casa meu pai ainda trabalhando, ele era engenheiro civil então passava o dia inteiro na obra e minha mãe professora de português, ela trabalhava na parte da tarde e so voltava de noite, as vezes junto com meu pai. Eu ficava sozinha no entanto oque era um pouco chato, gostaria de ter uma irmã ou irmão, mas meus pais sempre diziam que eles ja estavam muito felizes comigo, e eu também não iria gostar de ter alguem mexendo nas minhas coisas.
Preparei alguma coisa pra comer e fui pro meu quanto sempre me imaginei vivendo aventuras por ai principalmente escalando montanhas mais eu sabia que era um sonho impossível e também meu pai surtaria se eu contasse isso a ele. Ele era um tipo de pai muito protetor pra vc ter noção eu so fui aprender a andar de bicicleta ao 12 anos e ainda tive que assistir um monte de vídeos de como pedalar, não foi facil mais aprendi.
Fui dormi cedo estava um pouco cansada e como amanhã e sábado poderia dormi até mais tarde (sqñ) minha mãe ia sempre ao clube no sábado de manha la ela encontrava as suas amigas e ficavam falando muito oque me irritava.
- você esta bem filha?
- claro mãe.
Mais è claro que não estava bem, porém não queria mágoa-la.
- mãe porque tenho que vir aqui se eu nem gosto de esportes?
- olha filha eu sei que isso è chato e entediante pra você, mas eu também não posso te deixa em casa sozinha, eu me preocupo com você. Ela tava me olhando com aqueles olhos de piedade( eu odiava isso).
- mais mãe eu não me preocupo em ficar sozinha e além do mais isso me faz pensar um pouco na vida.
- ta vendo Luna, è disso que estou falando, não quero que você finque preocupada assim com a vida na verdade oque eu queria era que você se distrai-se um pouco com alguma coisa! Seila um namorado talvez.
Não ela não disse isso "namorado" que ridículo minha mãe falando isso, vou fingir que não escutei.
A tarde foi horrível, minha mãe ficou conversando com suas amigas bla bla bla bla... E eu escutando e acenado com a cabeça interessantíssimo #sqñ.
Indo pro estacionamento com a minha mãe ( a parte mais legal do passeio)
- ai filha eu esqueci as chaves no armário do clube!
- não acredito mãe, bom vai la busca que eu fico aqui! "Ja que não tem outra opção".
Minha mãe desastrada era so oque faltava!
- oi?
-Oi!
- algum problema?
- não, è que a minha mãe esqueceu a chave la no clube e eu estou aqui esperando. Quem era aquele garoto e de onde ele saiu?
- assim, sei bem como è.
Sorrimos juntos
- bom meu nome è Pedro e o seu?
- Luna muito prazer. Demos as mãos.
- filha ja achei vamos?
- mãe esse è o, Pedro, e, Pedro, essa è a minha mãe Adriana!
- prazer. Disse a minha mãe meio tímida
- o prazer è todo meu senhora.
O clima ficou meio tenso
- è mãe vamos porque eu tenho lição de casa pra fazer!
- vamos sim filha seu pai deve esta esperando.
- tchau Pedro foi um prazer te conhecer! Eu nem sei porque disse isso, até porque foi è estranho.
- igualmente as duas.
Assim que entramos no carro e saímos do estacionamento a minha mãe começou com o interrogatório pra variar
- vc ja o conhecia filha?
- claro... Que não!
- tem certeza? Porque ele è uma gracinha.
- serio mãe então pegar pra você!
- oque foi filha porque esta tão mal humorada?
- porque mãe? Porque eu ja não aguento mais essa vida de nada!
- vida de nada como assim?
- mãe eu não faço nada da vida sempre a mesma coisa e isso me irrita muito. De verdade ja estou cansada da mesma rotina.
- bom e porque você não faz alguma coisa diferente como ir ao shopping com as amigas ou praticar algum esporte?
- sério mãe? Sério mesmo? Vc mais que ninguém sabe que eu não tenho amigas e odeio esporte, e quer saber não quero mais falar disso vamos logo pra casa to cansada!
Ela nunca vai me entender e eu nem quero explicar nada, mais um dia vou fazer tudo que tenho vontade nem que seja a última coisa que faço na vida.
È Mãe da Luna è uma peça rsrs
Espero que vocês tenham gostado desse primeiro capitulo, votem e deixem seus comentários, ficarei ansiosa pra lerem bjs.
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Um Pedido
Teen FictionLuna è uma jovem bem tímida, porém muito sonhadora e uns dos seus sonhos sempre foi conhecer as montanhas mais como não tinha recursos ficava só nos sonhos. Ela vivia com os pais era filha única então se sentia sozinha muitas vezes, pois não tinha a...
