Foi vencida, levada para uma casa de prostituição aonde conhece o herdeiro do imperio Vortex. O chefe da boate a manda seduzir, o homem e ela o faz o fazendo se apaixonar mais o que ela não esperava é se apaixonar pelo herdeiro.
Anelise Green
- Esta tudo bem Ana? - Perguntou Lea atrás de mim.
- Sim - Digo olhando o meu reflexo no espelho o meu cabelo castanho estava escondido numa piruca vermelha.
- Vamos, esta na hora.
- Durante mais quanto tempo vamos suportar, eu não aguento mais trabalhar aqui nesta maldita boate. - Disse a fitando
- Estamos presas aqui, e ninguém nos vai ajudar.
- Eu sei mas, eu não vou continuar aqui.- Digo e a porta é aberta por aquele homem que desgraçou as nossas vidas e nos condenou a tudo isso.
- Andem logo que já vamos abrir. - Disse o Hugo e nós nos levantamos saindo do quarto aonde durmiamos eramos no total dezasseis, presas e obrigadas a trabalhar como prostitutas.
- Não preciso dizer que não devem abrir a boca com ninguém sobre nada.- Disse e nós assentimos. A um ano fui vendida e traga para aqui, presa dentro destas paredes nem mesmo sei aonde somos feitas prisioneiras.
- Eu não sei quanto tempo vou suportar.
- O suficiente. - Disse Lea - Se não quisermos morrer, teremos que aceitar. - Disse se afastando seguindo para o seu cliente habitual. Um homem velho e gordo que vinha quase todas as noites, Lea o fazia beber até adormecer na cadeira. Me dirijo ao balcão aonde sou recebida por um sorriso doce de Jake.
- Oi Jake
- Oi, hoje ficas por aqui?
- Como todas as noites - Digo lhe dando um sorriso fraco, Jake era um grande amigo tal como todos os outros não sabia que eramos feitas prisioneiras. Me magoava pensar que...
- Ana esta tudo bem? - Perguntou me fitando.
- Sim nos vemos - Disse saindo com a bandeja quando esbarro em alguém derrubando toda a bebida em cima da minha vitima. - Me desculpe - Disse me afastando quando sinto as mãos nojentas do Hugo em cima de mim.
- Olha o que você fez sua estupida.
- Esta me machucando. - Digo tentando me soltar.
- Cale a boca!
— Ei — Ouso a voz rouca e firme— Ela disse que a esta machucando, largue-a — Eu fito o homem diante de mim era alto corpo, cabelos castanhos alourados no seu rosto trazia uma barba por fazer e olhos verdes, tinha os dentes serrados e o maxilar rígido na sua camisa azul clara havia uma enorme mancha. — Não me ouviu...
— Quem você pensa que é?
— O cliente a quem ela derrubou as bebidas, acho que eu estou no direito de me resolver com ela, mas se voltares a machuca-la as consequências seram graves — Disse sério Hugo o fitava atentamente até que sinto as suas mãos me soltarem.
- Depois resolvemos isso! - Disse e se afastou.
- Estas bem?- Ouso a sua voz atrás de mim, me viro e os meus olhos se prendem no seu olhar.
- Si...sim... Me desculpa.
- Tudo bem - disse sorrindo - Digamos que eu também não gostava desta camisa. - Disse e eu sorri ele parou de rir me fitando, eu parei instantaneamente sentido o meu rosto corar.
- Me desculpe...- Eu disse
- Porquê? - Perguntou erguendo as sobracelhas.
- Pelas bebidas, com licença - Digo me afastando quando sinto as suas mãos em mim o seu toque era quente, diferente dos outros homens daquele lugar.
- Espera. - Disse me olhando com aqueles olhos tão verdes e eu desviei o olhar ele levou as mãos até o meu queixo me fazendo encara-lo.
- Ana preciso que me ajudes aqui - Disse Lea surgindo entre nós quebrando aquele contacto visual me puxando dali - Esta tudo bem? - Perguntou Lea ao meu lado. - O que aconteceu ali?
- Não foi nada, esta tudo bem. - Digo
- O Hugo vem para cá - Disse e o vejo se aproximar.
- Ana me acompanhe. - Disse seguindo para o escritório, olhei para Lea e segui o acompanhado.
- Porque... - A minha fala foi calada pelo tapa que ele me deu, levei a mão ao rosto sentindo aquela sensação de ardência e queimação.
- Creio eu que sabes porque o fiz - Disse se sentando - Querida Ana. Parece que a tua estadia aqui terminou - Ele disse e uma chama de esperança e medo se acendeu no meu peito.
- Vai me soltar? - Pergunto e ele sorri
- Soltar? Foi isso mesmo que você achou? - Perguntou se levantando vindo até mim - Soltar você Ana - Disse atras de mim - Não. - Disse ele me fitando - Pelo bem ou pelo mal foste tu a escolhida.
- Escolhida pra quê? - Questionei sentindo o medo tomar conta de mim.
Ele sorriu. - Tão bela e tão perigosa - Disse acariciando o meu rosto e eu me afastei.
- Tire as suas mãos de cima de mim. - Indaguei.
- Sem duvida não me arrependo de te ter comprado aos teus pais - Disse e eu o fitei com odio.
- Eles nunca o fariam. - Digo mais pra mim mesma eu precisava acreditar naquilo.
- Desde ali sempre soube que me serias útil.
- O que te faz crer que eu o vou fazer.
- Tu bela Ana iras seduzir Oliver Queen em troca da tua tão preciosa liberdade - Disse.
- Eu... O quê?
- Não me faças repetir. Oliver Queen pela tua liberdade. - Disse se sentando.
- Porquê? O que vocês querem com ele?
- Isso não te interessa. Afinal tu nem o conheces. - Disse sério.
- Se eu aceitar, o que me garante a minha liberdade? - Pergunto e ele me olhou nos olhos.
- A minha palavra. Sim ou não Anelise? - Senti o meu corpo extremesser a minha liberdade estava ali numa única palavra.
- Sim... Eu aceito. - Digo e ele sorri vitorioso.
- Sempre soube que eras inteligente - Disse e dois seguranças entraram na sala me segurando pelo braço.
- O quê? Larguem-me!
- Levem-na - Disse.
- Como assim... - Questionei assustada - Nós temos um acordo. - Ele se levantou caminhando até mim erguendo o meu rosto.
- Levem-na.
- Não Hugo! - Gritei quando aqueles homens me levaram da sala. Os olhos de todos na boate estavam sobre mim, fitei a Lea os seus olhos estavam num misto de surpresa, horror e aflição.
- Ana! - Gritou
- Lea! - Gritei de volta quando o meu rosto foi coberto e eu não vi mas nada. Senti me jogarem para dentro de um carro. - Pra onde me estão a levar? - Eles tiraram o capus do meu rosto e precionaram um lenço contra o meu naris, o cheiro forte invadia os meus pulmões. Tentei rebater, tentei lutar, sentia o meu corpo desvanecer e depois escuridão.
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Entre a espada e a parede
RomanceAnelise terá que escolhe entre a sua liberdade ou o amor que sente por Oliver Queen.
