John Spencer: O que posso fazer por si?
Clara Taylor: Foi o senhor que investigou o caso de Mary Scholes certo?
John Spencer: Sim, mas já foi a uns anos atrás.
Clara: Sim, eu sei. Mas o caso está arquivado, devido a falta de provas.
John: Exacto, eu não podia fazer nada, mas afinal porque veio me perguntar isso?
Clara: Eu era a melhor amiga de Mary, era como uma irmã para mim, ainda estou incrédula com a morte dela.
John: O caso arquivou porque de certo, colocaram a hipótese que terá sido um suicídio.
Clara: Não creio, ela estava feliz, estava prestes a casar.
John: Casar?!? A família dela afirmou que ela nunca namorou.
Clara: Era só a mim que ela contava, ela tinha medo que os pais fossem contra isso. Normal, ele já tinha cadastro e era vigiado pela polícia.
John: Qual o nome dele?
Clara: Bray Urman, penso eu.
John: procura nos arquivos e abre uma capa com nomes de homens presos pela polícia.* - Hmm, está aqui. Ele foi preso a pouco dias, por conduzir alcoolizado.
Clara: Ele jamais superou a morte dela. Eu quero que descubram quem está por detrás disto.
John: Faremos os possíveis, entraremos em contacto.
John: Preciso de falar com o Bray, tragam-no até ao meu escritório. * diz para os seus guardas*
Bray: Porque me trouxeram para aqui?
John: Senta imediatamente.
Bray: olha para a parede* Proibido fumar? *ri* quem me dera ter um cigarro.
John: Se tivesse um cigarro, servia apenas para marcar o seu corpo como aconteceu com Mary.
Bray: fica sério e respira rápido* Está desconfiando de mim de novo?
John: Nunca deixei de desconfiar. *levanta-se e mostra as fotos do corpo de Mary a ele* Olha para o corpo dela, porquê essa vontade assustadora de a matar?
Bray: * irritado* eu não a matei.
John: Então quem foi? Quem mais poderia ser?
Bray: Eu e a Mary estávamos noivos, eu não a mataria por nada. Não ganhava nada com isso. *irritado*
John: Mas e se ganhasse a mataria?
Bray: Não.
John: Então porque a matou?
Bray: levanta-se irritado* EU NÃO A MATEI.
John: muito bem, já chega por hoje.
Bray: Eu a queria ao meu lado agora.
John: Levem-no.
Batem a porta*
John: entre.
Agente: está aqui a irmã de Mary Scholes.
John: manda ela entrar.
Sophia: Boa Tarde, como está?
John: Bem e a senhora?
Sophia: ai! um dia depois do outro, mas tudo igual.
John: creio que veio falar sobre sua irmã, pobre garota.
Sophia: nunca me acostumei a cama vazia, ao cheiro de um armário coberto de roupa e fechado, e de um silêncio de todas as manhãs, quando antes se ouvia um tal acordar com um olá matinal, ela era o sorriso dos nossos dias, e continua a ser.
John: compreendo, mas preciso de reviver o passado para achar algumas provas que possam ajudar o caso.
Sophia: por isso mesmo eu trouxe esta carta, veja.
" A partir de hoje, eu não sei como vou aguentar isto, a pressão, a gravidez, os amigos separados, o meu casamento e tudo o que faz uma família feliz. Tenho saudades do tempo em que nada era pressionado, aí eu era ainda criança, inocente como ambas, mas hoje eu creio que nunca fui inocente assim, sempre quis ter a minha adolescência mais cedo do que deveria ter, por isso sou mulher mais forte."
John: fascina-me a maneira de ela escrever, parecia que estava contra todas as vontades.
Sophia: a nossa mãe nunca soube destas cartas, eu as guardei.
John: posso ficar com ela?
Sophia: claro.
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O Assassinato De Mary Scholes
Mystery / ThrillerCriar expectativas irá ser um método para achar o fim de um mistério. Um dos mais curiosos e assustadores assassinatos, que tirou a vida de uma garota de 20 anos. Chamada Mary Scholes. Um crime com início e sem fim.. Passado dez anos, o caso desper...
