Milagres? Não Segredos!

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Os outros dias foram menos pesados e comecei a me acostumar com os honorários que tenho tido, duas semanas se passaram e não sei como continuo aguentando essa coisa
-posso entrar? Digo batendo na porta do quarto de Argo
-entre! ousso, o que me faz ficar de queixo caído, ele nunca é educado
-meu Deus o que houve?pergunto espantanda ao ver que ele está tomando soro e com alguns aparelhos em seu peitoral
-ontem quando saio...ele olho para o chão o fitando como se fosse algo que o ameaçava -eu acabei tendo algo que não sei bem o que é, por conta de tentar andar.
-aahh...então é isso!!! disse sorrindo e dei um tapinha no ombro dele
-aii...ele geme baixo -esta doído ainda!! diz ele e abre um sorriso que me encanta, apesar de nunca ter o visto sorrir esse sorriso compensa todos que não deu
-o que quer pro café da manhã? pergunto
-pão, com presunto,queijo e um suco de laranja! diz ele sério
-mingal...tudo bem! digo indo em direção a porta
-não...não! diz ele -estou brincando, pão com mantega esquentado e um copo de café, mas leite que café! diz ele
-ok...alaura trará pra você! daqui a dez kinutos venho ver como estar!
-eu te garanto que não estarei fora da cama, se é isso que quer ver! afirma ele com um sorriso intacto no rosto e dando uma piscadela
-hahaha...muito engraçado! ate mas.digo e saio da sala
Já no corredor vou até minha sala e encontro em minha mesa uma carta,que diz de vermelho" você é muito teimosa, quando vai aprender...Será que terei que aparecer ou me rebelar há você?!
Saia desse hospital, tem pessoas que só estão ai porque foram mandadas e você tem que sair imediatamente."
Li e me inrrito..sai da sala e acabei topando com Victor que já ia entrar em minha sala
-oi dona sumida? diz ele fazendo com a cabeça pra que eu o siga e o segui até seu quarto, ele era lindo até na cadeira de rodas, sorri ao pensar isso, entramos em seu quarto e ele foi até a cama e ficou ao lado
-qual o motivo de seu sumisso? diz ele fitando meu rosto
-sua noiva estava aqui e não vi porque atender ao senhor, se já está acompanhado! digo séria e convincente de que só estou falando a verdade
-ela não é minha noiva! diz ele irritado
Me aproximo dele e me abaixo até alcança seu rosto e pego em sua mão
-e isso no seu dedo... é petróleo? O fito nos olhos e acabo me perdendo, pir não saber o porque disso tudo
-talvez esteja, mas isso não foi idéia minha! diz ele pegando em minha mão
-muitas coisas não são idéias de vocês! digo a ele
-você não confia em mim, por isso diz isso!ele afirma sério
-bom...tenho que ver Argo!digo certa de que é perda de tempo estar ali, naquele momento e naquela hora, levanto-me e saio da sala
-posso entrar? pergunto
-sim, mas não fale nada! diz ele
-que mal humor emm..digo entrando
-quem você acha que é pra falar comigo assim? não sou nenhum amiguinho seu! afirma ele vermelho de raiva
-eu não te entendo! digo..bufando
-você esta aqui para trabalhar, não pra entemder as pessoas!!! diz ele
-você esta tomando soro e com esses aparelhos e não se acalma...eu em! Digo sentando - me e abaixo meu olhar, não sei porque mas isso me chatea, não pelo fato dele ser grosso, mas por ele não está nem ai pra vida.
Após alguns minutos em silêncio levanto e sinto estar tendo algo que eu sempre tinha na clínica (aquele inferno em que eu vivia), olhei para ele e ele estava sentado na cadeira de rodas lendo algo, levantei e tentei ir até ele, não me sinto bem...falei emgulindo palavras , peguei em meu nariz e o sangue estava pingando, olhei para minha mão e isso me deu um enjoou que se juntou a tontura e minhas pernas deram falhas, comecei a tocir e caí próximo a cama dele
Não conseguia enxergar, mas vi Argo se levantando da cadeira de rodas e ele me carregou ate a cama dele,
-voce vai ficar bem Jenny!!!ouvi ele dizer e confirmei com a cabeça e
fui levada por um sono inteiramente profundo
Acordei de manhãzinha e estava deitada na cama de Argo...ainda no hospital e parecia madrugada
-oi? ele diz com uma voz suave e sentado a cadeira de rodas
-o que houve? digo fraca e tentando me sejtar
-você passou mal! diz ele vindo até mim na cadeira, eu estou um pouco assustada, ele levantou...e anda e faz isso
-por que faz isso? perguntei
-o que?
-está em uma cadeira de rodas e pode andar, por que? pergunto pasma...ele é bom de vida e tem tudo que quizer
-bom, eu não gosto de sair e mem de fazer amigos, sou uma pessoa ruim e estou aqui a serviço! diz ele respirando fundo e outra vez me olhando
-por que veio trabalhar com pessoas fracassadas? pergunta ele
- não há pessoas fracassadas aqui...Há pessoas fortes e que lutam para sonreviver a tudo! digo deitando-me novamente e me embrulhando, pois o frio está horrível, então alguém bate na porta e em seguida entra
-colicença?posso ver ela? pergunta Victor
-ela está descansando! nao ver? diz Argo grosso como sempre
-entre! disse a ele e ele vinha com um boque de rosas e estendeu pra mim
-obrigado...digo -eu estou bem!! afirmo
-você estava sangrando...e quem geralmente tem isso está em uma fase de..ele parou para pensar o que falar e e eu o interrompi
-não é câncer, eu estou bem!
Apenas sofri algo que deixou sequelas e hoje tenho isso! falei fitando o chão e com cara de quem tem poucos amigos
-tudo bem...espero que esteja bem instalada! diz ele olhando para Argo
-estou...Obrigado! falo e ele se retira e fecha a porta do quarto
-igual a todas! diz Argo
-o que disse? falo o olhando
- nada..pensei alto! diz ele
-olha...Você não aguentaria o terço do que passo, não me conhece e meu passado menos ainda, por que me trata assim?isso é desde que cheguei a essa clínica! digo o olhando brava, ponho as mãos em minha cabeça e acabo por solta meus cabelos, me levanto e vou até o banheiro, minutos depois volto e não vejo Argo
Em seguida olha para próximo a cama e sua cadeira de rodas está vazia
Corro até a porta do banheiro mas ele a fecha e me empurra contra a porta e minha cabeça acaba batendo.
-o que você quer? Digo o olhando assustada e ele parece tranquilo
-lamentável que uma moça tão linda como você morra tão jovem! ele diz
-olha aqui, se você quizesse me matar já teria feito...Você me salvou, então me diz, acha que vale a pena? arriscar tudo que tem por uma mão de obra barata me matando? o olho séria e brava
Ele se aproxima do meu ouvido e diz
-eu mandei as cartas há você!
Eu faço o mesmo
-eu estava internada em uma clínica psiquiátrica, não tente ser o doido aqui! disse e o empurrei, olhei ao longe e ainda eram três da manhã
-não ouse nunca mais tocar em mim! disse alto
-há não?ele falou e me olhou trancando a porta
-me dê a chave agora? Eu não tinha medo...mas uma raiva desafiadora e ele normal ja era bom..imagina bravo...o analisei dos pés a cabeça
E fui até ele e ele se afastou até não ter mas nenhum espaço para trás, fui ate seu ouvido e disse
-que foi...Está com medo de uma mulher, eu não mordo! disse,peguei a chave da mão dele e virei as costas
- a verdade é que quero você! ele exclamou para que eu ouvisse..pois estava longe e veio até mim
-eu não quero você, se é o que quer saber...falei e abri a porta
-fique...São três da manhã e você não pode sair essa hora! ele disse e arrisquei dar o primeiro passa para fora e pensei ele sairá se eu for mesmo importante
-por favor! disss ele, segurando em meu braço e no corredor em pé, o que me surpreendeu mas.
-você vai comigo amanhã. Disse ele
-quem disse? perguntei deitando na cama.
-fui contratado para te proteger! ele diz
-por quem? perguntei curiosa, poderia ser meu pai...ou sei lá, talvez alguém e talvez ele estivesse vivo
-por ela! ele disse e ergueu uma foto em kinha direção e peguei
Era ela, era minha mãe

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⏰ Last updated: Sep 11, 2015 ⏰

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