Pecadora (Girls Love)

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O convento  estava silencioso como sempre, mas naquela noite a energia que alimentava os geradores, havia caído há cerca de 3 horas. Todo o prédio estava mergulhado na escuridão, exceto por alguns focos de baixa luminosidade,  que  os velhos lampiões de cera  no corredor forneciam. O aquecedor central, que normalmente zumbia baixinho, estava morto e o frio entrava pelas frestas das janelas antigas, cortante como lâmina, fazendo as freiras tremerem sob os mantos grossos de lã.
Era quase meia-noite e quase todas irmãs  já tinham se recolhido.
Lia e Eve eram as únicas que ainda estavam acordadas. Depois do jantar elas foram para a sala de estudos da ala sul, um cômodo pequeno com uma mesa de madeira maciça escura e quatro cadeiras de encosto alto. O espaço ficava aos fundos da ampla biblioteca.
As duas ficado ali para terminar um capítulo da leitura espiritual que sempre faziam juntas a noite, Eve era responsável por Lia que entrara há pouco tempo no convento. A jovem noviça  21 anos, era a mais nova do convento. Cabelo castanho escuro que sempre ficava visível em uma pequena faixa fora do céu, seus olhos verdes pareciam sempre desafiar o mundo, corpo ainda com curvas leves de quem acabara de entrar na vida adulta. Seu  hábito creme simples, cor das novatas, o tecido  marcava os seios pequenos e empinados e a cintura marcada e fina. Eve, tinha 28 anos, já era considerada uma irmã  experiente e por isso se tornou responsável por Lia. O cabelo por baixo do véu era longo e grosso, olhos castanhos profundo, e seu corpo era mais cheio, seios pesados que esticavam o tecido do hábito, corpo curvilíneo e macio os quadris largos que balançavam ao andar. Ela era respeitada por todas ali, é considerada devota e de confiança da madre superiora.

As mulheres eram devotas, em suas orações, em seus estudos, mas algo estava acontecendo nos últimos meses. Elas sequer lembravam como começou. Havia uma trocavam olhares, toques acidentais no refeitório, conversas sussurradas durante o terço e em outras vezes ia até certas horas do madrugada no quarto das duas.
A química era tão forte que muitas vezes Lia se pegava imaginando aqueles dedos finos e longos  tocando em lugares que não devia sequer pensar.
Eve também tinha pensamentos. Mas elas eram irmãs na fé, no mesmo manto, na mesma missão. Durante semanas quando estava sozinha  Eve se punia por tais pensamentos e orava para esquecer.

— Você está tremendo, Lia — murmurou Eve, aproximando-se envolvendo os ombros da mais jovem. Sua voz era baixa, quase carinhosa.

O frio fazia sua respiração sair em nuvens brancas.
Lia olhou para ela, coração acelerado.
— Aqui está muito frio. Deveríamos voltar para o quarto irmã Eve — disse se permitindo se aconchegar ao calor do corpo da outra.

Eve deu um passo mais perto e o cheiro da outra, um aroma de rosas delicadas com algo doce invadiu suas narinas.
— Verdade, melhor voltarmos antes que você congele menina— disse e se afastou apenas para guardar os livros e pegar a vela que haviam carregado até lá.

As duas  caminharam juntas pelo corredor escuro, os passos ecoando baixinho. O vento uivava lá fora. Lia se aproximou mais da outra.
— Meu Deus, como está frio—sussurrou
Quando chegaram no quarto, a diferença térmica era considerável, mas ainda estava gelado.

Eve tirou o manto de de Lia devagar, dobrando-o com cuidado. E fez o mesmo com os dela.
Elas tiraram os hábitos, ficando apenas com o vestido de algodão simples que usavam por baixo das vestes tradicionais.
Lia arfou ao perceber que os mamilos da irmã estava duro e  aparentes no tecido fino.
Eve a flagrou engolindo em seco. E gostou da sensação que formigou sua pele.

— Deita aqui, pequena. Vou te aquecer—Eve deitou na cama e abrindo mais espaço para a outra.
Lia hesitou só um segundo. Depois se deitou, de frente para Eve. Os corpos se encaixaram perfeitamente,  os seios pesados de Eve roçando os pequenos da outra. Lia se aconchegou nas curvas da mais velha, para se aquecer mas também para sentir o contato.  A jovem apertou as coxas quando sentiu um pulsar pecaminoso no meio das pernas.
— Você é quente  — sussurrou Lia, a voz rouca.
Eve sorriu de canto. E empurrou a coxa grossa entre as pernas da outra.
O pulsar foi tão intenso que Lia soltou um gemido.
Eve deslizou os dedos preguiçosamente por cima do tecido fino que cobria as costas de Lia e a puxou mais para perto.
Estavam tão próximas, Eve não conseguia mais evitar, e quando o olhar da jovem cruzou com os seus, Eve testou e roçou  seus lábios nos de Lia. Um pequeno suspiro foi dado por uma das duas, ou talvez pelas duas, antes dos lábios se tocaram profundamente, lentamente,  numa exigência deliciosa de ambas.
Foi um beijo lento, quase reverente. Língua de Eve pediu passagem e Lia abriu a boca, deixando que ela invadisse. O gosto era  mentolado e parecia errado mas também parecia certo. O beijo ficou mais profundo, línguas se enrolando, saliva misturando. Mãos de Lia subiram pelas costas de Eve, sentindo a  curva do quadril.
Eve gemeu baixinho contra a boca dela.
— Eve ... você é tão macia.
Lia empurrou o quadril  contra a coxa grossa de Eve devagar ela rebolou para ter contato.
Gemidos abafados por beijos e Eve  deslizou os dedos por baixo das vestes de Lia.
— Você também sente... — murmurou Lia, roçando o quadril para ganhar um pouco de atrito em seus boceta.
Eve gemeu e afastou a coxa apenas para abrir espaço para seus dedos longos.
Ela sentiu a umidade na calcinha da mais jovem que momentos antes melava sua coxa. E habilmente afastou para o lado  a calcinha de mais jovem e mergulhando os dedos ali.

Lia agarrou os ombros de Eve  puxando-a mais forte contra si.
— Desde o primeiro dia que você entrou no convento, eu sonho com isso. Eu ouvi você em algumas noites, e orei para que você   gemesse meu nome enquanto se masturbava, achando que eu estava dormindo— Eve circulou o ponto sensível da noviça.
Lia gemeu baixinho, mordendo o lábio inferior.
— E quando você dormia após ter gozado, eu me masturbava e gemia baixinho seu nome.

Lia deslizou a mão pequena e curiosa por baixo do vestido de Eve. Tocou os seios fartos. Polegar passou pelos mamilos entumecidos, fazendo Eve arquear as costas se oferecendo mais para ela e aproveitou para forçar os dedos contra a entrada da outra.
Lia apertou um mamilo entre os dedos, torcendo de leve. Eve soltou um gemido abafado pela língua sedenta da mais jovem que pareceu ganhar um ar mais maduro e safado.
Elas tinham que ficar quietas Mas nenhuma das duas queria parar.
Eve puxou o vestido de dormir  de Lia para cima, expondo os seios. Mamilos pequenos rosados e duros como pedra. Ela baixou a cabeça e chupou um deles devagar, língua girando, dentes mordendo de leve. Lia segurou o cabelo preto de Eve, gemendo mais alto agora.
— Eve... assim.. por favor— ela estava delirante, rebolava nos dedos de Eve se perdia nas lambidas e mordidas que recebia nos mamilos.

Eve lambeu o outro mamilo, depois desceu beijando o abdômen macio, parando na cintura. Tirou a calcinha branca com calma passando por cada pé delicado.
A boceta de Lia estava inchada, molhada, clitóris exposto e brilhando.
— Tão linda— murmurou Eve, soprando ar quente  na pele úmida. Depois lambeu tudo de uma vez, da entrada molhada até o clitóris.
Lia gritou, corpo inteiro tremendo.
Eve segurou as coxas dela, abriu mais, e mergulhou a língua fundo, depois sugou o clitóris com força quando dois dedos longos entraram na boceta apertada, curvando-se exatamente onde Lia precisava. Estava molhada, escorregadia, entrando e saindo com barulho molhado.
— Você está tão molhada... — gemeu Eve contra a boceta dela.
— Tão perfeita. Tão minha.
Lia se contorcia, mãos agarrando os ombros de Eve.
— Não para... por favor... não para—Lia implorou, rebolou e forçou o quadril contra a boca da mais velha.
Eve acelerou. Dedos entrando mais fundo, língua chupando o clitóris e fazendo círculos rápidos. Os seios de Lia balançavam a cada respiração ofegante.
Sua pele brilhava com a camada fina de suor que cobria a pele, e o orgasmo explodiu forte atrás das pálpebras fechadas, estrelas brilharam no escuro do quarto.  Lia apertou as coxas ao redor da cabeça de Eve, gemendo o nome dela enquanto gozava, quente, molhado lambuzando o queixo de Eve.
Eve subiu e beijou Lia.

— Agora é minha vez, pequena, disse tirando  o próprio vestido  e a calcinha em segundos. O corpo dela era mais cheio, seios pesados, mamilos maiores e castanhos, curvas macias que parecia feita para ser agarradas, boceta carnuda e inchada já pingando.
Lia desceu da cama ficando de joelhos, Eve se aproximou da beirada da cama e abriu as pernas para ela. Apoiou as costas em dois travesseiro para poder ver bem o que a jovem faria a seguir.
Lia desceu o rosto beijando as coxas seguiu o caminho lambendo e rapando os dentes na pele macia na parte interna da coxa. Ergueu a perna dela
Por cima dos ombros e desceu onde Eve tanto almejava.
A primeira lambida foi lenta, experimentando o sabor. Eve arqueou, gemendo.
— Sim... assim, Lia... chupa devagar minha pequena—orientou à mais jovem.
Lia desceu mais e usou os dedos para abrir  lábios grossos, e se deslumbrar com o clitóris inchado. Ela lambeu devagar, saboreou cada pulsar, cada choque que o corpo da mais velha emitia dando espasmos nas pernas que estava em seus ombros, depois enfiou a língua inteira. Eve segurou a cabeça dela, e moveu os quadris subindo e se esfregando contra a boca deliciosa de Lia.
— Porra... você é boa nisso menina— rebolou devagar  e gemeu  quando a garota enfiou dois dedos.
Lia sentiu as paredes quentes e molhadas apertarem. Ela sstava tão molhada que os dedos escorregavam fácil. Continuou chupando  o clitóris enquanto metia os dedos, enquanto a outra mão acariciava o próprio sexo que voltava a pulsar
Eve gozou forte, corpo inteiro tremendo, coxas apertando a cabeça de Lia.
Jatos quentes molharam o rosto de Lia,  ela se assustou, não sabia que isso poderia acontecer mas  não parou de lamber, bebeu tudo.
As duas estavam ofegantes, corpos suados, cheios de marcas causadas por dentes e  unhas. Lia subiu e beijou Eve, ela sentiu  gosto de si mesma e da mais velha, misturados.
Era o pecado mais delicioso que ela já tinha feito. Elas continuaram se beijando Lia sentou de frente para Eve e elas se encaixaram perfeitamente. O leve pulsar das bocetas  quando começaram a  se esfregar uma na outra lentamente,  aproveitando cada segundo.  O gozo veio quente menos urgente, mas igualmente intenso e delicioso.
Elas ficaram ali abraçadas, ofegantes, bocetas ainda pulsando uma contra a outra.
Lia beijou o pescoço de Eve e se aconchegou em seu seio farto.
—Podemos fazer isso novamente? —sua voz era um apelo baixinho
Eve sorriu, e beijou o topo da cabeça da mais jovem.
— Claro pequena, posso te aquecer em outras noites frias, será nosso segredo.

Seria o segredo delas, o pecado delas, o amor delas

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⏰ آخر تحديث: 8 hours ago ⏰

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