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Aviso rápido: a história está em processo de criação, logo terão erros de português.

Gael tamborilava os dedos sobre a carteira de madeira branco apreensivo. A sua frente cerca de quarenta novatos como ele se arrumavam em seus lugares, ele por estar no fundo observava toda a panorâmica.

Ele então vê abaixo um homem baixinho entrar, ele afasta uma mecha de seu cabelo grisalho que chegava até a nuca, abre o botão superior de sua camisa e encara a turma.

Como um comando silencioso todos se calam e começam a observá-lo, o homem sorri cortesemente e começa a falar:

— Bom dia, Me chamo Luís, ensino introdução a psicologia e nos veremos com uma certa frequência. — Ele cruza os braços e se apoia a mesa. — Gosto de conhecer meus alunos um a um, algo que prezo muito apesar da quantidade exuberante de pessoas que temos aqui.

Ele encara o primeiro aluno a sua frente, ele sorria com ansiedade como quem já estava esperando seu momento de apresentação.

— Você é? — Aponta ao tal.

— Jeferson. — Ele se levanta.

— Apresente-se. — Ergue a mao.

— Sou daqui mesmo de São Paulo, Jardim Europa, tenho 19 anos e sou filho de Antony Bragança. — Se senta.

O professor permanece com uma feição indecifrável enquanto alguns alunos torcem o nariz.

— Ouvi falar que você vinha Jeferson, espero que possamos ter uma boa relação.

Ele olha a última fileira e aponta a Gael.

— Você aí no fundo. Levante-se e apresente-se por favor.

Gael sente todos os olhos sobre si e engole seco. Ele se levanta receoso.

— Me chamo Gael, sou do interior de Minas e tenho 22 anos.

O professor cruza os braços.

— Por que está no fundo Gael? É uma pergunta facultativa.

O garoto olha em volta.

— Não gosto muito de ser o centro.

O professor sorri.

— Você é a pessoa perfeita então, vem aqui na frente por favor.

O loiro pisca mais vezes que o necessário e assente, ele desce a escada chegando ao professor que pega em sua mão o cumprimentando.

— A psicologia é introduzida ao nosso cotidiano desde a nossa formação, somos ensinados a sermos  divididos em dois grupos antes mesmo de formamos as nossas primeiras palavras, alguém sabe me dizer a diferença entre Jeferson e Gael?

Gael sente um leve peso no peito pela exposição, mas nada muito grave, sabia que teria que ficar na frente da turma uma hora, só não esperava no primeiro dia.

Jeferson levanta a mão.

— Que sou mais confiante? — Diz.

Gael sorri espontaneamente.

O professor não perde isso.

— Tem algo a dizer Gael? — O olha curioso.

— Não é possível afirmar assim sobre confiança de alguém que você não conhece, acho que o senhor se refere a extrovertido e introvertido.

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