Prólogo

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Em uma sala de ambiente infernal, um homem acima do peso e levemente quadrado anda desesperado pelos corredores do cômodo, até que chega a uma espécie de altar

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Em uma sala de ambiente infernal, um homem acima do peso e levemente quadrado anda desesperado pelos corredores do cômodo, até que chega a uma espécie de altar. Nele, havia um trono e um homem coberto por um véu preto que escondia completamente seu rosto e corpo. O trono estava virado de frente para o altar, de costas para quem observava.

O silêncio da sala é quebrado pelo homem que chegou às pressas:

— Prince!

Ele se ajoelha perante o trono e anuncia:

— Quais são as ordens de Kastro agora que, depois de quase um século, temos todos os sete membros de Mayhem... e o Pingente de Vagina?

O ser que estava sentado no trono se levanta e caminha até o centro do altar, onde havia três artefatos bizarros — partes de um humano. Um deles era um dedo, de pele morena, com uma aura intensa; o outro era um olho, dilatado, como se tivesse vivido os últimos momentos de sua vida em frustração; e o terceiro era um crânio levemente rachado.

Prince segura o olho, encara o homem atrás dele e, com um leve sorriso e uma voz distorcida, diz:

— Não se esquente... pois está quase na hora... Noah!

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