Em um mundo aparentimente normal, o termo "a loucos para tudo", nunca foi tão real, um joven descobriu que rituais existiam, e ate a como crialos, mas precisava de alguém que possa usar, e na quele mesmo instante, outra coisa, acontecia, com outro r...
Em uma manha, de um dia qualquer, é possivel ver o samuel, uns 20 anos, cabelos pretos, corte "social", pele parda, 1.70 de altura, esta vestindo uma regata preta, e uma calça jeans cinza, ele anda pelas ruas de pedras, junto a seu amigo, que por conta de uma deficiencia, precisa usar cadeiras de rodas, as casas simples, de cores aleatórias e saturadas, distacam as curvas suaves do caminho, samuel avista uma casa velha, isolada, de modo que sua unica janela, e a porta, estavam tampadas por tijolos, samuel abre um sorriso, seu primo, balança a cabeça de forma ironica, como se ja soubesse o que estava por vir, samuel então segura as duas Empunhaduras, e dando risada de uma criança travessa, o leva ate a casa, de frente para porta
-Mano, da ultima vez isso não acabou bem (Disse o primo, com olhar preocupado)
-cara!, e desde quando eu deixei você ser punido? (disse samuel, olhando as frestas dos tijolos)
-ta!, mas precisa mesmo fazer isso?, é só uma casa abandonada, certo?, (o primo coça o ombro), não é como se tivesse algo interessante ai (Disse o primo, com expressão de tédio)
-(samuel olha para os lados), ok não vejo ninguem, mas la dentro eu vi uma coleira de cachorro, agora quero saber se tem algum la ( Disse samuel, em um tom preocupado )
-bom!, e eu tenho escolha por acaso? ( Disse o primo, levantando os ombros )
-sempre tem! ( Disse samuel, com sorriso de lado, com tom de ironia )
Com muito cuidado, Samuel remove os tijolos que tapava a porta, e logo em seguida e tomado por um calafrio em suas costas!, logo depois o primo, que tenta relaxar, com um sopro lento, samuel faz um sinal com a mão, afim que seu primo ficasse proximo a porta, e com muita cautela se move ate a cosinha da casa, as paredes com as tintas caindo, revelando o "reboco", e a escuridão do comodo, sendo iluminado por luz timida que sai dos buracos do telhado, so aumenta a cautela de samuel, que reduz os passos ate a coleira, presa em uma mesa velha, no centro da cosinha destruida, e sem outros moveis, ele suspira aliviado, da um sorriso de canto de boca, se vira para trás de grita ( não tem nenhum.... ) ao se virar, sua expressão muda bruscamente para desespero, seu primo esta sendo enforcado por um tipo de espectro escuro, o medo de tal cena, so não é maior que a preocupação com seu primo, samuel sacode o rosto afim de acordar a si mesmo, e avança em direção aquela sombra!, que larga o rapaz e aceta um golpe no rosto de samuel, que cai, ( o que é isso? |, disse o primo, gritando assustado )
-some daqui!!, eu seguro ele (disse samuel, erguendo os punhos, porém sem conseguir disfarçar sua expressão de medo)
- vocÊ ta louco?!, o que é isso na nossa frente? ( Disse o primo, contornando a criadura, com sua cadeira de rodas )
A0 ver seu primo se aproximar para ajudar, sem pensar duas vezes, samuel empurra o primo em direção a rua, a criatura se vira bruscamente e tenta ir em direção a ele, mas é segurada pelas pernas por samuel, os gritos dos dois ecoam pela pequena cidade pacata, e os moradores começam a sair de duas casas, samuel da mais um grito em quanto faz um gesto com sua mão, ( SAI DAQUI MATEUS ), e tem seu braço direito arrancado por um avanço da criatura, que se mistura com as sombras logo atrás, samuel cai de costas, as pessoas chegam, e o silencio deixa tudo confuso, não avia nada na casa, nem mesmo o samuel, as pessoas emvolta so perguntam uma coisa ao Mateus, o que ele, estava fazendo ali sozinho
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