Felix, um jovem garoto, de apenas 17 anos, cansado do mundo, está prestes a tirar sua própria vida, mas antes, ele decide escrever cartas, para seus amigos, como forma de desabafo, coisas que nunca conseguiu, e nunca conseguiria contar pessoalmente.
(essa fanfic foi um pensamento aleatório que tive de madrugada, e resolvi fazer. Então pode conter muitos erros de português. )
Felix e hyunjin tinham acabado de voltar de mais uma catástrofe de família, e dentro do apartamento de hyunjin só se ouvia gritos, xingamentos, e choros. Algo entre eles havia mudado, eles não eram mais os mesmos, que se completavam, que ficavam horas e horas deitados no sofá conversando sobre tudo, tudo que gostavam, e tudo que não gostava. Quem era de fora até pensava que eles ainda estavam juntos porque não queriam ficar sozinhos, ou coisas do tipo. - PORRA FELIX, porque você tem que sempre estragar a minha vida caralho. -Hyunjin gritava com o loiro, se sentindo tomado pela raiva e pelo ódio.
- você viu oque aquele ser humano que você chama de mãe falou de mim,é claro que eu não iria ficar quieto, não dessa vez...- Felix andava de um lado pro outro, com o suor já escorrendo em seus rostos. Até que ele para na frente do mais alto. - ela falou coisas horríveis de mim, E DOS MEUS PAIS QUE ESTÃO MORTOS HYUNJIN, na minha FRENTE.- Sentia as lágrimas já escorrerem em seu rosto sem receios, o peito subindo e descendo, e a falta de ar repentina.
- eu sei felix, mas eu te disse que iria conversar com ela depois, não precisava você dar aquele showzinho todo lá na frente da minha família.
Depois de uns longos minutos, Felix e hyunjin já haviam discutido tanto, que tanto um como outro não conseguiam conter as lágrimas. Que dessa vez era por decepção, raiva, e ódio de ambas partes. Depois de tantos tapas na cara serem cuspidor como palavras, hyunjin decidiu acabar com aquela briga de uma vez. -CHEGA FELIX. Deu, vai embora da minha casa agora, e nunca mais volte.
- ótimo... Eu vou, mais fique sabendo que você nunca mais olhara na minha cara.
Hyunjin fechou a porta na cara do outro. Deixando pra fora naquela chuva, a pessoa que um dia tanto amou, que um dia foi seu amor verdadeiro. Felix quase caiu de joelhos na frente da casa dele, mais tentou se manter em pé, ou pelo menos tentar não desabar ali.
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Felix andava pelas ruas de São Paula com a cabeça baixa, sem medo de algo acontecer, alguém o roubar, ou alguma coisa do tipo. Deixando as lágrimas e os pensamentos que o vinham o corrompendo o tomar conta. Passou em uma farmácia 24h, e comprou vários remédios, lâminas, e uma tinta azul.
Chegando em casa, ele desabou de vez, se jogando no chão, e ficamos lá mesmo. Aquela casa que alguma vez já trouxe conforto, agora só era uma casa vazia, sem nada, e nem ninguém. Uma onda de sentimentos tomou a cabeça do mesmo ao olhar cada canto da casa com mais atenção. Memórias dele e dos amigos espremidos no sofá, assistindo um filme qualquer. Até mesmo memórias com seus pais... Felix andou cambaleando até seu quarto, em busca de um remédio pra conseguir se controlar, mas aquele vício não iria o deixar em paz. Pegou só 13 remédios, oque ele acreditava ser pouco, e não fazer tanto mal.
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Acordou com o celular quase explodindo de tantas ligações, e mensagens preocupadas. Han, seu melhor amigo , havia o ligado algumas vezes, porque sabia muito bem oque o amigo era capaz de fazer, e da briga de ontem.
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Passou a mão na testa pelo suor, e estresse, e logo em seguida só jogou o celular de lado, ignorando totalmente as mensagens do outro. Se levantou de vagar por conta da dor nas costas por ter dormido no chão. Bebeu água, e pegou a sacola que havia deixado na porta ontem a noite, depois seguiu até o banheiro. Felix sempre quis experimentar cores e cortes novos em seu cabelo, mas por conta dos seus amigos e sua tia, Felix não fazia. Os amigos e sua tia diziam que o loiro natural combinava muito para ele, e que se ele passasse alguma coisa , iria estragar seu cabelo. Não ligou para esses pensamentos, e só pegou a tinta e pintou. O azul chamativo podia esconder um pouco o semblante triste dele, e isso fez ele pensar no porque ligava tanto para a opinião alheia, e não se permitia fazer as coisas antes.bateu algumas fotos com o novo cabelo, e até postou algumas, sabia que sua tia iria ficar muito brava por conta daquilo, mais ele já não estaria mais ali quando ela decidisse brigar com o mais novo...
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Felix foi pro seu quarto, e escreveu cartas, cartas que demonstravam seus sentimentos de anos guardados como se fossem tesouros proibidos, senimentos que ele mesmo nunca entendeu, e nem pensava em dizer em suas últimas cartas. Escreveu para hyunjin, Han, uma pro seu grupo, e para sua tia que cuidou dele depois que seus pais partiram. Chorava enquanto escrevia, e nisso vinha toda suas melhores, e piores memórias com todos ao seu redor. Pensar que ele iria deixar esse mundo podre em poucos minutos era uma ideia estranhamente empolgante para ele, e também um alívio, alívio em saber que irá estar juntos com seus pais, e além do mais, ele não tinha nada a perder, pois já havia perdido tudo que tinha ao longo de sua vida... Pela última vez pegou seu celular, e entrou no grupo dos amigos, aonde tinha muitas conversas não lidas
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Felix percebeu que não fazia tanta falta assim, os amigos nem ligaram se ele iria ou não... Decidiu fazer logo oque devia, pegou todos os remédios que havia em casa, e tomou, um por um... No 30° já estava meio dopado, mas não parou - só mais um..- e assim foi mais dez, até ele cair...