★Bem vindo ao café.

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Em uma cafeteria conhecida por ser tranquila. Chuuya trabalhava a uma semana, seu atendimento logo ficou conhecido pela sua gentileza e cuidado, mesmo que seja só um disfarce para o que passou num passado não tão longe.

Em uma manhã enquanto abria o café e organizava algumas coisas para fazer os pedidos, o primeiro cliente chegava. Um homem alto e de cabelos morenos, na verdade castanhos escuros, ele também usava um terno preto simples mas elegante, levemente aberto no colarinho.

O homem sério se aproxima do balcão com visível cuidado.

- Bom dia - cumprimentou o homem alto com um sorriso gentil.

- Bom dia senhor, o que vai pedir? - diz sua tradicional frase de todos os dias.

- Um café preto. - seu tom era sutilmente sério, talvez sonolento e sutil, mas também tinha certo interesse em seu olhar ao ruivo a sua frente.

Chuuya assentiu com o sorriso falso matinal, mas que chama a atenção do homem que espera numa mesa bem próxima propositalmente.

O café preto é preparado em alguns minutos curtos, logo Chuuya o leva ao moreno, que olhava algumas mensagens no celular com película preservativa.

- Aqui está. - ofereceu Chuuya colocando o café na mesa de forma delicada apesar de curioso sobre essa postura interessada do homem.

- Obrigado... - pareceu querer dizer mais, mas hesita antes de perguntar. - Você é novo não é? Aqui na cafeteria... - diz com um olhar gentil que aprendeu na vida.

- hm?... Meu nome é Nakahara Chuuya.

- Chuuya... Nome bonito.

- Obrigado?

- Sou Osamu Dazai. - se apresenta rapidamente mantendo a mesma expressão doce.

Chuuya de certa forma lembrava do nome mas o "significado" parecia distante. Chuuya assentiu com uma pequena referência e volta do a cozinha onde encontra Akutagawa.

- Chuuya... Não sabe quem era? - pergunta atonito porém ainda controlado.

- Eu me lembro do nome mas não me parece ter tanto significado. - deu de ombros ao seu colega.

O pálido Akutagawa, ficou surpreso apesar da expressão fria. Então colocou a mão no rosto.

- Ele é o maior empresário do Japão...

- ...Que? - travou o de olhos durqueza que logo fica pálido com surpresa.

Akutagawa apenas balança a cabeça e se afasta. - Não importa, só trabalhe e o trate normalmente.

O mais baixo assentiu ainda travado, logo mais se recompõe com um balanço de cabeça. Ao voltar ao balcão, percebe que o tal empresário foi embora deixando uma gorjeta generosa na mesa.

Algo no peito de Chuuya fica aliviado. Sempre diziam que empresários de empresas grande eram frios e arrogantes. Chuuya via isso quando Dazai olhava para outros por um estante, mas quando o olhar do moreno o via um sorriso quase invisível o cumprimentava silenciosamente.

Chuuya trabalha até seu segundo turno acabar. Sim ele tinha dois turnos, não por dinheiro, mas era mais pelo conforto de ver movimentação na rua à frente do estabelecimento.

Chuuya se despediu do pálido Aku, e foi embora com sua moto vermelha vibrante.

Sua passagem pela rua iluminada de faróis de carros e luzes de outras lojas era relaxante. O vento batendo no capacete fechado podia ser escutado mesmo que fechado. O frio chegava do sul, vindo junto da chegada do inverno na cidade de Yokohama.

Ele chega tempos depois, entrando na casa que era muito bem mobiliada e construída recentemente pelo seu financiamento. O local estava escuro, então logo acendeu as luzes, revelando um grande espaço a sua frente.

Ele percebe que seu irmão,Verlaine, ainda não chegou, ele suspira pelo dia de calma no café, um pouco depois de fechar a porta, se dirige até um armário com alguma bebidas leves, dentre elas vinho, que Chuuya logo coloca em uma taça de vidro fino.

Ele se aproxima da cozinha pegando algumas coisas para fazer o jantar. Seu irmão mais velho era sempre apaixonado pela comida do mais novo, dizia que o sabor lembrava família. O que deixava Chuuya muito contente, mesmo reclamando de fazer a janta.

Assim que termina seu jantar, ele se dirige a mesa de tons claros e flores por cima, seu prato parecia decorado. Verduras de tons brilhantes, carne dourada ao ponto certo.

Ele come enquanto bebia outro gole do vinha que aínda estava na taça. Terminou e levou a louça na pia a lavando suavemente em movimento circulares, ele suspira enquanto seca as mãos indo até seu quarto no andar acima.

Ele se jogou na cama contente, porém cansado. A luz do anoitecer entrando pala varanda vidrada. Ele se levantou da cama, abriu a porta da varanda e passou seus pés para fora o vento levando sua trança.

A visão era linda, o vento relaxante, sua vida seguia tão calma, mas também... Atônita por algo que sabia que não devia ter feito, mas não queria adimitir que aconteceu.

Foco Sem Questão --soukokuStories to obsess over. Discover now