Começo do ano e já começou o caos kkkkk. Eu, Duda, Luiza e Diego decidimos que esse ia ser o ano da gente. A gente jurou que ia treinar vôlei, sair mais, parar de brigar por besteira (spoiler: não deu certo). No primeiro dia que nos encontramos, Duda já chegou falando alto, Luiza rindo com aquela risada dela que faz todo mundo rir junto, e Diego chegou atrasado, claro, comendo alguma coisa - ele vive comendo, parece que tem contrato com a fome.
A gente foi pra quadra de vôlei perto da escola, o sol fritando a cabeça e Duda dizendo "relaxa, é só aquecimento" - e 10 minutos depois já tava morrendo de cansaço. Eu ria tanto que quase nem conseguia jogar. Luiza, toda coordenada, ficava levantando direitinho, tipo profissional, e Duda errava o tempo todo mas jurava que era culpa do vento kkkk. Diego só queria dar cortada forte, mas parecia mais que ele tava tentando quebrar o chão.
Depois do jogo, a gente foi tomar refri e conversar. Foi aí que percebi o quanto eu gosto dessa bagunça. Duda falando sem parar, Luiza tentando explicar algo sério, e Diego interrompendo pra contar uma piada sem graça. Era só o primeiro mês e já parecia que a gente tinha vivido um ano inteiro.
Teve um dia que a gente ficou até o pôr do sol só conversando sobre a vida. Duda começou a falar de futuro, Luiza ficou meio pensativa, e eu... eu só tava feliz de estar ali com eles. Diego falou algo tipo "mano, se a gente ainda for amigo no fim do ano, já é vitória". A gente riu, mas meio que todo mundo pensou nisso de verdade.
E teve também o dia que choveu e a gente mesmo assim quis jogar. Resultado: todo mundo escorregando, a bola indo pro mato, e Duda gritando "NÃO FOI MINHA CULPA!" toda hora. A gente voltou pra casa ensopado, mas com o coração leve.
No fim de janeiro, a gente já tinha virado rotina um na vida do outro. Eu sentia que aquele grupo era diferente. Tipo, não era só amizade - era algo que dava vontade de proteger, sabe? Cada um tinha seu jeitinho: Duda e o jeito impulsivo dela, Luiza e a calma que ela fingia ter (porque na real, é brava), Diego com as palhaçadas e eu tentando segurar o trio.
E foi aí que comecei a perceber umas coisinhas... o jeito que Duda olhava pra Luiza às vezes, meio tímida, meio apaixonada. Eu fingia que não via, mas notava cada olhada, cada sorriso meio sem querer. Diego notou também e me cutucava com cara de "ihhhh", e eu mandava ele calar a boca antes de estragar tudo.
Janeiro acabou com a sensação de que algo tava só começando - e não era só o ano. Era tipo... o começo de uma história que ia dar o que falar.
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Mas Um Ano
Non-FictionEsse é o lugar onde eu conto minha história com as pessoas que fazem meus dias ficarem mais loucos e mais leves. Aqui tem amizade real, altos e baixos, vôlei, conselhos e tudo que eu vivo com Duda, Luiza e Diego. Meu jeito de guardar o ano inteiro n...
