a dona da alma

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Após perder seus poderes na luta contra Adão, Alastor foi resolver isso com Rose - mas especificamente, a dona de sua alma, sua mestra e dona, e quem lhe deu todo seu poder.
Ao chegar até o salão principal do hotel onde ainda estava sendo reformado após a grande luta entre Adão e Lúcifer, o lugar ainda tinha o cheiro da destruição, o cheiro de poeira, o lugar estava com alguns funcionários passando com materiais de construção, uma música de fundo melancólica tocando baixo.
Al: Rose. chamou Alastor a sua mestra, com seu grande sorriso amarelo, expressão amigável, enclínando um pouco o corpo e acenando.
Rose: o veja só se não é o meu querido cachorrinho pessoal. Falou inclinando-se em direção a Alastor com seu costumeiro sorriso, que esconde algo muito mais maligno do que aparenta, além de um tom meio debochado de quem sabe que está por cima. O que faz aqui Alastor?. Disse em um tom de deboche a mais velha, um sorriso agora debochado, e um olhar de superioridade.
Al: quero saber fez uma pequena pausa. o que ouve com meus poderes, falou de forma direta enquanto escondia o nervoso e a preocupação. quando ainda em vida. fiz o pacto com você, o acordo era que eu não seria so uma alma corrompida e fraca no inferno. Alastor fez uma pausa antes de terminar sua fala, um sorriso maligno substituíndo seu sorriso amigável enquanto levantava-se da poltrona falando com uma voz mas maligno que a anterior. E sim um dos mais fortes do inferno. Disse Alastor com um claro toque de raiva em sua voz mais ainda mantendo-se aparentemente calmo enquanto voltava ao seu sorriso de costume.
Rose: o meu querido, referiu-se a canibal com uma voz doce quase maternal. sinto muito mas eu não tenho como resolver agora, preciso de tempo, pois você pode até ser um dos pecadores mais poderosos do inferno, mais isso não quer dizer que terá força o suficiente para enfrentar um anjo, muito menos um do nível de Adão. Comentou de forma descontraída pegando sua xícara de chá que tomava antes de Alastor a atrapalhar.
Al: tempo? Mais quanto? Perguntou com um toque de ansiedade na voz, enquanto se mexia desconfortável em sua poltrona.Eu preciso dos meus poderes agora. Falou agora sem paciência e a frustração clara em sua voz
Rose: hahah riu de forma alta e debochada acho que você se esqueceu não é Alastor? Rose perguntou de forma retórica se levantando e colocando sua xícara na beira da poltrona eu sou a sua dona, afirmou com a voz ríspida e você me deve obediência, ou quem você acha que é pra exigir algo de mim? Confrontou de forma soberba e brava, enquanto puxava o terno de Alastor logo em seguida soltando-o com um empurrão pra trás, com força o suficiente para fazê-lo cair com força na poltrona. Não se esqueça quem manda nessa relação, é quem está nas mãos de quem, você é apenas um marionete nunca se esqueça disso Alastor. Avisou em um tom alterado e amedrontador a mulher agora já sem paciência.
Após isso a mulher deu alguns tapinhas na cabeça de Alastor, voltando ao seu sorriso simpático de sempre e logo após indo embora, segurando o vestido para que não ficasse sujo pela poeira e os rastros de destruição da noite anterior, Rose saiu de forma despreocupada achando que toda a situação estava sobre seu controle mas o que Rose não poderia imaginar, é que Alastor, não era tão paciente a ponto de esperar por mais tempo.

Oii gente tudo bem? Espero que sim, essa é minha primeira fanfic então talvez não esteja muito boa, mas espero que gostem, eu ainda não assisti hazbin hotel então talvez algumas informações não esteja certas, é isso bjs.

entre correntes e poderWhere stories live. Discover now