A luz

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ATENÇÃO:
Este capítulo é propositalmente mais curto, pois estou testando o aplicativo. Os próximos serão muito mais longos. Obrigado pela compreensão desde já!

Max, uma estudante do segundo ano do ensino médio, era conhecida por sua gentileza e disposição em ajudar os outros. Morava com sua mãe em uma casa simples, localizada em um pequeno e tranquilo bairro. Sempre teve o costume de dormir até mais tarde, e, como de costume, aquele dia não foi diferente.

Dormia profundamente quando, de repente, uma voz ecoou pela casa:

— Max! Já são 12h50, você está atrasada!

gritou sua mãe da cozinha, em alto e bom som.

Assustada, Max pulou da cama como um raio.

— Já vou!

respondeu, tentando processar a situação.

Ainda com os olhos semicerrados de sono, correu até o guarda-roupa, pegou rapidamente o uniforme escolar, trocou-se às pressas, tirando o pijama e vestindo a roupa da escola de qualquer jeito. O coração batia acelerado, ela tinha uma prova muito importante naquele dia.

— Max!

chamou sua mãe novamente, impaciente.

— Calma aí!

respondeu Max, enfiando os livros dentro da mochila com pressa.

Correu até a cozinha, deu um abraço apertado na mãe e pegou seu "café da manhã"

— Tchau, mãe!

— Vai logo, menina! Só faltam sete minutos pra prova!

Max saiu de casa como um furacão, com a torrada ainda na boca. Correu o mais rápido que conseguiu pelas ruas do bairro até chegar na escola. Já sem fôlego, atravessou o portão, cruzou o pátio e subiu correndo as escadas que levavam até sua sala. Cada degrau parecia uma eternidade.

Assim que entrou na sala, a professora já estava entregando as provas.

— Ah, Max! Pensei que não viesse hoje.

— Desculpa, professora! Dormi tarde ontem e perdi a hora.

— Tudo bem. Agora sente-se e comece sua prova.

— Sim, senhora!

disse, envergonhada.

Max se sentou e começou a responder a prova. Ainda estava meio zonza, mas tentava focar. Alguns minutos depois, sentiu alguém cutucando suas costas. Virou-se discretamente para trás e viu sua melhor (e única) amiga, Bruna.

Bruna era uma garota de pele bronzeada e cabelos loiro-escuros, sempre com roupas extravagantes e um jeito divertido. Embora parecesse cheia de atitude, era um tanto ingênua.

— Max, você sabe qual é a resposta da número sete?

cochichou, com um sorrisinho.

— Nossa, eu nem comecei a prova direito e você já quer cola?

respondeu Max, com uma risadinha discreta.

— Hehe...

respondeu Bruna, sem graça.

O tempo passou, e enfim o sinal para o intervalo tocou. Os alunos correram para fora da sala, ansiosos por uma pausa. Max se levantou com calma e caminhou até as escadas que levavam ao terraço, onde encostou-se à parede e esperou.

Pouco depois, viu Bruna vindo apressada pelo corredor.

— Só tem carne de porco no refeitório...

disse Bruna, fazendo uma careta.

— Ué, achei que você comia de tudo.

— De tudo... menos porco.

— Sei... Vamos?

— Vamos!

As duas subiram juntas até o terraço, que estava vazio, como de costume naquele horário.

— Finalmente as aulas estão acabando. Eu não aguentava mais.

disse Bruna, esticando os braços.

— Você dormiu o ano inteiro e ainda reclama.

— Hehe.

O tempo passou e o sinal final tocou. Max e Bruna saíram juntas da escola e se despediram com um abraço. Mas, em vez de ir direto para casa, Max decidiu seguir seu costume estranho: caminhar pela floresta próxima, onde se sentia tranquila, longe da rotina.

Adentrou as árvores, com o céu já tingido de laranja pelo pôr do sol. O ambiente era silencioso, com o som dos galhos balançando suavemente ao vento. Seu celular tocou. Era sua mãe, preocupada.

— Max, onde você está?

— Caminhando na floresta, como sempre.

— Você sabe que eu não gosto dessas caminhadas. Pode ser perigoso. Volte logo!

— Tá bom, mãe... Tchau.

— Tchau. Se cuida.

— Você também.

Desligou o celular e continuou andando. Mas, após alguns minutos, ouviu um som estranho, como um grito abafado, vindo de algum lugar adiante. Um calafrio percorreu sua espinha.

"Quem estaria na floresta a essa hora?" pensou, assustada.

Acelerou o passo, mas a floresta parecia se estender infinitamente. Em um descuido, tropeçou em uma pedra e caiu com o rosto no chão, abrindo um pequeno corte em sua testa.

Levantou-se, tonta, e tentou escutar ao redor. O silêncio era absoluto. Colocou a mão no bolso para pegar o celular e verificar a hora mas estava sem bateria.

Ela começou a entrar em pânico. Sentia que estava andando em círculos, perdida naquele mar de árvores. Estava prestes a gritar por socorro quando, de repente, algo chamou sua atenção.

À sua frente, no chão coberto de folhas secas, havia uma luz fraca, do tamanho de uma pedra pequena, brilhando com um tom suave. Max se aproximou, fascinada, como se algo a atraísse de forma inexplicável.

— "O que é isso...?"

sussurrou.

Ajoelhou-se lentamente e estendeu a mão. Assim que tocou a luz, uma sensação estranha tomou conta de seu corpo. A luz se ergueu, flutuando em sua frente, enquanto sua visão começou a escurecer, uma dor de cabeça intensa explodiu dentro de sua cabeça.

Max tentou gritar, mas não conseguia emitir som algum. Tudo ao seu redor começou a girar. Em segundos, a escuridão tomou conta de sua consciência.

E então... ela desmaiou.

CONTINUA...

Notas finais: por favor apoie um escritor iniciante com um "voto" e um feedback! Isso me ajudaria muito, ainda mais caso você tenha gostado da história! O que ia me incentivar mais ainda a continuar ela <3

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