Ola!
Bom gente, eu vim né. Vim trazer a ideia se não, eu iria explodir!!!
Eu gosto tanto de escrever um plot onde ele é todo sério e ela toda fofa, eu me acostumei muito com o meu destino era te encontrar.
Então eu vou trazer essa pegada de novo sim, só que no passado. Espero que gostem.
Avisos: A fic é para maiores de 18 anos. Ou seja, já sabem que o senhor general aí vai gostar do "negócio". E eu também, e a Marinette também.
Todos os personagens são maiores de 21 anos.
Esta história se passa na França dos anos 30 e pode conter comentários, atitudes ou expressões que refletem a mentalidade e os costumes da época. Esses elementos são usados unicamente para fins narrativos e históricos: não representam a opinião ou valores pessoais meus.
Obrigada por ler com o coração aberto e mergulhar comigo nessa viagem no tempo. 💙
***
França, 1930.
O sol mal tinha subido no céu e já aquecia com timidez os telhados de ardósia da vila.
No pequeno quarto alugado acima de uma padaria, Marinette se vestia às pressas, tentando prender os cabelos numa trança apressada enquanto equilibrava um espelho trincado no parapeito da janela.
Na cômoda, um radinho de madeira chiava entre estática e vozes abafadas. Um locutor falava com urgência, como se tentasse ser mais importante que os estalos da lenha no fogão:
"— ...continua a greve nas fábricas de tecelagem em Lyon. Mais de trezentas operárias caminharam até a prefeitura exigindo melhores salários. A Confederação Operária declarou que os cortes são insustentáveis. Autoridades ainda não se pronunciaram... —"
— É, felizmente eu saí a tempo... — murmurou Marinette, puxando um fio de cabelo mais teimoso que os outros. — Se esse novo serviço durar, pelo menos meus pulmões vão agradecer.
Mais um puxão, mais um resmungo.
— Ai! Logo hoje você resolveu se virar contra mim?!
Deu um passo para trás e analisou o visual.
O vestido azul de algodão era simples, mas limpo. O casaquinho de lã emprestado pela senhora Bourdon estava dois números maior, mas era o mais elegante que tinha. As botas? Surradas, porém firmes. Inspirou fundo. O estômago dava voltas.
Empregada. Na mansão de um general. Um general de verdade.
"Seja educada. Não derrube nada. Fale pouco. Sorria. E não olhe para ele. Olhe para o chão!"
Desligou o rádio, apagou o fogo, pegou a maletinha, e desceu as escadas em passos trêmulos.
Do lado de fora, sua carruagem a esperava... ou melhor, Tikki a esperava — a égua ruiva de crina despenteada, resfolegando com cara de poucos amigos.
— Eu sei que você odeia ir pra Paris, mas promete que vai se comportar? Só hoje, só essa vez. Depois te dou um balde de maçãs. Com direito a casca e tudo!
Tikki respondeu com um bufar sonoro. E um coice no chão.
— Isso foi um "sim", né? Né?
A viagem até a mansão levou quase uma hora. Subiram colinas, cruzaram cercas, sacolejaram por paralelepípedos que pareciam querer desmontar a carroça. Marinette, sentada no banco de madeira, agarrava as rédeas com uma mão e o próprio juízo com a outra.
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Entre fardas e flores
RomanceParis, 1930. Ele é um general sério. Ela, uma empregada atrapalhada. Na França dos anos 30, Adrien Agreste vive entre ordens, silêncio e disciplina - até Marinette Dupain-Cheng aparecer. Com um sorriso doce e um talento natural para o caos, ela inva...
