Era uma noite de outono quando Ana, uma jovem escritora em busca de inspiração, decidiu alugar uma casa isolada no campo. O lugar parecia perfeito: uma construção antiga com um jardim selvagem, cercada por árvores de mais de 50 anos que se mexiam conforme o vento.
Ao entrar, Ana sentiu um arrepio estranho, mas logo ignorou. Os móveis rangiam e as paredes não tinham uma pintura nova à anos, mas não ligou e seguiu para o seu quarto que se localiza no último cômodo no corredor principal.
No entanto, conforme as horas passavam, um silêncio perturbador entrava cada vez mais pela casa. Mas aquele silêncio...Não era normal, como se houvesse algo mais denso ali, uma presença a mais além de Ana.
Na primeira noite, Ana acordou com um grito agudo e forte que ecoou pelos corredores da casa. Ana se levantou e correu para fora do quarto na esperança de encontrar algo, mas não encontrou nada além de sombras que a luz da lua criava pelas janelas e um cheiro metálico no ar. Desconfiada e assustada, voltou para a cama, achando que foi apenas um pesadelo.
Conforme os dias passavam, os ruídos ficavam mais fortes. Passos ecoavam pelos corredores durante a madrugada, manchas escuras começaram a aparecer nas paredes do quarto de Ana. Cada noite que passava mais ela perdia o sono e cada vez mais perturbada com os susurro que pareciam sair das sombras.
Em uma certa noite quando o silêncio era mais abafado do que nunca, Ana decidiu investigar. Com uma lanterna na mão, saiu pelos corredores silenciosos até em um momento chegar numa porta esquecida no final do segundo andar. A maçaneta rangeu quando ela girou lentamente.
Do outro lado, encontrou um quarto intocado por ninguém. No centro, uma figura pálida e magra estava sentada numa cadeira antiga. Seus olhos vazios encaravam Ana com uma intensidade inexplicável. Gotas de sangue pingavam do teto nela, fazendo poças escuras no chão de madeira.
Sem acreditar no que estava vendo, Ana deu um passo para trás, mas era tarde demais. A figura avançou com uma velocidade sobrenatural, agarrando Ana com suas garras finas e frias. O último som que Ana ouviu foi o som do próprio grito ecoando no escuro daquele quarto.
Na manhã seguinte, os moradores próximos notaram que a casa estava muito quieto. Ao entrar encontraram o corpo de Ana no quarto vazio e empoeirado, mas nos corredores havia um eco de um riso macabro celebrando a sua vítima mais recente dali.
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Era uma vez Ana
Horror"Era uma Vez Ana" é uma história de terror que explora a atmosfera sombria e perturbadora de uma casa isolada no campo. Com uma narrativa concisa e eficaz, a história leva o leitor a uma jornada de suspense e medo, onde a protagonista Ana enfrenta u...
