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Três meses depois...
– Angel! Pare de comer os doces, vai acabar tudo! – Minha mãe reclama pela milésima e eu dou um sorriso amarelo.
– Mas mãe...
– Mas nada, sai daqui logo, deixei uns para você na cozinha. – Ela fala e eu saio apressada até a cozinha vendo uns familiares conversando.
Dou de ombros e vou até a bancada onde tinha brigadeiro, que eu agradeço por não terem comido.
Pego os mesmo e assim que me viro vejo Gustavo entrar em casa e logo sou olhar se direcionam a mim, vejo ele vim com um sorriso e me dá um selinho.
– Doce princesa? Você não disse que tava enjoada? – Ele pergunta e eu assenti.
– Estava, passado, agora no presente eu quero doce. – Falo enquanto como, e vejo o mesmo pegar um me fazendo fuzilar ele com os olhos.
Oxi, os docinhos são meus, eu hein.
Ele apenas deu risada, espero que não seja de mim, e saiu e como sou uma bela ajudante fiquei vendo minha mãe arrumar os últimos preparativos na área de lazer e logo que ela termina me sento na cadeira de balanço com tédio.
Acho que a criança não sabe ainda que tem que crescer, já já faz quatro meses e eu tô com a barriga muito pequena, isso é estranho, mas o criança que pesa, já já tô andando toda torta igual uma cracuda.
– ANGEL!! – Escuto a voz da Dib me virando para olhá-la que vinha com um sorriso enorme no rosto.
– Pra que gritar, calma. – Falo enquanto vejo ela se sentar.
– Eu vou saber se vou ser titia de menina ou de menino, tenho meus motivos.– Ela fala com um sorriso enorme enquanto eu apenas reviro os olhos. – Inclusive já pensou nos nomes?
– Nem sei se é menina ou menino, então relaxa que na hora certa eu e o Gustavo vamos conversar sobre isso.– Falo com um sorriso indo a atenção aos balões.
Rosinha claro e azul, tá tudo tão bonitinho, nem sei se tenho coragem de estragar...
– Eu só tô curiosa, já devia ter uma lista né? – Ela comenta e eu nego.
– Você tá maluca...– Falo rindo ela revira os olhos.
Por um tempo falamos sobre planos, o que queríamos fazer, e como aproveitar um bom tempo, e no fim isso resultou em fofoca da vida dos outros porque já tinha acabado todos os planos.