all the butterflies

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O vestiário dos New York Islanders era um local de intensa agitação. A energia vibrante dos jogadores que se preparavam para mais um jogo se misturava ao aroma de suor e a um leve cheiro de desinfetante. Mathew Barzal, com seus cabelos pretos e olhos castanhos profundos, ajustava as proteções e se preparava para o treino. Ele era um dos jogadores mais promissores da liga, um dos melhores right wing da NHL, conhecido por sua habilidade no gelo e sua personalidade carismática.

Do outro lado do vestiário, Amelie Monroe, uma jovem fisioterapeuta recém formada na Universidade de Rice, se concentrava em organizar seus equipamentos. Ela era uma texana de cabelos castanhos claros e olhos azuis brilhantes, que pareciam refletir a determinação e a paixão que tinha pelo seu trabalho. Amelie tinha sido contratada para ajudar os jogadores a se recuperarem de lesões e a otimizarem seu desempenho.

O destino os uniu naquela manhã fria de outono. Mathew, ao ouvir risadas vindas do vestiário, não pôde deixar de se sentir intrigado. Ele saiu de sua área e se deparou com Amelie, que estava conversando animadamente com outro fisioterapeuta. Ela estava tão concentrada no que dizia que não percebeu a chegada dele.

- Ei, você é nova por aqui, não é? -  Mathew perguntou, quebrando o gelo.

Amelie se virou, surpresa.

- Sim, sou eu. Acabei de me mudar para Nova York. Sou a nova fisioterapeuta, Amelie Monroe, e você é o...

- Mathew, - ele se apresentou, estendendo a mão. - Mathew Barzal. Prazer em conhecê-la.

A conexão foi instantânea. Eles trocaram algumas palavras e, enquanto Mathew voltava para o treino, não conseguia parar de pensar na fisioterapeuta que parecia irradiar uma luz única.

(...)

Nos dias seguintes, Mathew e Amelie cruzavam caminhos frequentemente no vestiário. Eles trocavam histórias e risadas, e ele descobriu que, além de ser uma excelente profissional, Amelie era também uma pessoa adorável e carismática.

No final da temporada, enquanto Amelie trabalhava em sua perna, após um treino intenso, Mathew perguntou:

- E o que te trouxe para Nova York, Amelie?

Ela sorriu.

- Sempre quis trabalhar na NHL, mesmo não sendo uma grande fã de esportes, meu avô sempre assistia partidas de Hockey e, quando surgiu a oportunidade de integrar a equipe do Islanders, não pensei duas vezes!

Mathew impressionou-se com sua determinação.

- Você é incrível, Amelie. Eu admiro sua paixão pelo que faz.

O rosto da texana fica corado com as palavras do canadense, agradecendo pelo elogio.

(...)

Com o passar das semanas, Mathew e Amelie começaram a se encontrar com mais frequência. Ela frequentemente estava nos vestiários para ajudar os jogadores a se recuperarem de lesões, e ele sempre fazia questão de parar para conversar. As conversas se tornaram mais longas e profundas, revelando interesses e valores semelhantes.

Amelie estava impressionada com a humildade de Mathew, apesar de seu sucesso. Ele falava sobre seu amor pelo hóquei e seu desejo de levar os Islanders a um campeonato. Por outro lado, Mathew admirava a dedicação de Amelie à fisioterapia e seu desejo de fazer a diferença na vida dos atletas.

Certa tarde, após um treino intenso, Mathew convidou Amelie para assistir a um jogo. Até porque, ela ficava apenas nos bastidores, caso algum jogador precisasse de atendimento médico. E Barzal estava fora por três semanas.

- Você precisa ver como é a atmosfera durante uma partida - disse ele, com um sorriso contagiante.

Amelie aceitou o convite, e naquela noite, enquanto torciam juntos, a química entre eles se tornou inegável.

All The Butterflies | Mathew BarzalStories to obsess over. Discover now