Caitlyn Kiramman vai para a floresta proibida, onde deixa uma fera terrível e perigosa. Mas ela não tem medo nenhum. Na verdade, é exatamente isso que ela está procurando. Ou... mais precisamente... QUEM ela está procurando.
Vi. O Lobisomem. O Lobo...
Oi lindos! Feliz ano novo! Fanfic para vocês serem felizes !
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A lua estava baixa no céu noturno, uma lsca crescente pálida lançando um brilho suave sobre a densa floresta. As árvores, altas e antigas, sussurravam vento frio farfalhava através de suas folhas. O caminho serpenteando pela floresta era quase invisível, uma estreita faixa de terra desgastada por incontáveis passos. Era um caminho que levava ao perigo, um caminho que até os
mais corajosos hesitavam em trilhar a essa hora.
Mas Caitlyn Kiramman não era como as outras.
Ela não era estranha a esse caminho. Seus passos eram seguros, seu passo confiante enquanto ela se movia mais profundamente nas sombras. Ela andava com propósito, seus passos longos e confiantes, a bainha de sua capa azul-escura varrendo o chão. A capa era seu escudo, seu tecido grosso enrolado firmemente em torno de seu corpo esguio, afastando o frio cortante da noite. Um capuz, puxado para baixo sobre sua cabeça, lançava seu rosto na sombra, embora o brilho de seus olhos azuis penetrantes ocasionalmente capturasse o luar, revelando um olhar que era determinado e cauteloso. Esta capa era sua armadura, um escudo contra o mundo que nunca entenderia a escolha que ela havia feito.
A floresta estava silenciosa, exceto pelo farfalhar ocasional de folhas ou o grito distante de uma coruja. Mas Caitlyn sabia que não devia confiar no silêncio. Ela tinha ouvido as histórias, sussurradas em tons baixos perto da lareira, da besta que rondava essas florestas. Uma criatura da noite, toda presas e pelos, com olhos que brilhavam como brasas e um uivo que poderia congelar o sangue em suas veias. Eles o chamavam de Lobo. Um nome que causava arrepios na espinha até mesmo dos caçadores mais experientes. As histórias sobre o Lobo dessas florestas eram bem conhecidas, sussurradas em tons de medo por aqueles que se amontoavam perto da lareira. Presas tão afiadas quanto facas, olhos que podiam perfurar a alma. Uma besta que o despedaçaria sem pensar duas vezes.
Mas Caitlyn não estava com medo. Pelo contrário. No entanto, conforme ela se aprofundava na floresta, uma sensação de desconforto começou a se apoderar dela. O ar parecia mais denso aqui, pesado com o cheiro de terra úmida e algo mais, algo mais escuro. Ela parou, olhando ao redor. Lá, à distância, ela viu, um par de olhos brilhantes, prateados e sem piscar, observando-a da escuridão.
Ela sabia o que era. Ou melhor, quem era.
“Vi”, ela sussurrou, sua voz quase inaudível acima do farfalhar das folhas.
Os olhos se estreitaram levemente, e um rosnado baixo retumbou pelas árvores, vibrando na boca do estômago. Lentamente, a criatura emergiu das sombras, pisando na lasca de luar que filtrava através do dossel acima. Ele era alto, seus ombros largos envoltos em uma capa esfarrapada que pouco fazia para esconder os músculos poderosos por baixo. Seu rosto, embora principalmente humano, trazia os sinais reveladores da besta interior, uma nitidez em suas feições, presas que brilhavam quando ela mostrava os dentes, e aqueles olhos, selvagens e indomáveis.