Nos silêncios que o tempo nos trouxe,
Havia um eco que não soubemos ouvir,
O passado, com suas dores disfarçadas,
Nos separou, mas não conseguiu extinguir.
Fomos dois rios, correndo em direções opostas,
Perdidos em curvas que a vida desenhou,
Mas, em algum lugar, entre a dor e a distância,
Descobrimos o que sempre foi nosso.
O tempo passou, mas não levou a memória,
De um amor que se ocultava em silêncio profundo,
E, ao nos reencontrarmos, entre olhares e palavras,
Vimos que o que ficou não era um vazio, mas um mundo.
Cicatrizes que o tempo não apaga,
Mas que não nos definem, pois em cada uma,
Há uma história de renascimento, de coragem,
De tentar, de recomeçar, de curar, de abraçar.
Agora, caminhamos lado a lado, sem pressa,
Construindo um futuro que é só nosso,
Com as mãos entrelaçadas, os corações em paz,
Sabendo que o que importa é o que ainda está por vir.
Não mais perdidos em o que foi, mas atentos ao que é,
Nosso amor renasce, com as forças do tempo,
E entre risos e promessas, sabemos enfim,
Que o passado não é o fim, mas o começo de um novo ser.
— H.
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Entre as Palavras e o Silêncio. l.s
General FictionDurante uma tarde chuvosa, Harry Styles encontra uma antiga caixa no fundo do armário de sua casa. Dentro, há dezenas de cartas que ele escreveu para Louis, seu melhor amigo e talvez algo mais, mas que nunca teve coragem de enviar. As palavras nas c...
