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ESTADOS UNIDOS, 12 DE SETEMBRO DE 1990.

Muito prazer, me chamo Alfred Bousond. Bom, eu estava no meu escritório, foleando páginas do jornal que saiu recentemente essa semana até que escuto alguém me ligando. Sou um detetive profissional e sempre sou chamado para resolver diversos casos, esse meu amor por casos criminais veio desde que eu era pequeno, então não é surpresa que eu tenha me tornado um detetive quando adulto.

- Alô?

Eu digo, no meu tom neutro de sempre.

xxx: Olá, bien... Tu és Alfred, não é? Ouvi falar muito de você e pensei que você podia me ajudar numa coisa realmente urgente.

Fico ereto da cadeira, coçando minha barba enquanto franzo o cenho.

- O que seria?

xxx: A minha irmã, a minha irmã simplesmente desapareceu hoje cedo. Ela foi para a nossa colheita de pimentas hoje às 6:21 da manhã e depois não voltou mais, eu estranhei e fui lá na colheita procurar por ela, mas ela não estava lá. Se puder, eu realmente preciso de ajuda.

Respiro fundo.

- Me diga seu nome, endereço e algumas outras informações, por favor.

xxx: Claro, senhor.

*Skip time*

No mesmo dia, arrumo minhas coisas e saio do escritório. Pegando minha moto rebaixada e agora meu destino é na Espanha, investigar um suposto desaparecimento.

Eu chego finalmente depois de um longo tempo, o caminho foi longo e eu tive que gastar muito em gasolina. Chegando lá, me encaminho direto para a casa da moça que pediu a minha ajuda. Chego na porta da casa dela e bato suavemente, ouço um barulho de chave e a porta de abre.

xxx: Venha, entre.

Uma jovem mulher me chama para dentro da casa dela calorosamente, eu entro, deixando minhas coisas no chão, apenas pegando uma caneta e um bloco de notas do meu bolso.

- Primeiramente, vou precisar saber seu nome.

Maria Antonietta: Ah, sim. Me chamo Maria Antonietta, prazer.

Ela estende a mão e eu aperto amigávelmente.

- Bom, sua irmã sumiu a uns dias atrás por volta das 6 da manhã, certo?

Maria Antonietta: Sim, não achei nada dela, nenhum vestígio.

Anoto algumas coisas no meu bloquinho de notas e olha para ela.

- Você pode me dizer o nome da sua irmã?

Maria Antonietta: Sim, claro. O nome dela é Macchisne.

- Nome exótico.

Maria Antonietta: A origem do nome dela é um pouco engraçada.

- Oh, sério? Eu iria perguntar mas não tenho tempo para isso. Bom, se importa de eu passar a noite aqui? Está de noite e eu não tenho para onde ir.

Maria Antonietta: Você pode si, está com fome?

- Não, muito obrigado.

Maria Antonietta: Então tudo bien.

Ela se senta numa cadeira perto da mesa de jantar, vejo ela me convidar para sentar e eu educadamente sento.

- Se não for te incomodar, posso te fazer algumas perguntas?

Maria Antonietta: Ah, si, claro. Puede fazer qualquer pergunta que você quiser.

Respiro fundo antes de ficar ereto na cadeira, com meus braços cruzados.

- Você suspeita que ela tenha sido sequestrada?

Maria Antonietta: Bien provavelmente, mas nossa colheita é privada. Quer dizer, não é totalmente privada.

- Pode me levar até lá?

Maria Antonietta: Tiene cierteza? És perigoso lá fora, e tambien estás frio.

- Eu não me importo, 'perigoso' é o meu nome do meio.

Me levanto da cadeira

- Vamos, Maria?

Ela hesita um pouco, mas logo se levanta e toma o lugar a frente de mim. Eu a sigo, pegando uma lanterna do bolso e a acendendo-a.

Maria Antonietta: Aqui, era aqui.

Viro luz da lanterna para todos os lugares possíveis, apontando principalmente para o chão, para ver se há algum rastro.

- Hm... Interessante, parece que a pessoa que sequestrou sua irmã, foi bem inteligente de não deixar nenhum rastro, não sei como ele ou ela fez isso.

Ficamos um pouco em silêncio até ouvirmos um barulho no meio da escuridão do mato, Maria Antonietta se esconde atrás de mim, assustada.

- Calma, está tudo bem.

Maria Antonietta: É melhor sairmos daqui, yo realmente no gosto de ficar aqui logo de noche.

Respiro fundo e olho para ela

- Bom, eu disse que só iria vir aqui para ver, melhor irmos para dentro de casa mesmo. Vou tentar descansar, e você também. Não quero que fique se preocupando tanto com isso.

Ela assente com a cabeça e nós saímos do local.

¿Quién mató a Macchisne?Stories to obsess over. Discover now