Uma menina teve seus pais arrancados brutalmente dela, ela não sorria, não demonstrava nada além de dor e sofrimento.
Um dia enquanto buscava refúgio nas bebidas em um bar na estrada, ficou bêbada e saiu do bar, andando em direção a floresta ali perto. Andava sem rumo e não sabia para onde ia
Nas suas voltas encontrou uma árvore diferente das outras, talvez seja a bebida, mas a menina jura que a árvore está se mexendo, ela fica parada, a árvore parece se aproximar
Não é uma árvore, é um homem, usando roupas pretas rasgadas, tem no mínimo 2,90 metros, seus cabelos arrepiados iam até os ombros, seu rosto desfigurado por cicatrizes e machucados, andava de uma forma corcunda e tinha alguma coisa em suas mãos, uma bengala talvez? Não, tinha alguma coisa mas pontas
A garota se paralisou, não conseguia se mexer, não conseguia fazer nada, só ver aquela coisa se aproximar, aquilo não era humano
Conforme aquele ser endiabrado ia se aproximando, ela percebe, sua "bengala" era uma foice, nesse momento seus instintos de sobrevivência gritaram mais alto que seu medo, ela começou a correr, aquela coisa andava calmamente atrás dela
Ela tropeça, estava muito bêbada para conseguir se manter, seu corpo treme e as lágrimas caem com pressa pelo seu rosto, a criatura se aproxima e com o que parece ser uma boca ela dá um sorriso perturbador, se abaixa na frente da menina.
A menina começa a gritar, a criatura coloca o seu indicador na boca da pobre garota indicando para ela fazer silêncio, a menina apavorada obedece com medo do que poderá acontecer se ela não fizer isso, coitada, com esperanças diante de tal situação onde se encontrara
A criatura com o seu sorriso, abre a boca, "sorria, vá, sorria para mim, uma vez, uma última vez, sorria, sorria, não se importe, sorria" a criatura dizia com segurando a foice perto de seu pescoço, a menina dá um sorriso apavorada com a situação, a voz da criatura era suave e calma, mas ao mesmo tempo era rouca e assustadora.
Então com o seu último sorriso, a garota tem sua cabeça arrancada de seu pescoço, assim como os pais, agora, depois de morta ela encontrou o assassino...
Dês de então a criatura está a espera de sua próxima vítima.
Então se lembre... Sorria
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Era uma vez: As vozes da minha cabeça
HorrorMuitas histórias de terror, 99.9% autorias inspiradas em coisas do meu dia a dia
