Eles começam a andar, não só eles estavam lá como também bombeiros e ambulâncias, eu vejo a minha mãe e abraço mas não por muito tempo a ambulância leva eu e minha mãe, ela vai me acompanhar até o hospital .
Um policial aparece fazendo pergunta.
-Amanhã você prestara o depoimento!
Nome ?
Eu congelo passa um filme pela minha cabeça eu só consigo pensar oque tudo que as outras pessoas passaram tudo que aconteceu eu não tive nenhuma reação, até que minha mãe responde por mim.
– Claire Alves e Amanda Alves.- minha mãe respondeu por mim.
E não para de aparecer terapeutas e psiquiatras amanhã vou começar uma sessão de terapia minha sabe que vai me deixar cicatrizes e traumas .
…
Acabei de chegar ao hospital eles me examinam e fazem um check up,
Minha lágrimas caem ao abraçar a minha mãe um abraço longo com choro só de pensar que eu não queria ir a escola e ela me obrigou e me fez acordar cedo ela se sente culpada eu a digo que ela não tem culpa ela só estava fazendo a parte dela como mãe ela não tinha culpa se malucos iam invadir a escola e assassinar jovens inocentes .
...
Eu a observo de longe no hospital
Ela está com a mãe eu começo a chorar por incrível que pareça minha mãe nem meu pai veio ao hospital me encontrar olha elas nunca se quer se importaram mas eu QUASE MORRI oque ia custar pelo menos estar presente e se importar ou me abraçar eu não consigo aguentar e choro cada lágrima é um grito silencioso, a enfermeira ela me abraça olha eu me senti amada pelo uma vez na minha vida depois que minha irmã se foi, era sempre eu por ela
e ela por mim mas agora vai ter que ser eu por mim mesma .
Eu a vejo sozinha acho que os pais já estão a caminho então eu saio com minha mãe eu a olho e esboço um sorriso e aceno com a mão ela sorri e acena de novo ela consegue sorrir com lágrimas no rosto.
Infelizmente vou ter que ficar no hospital em observação sabe depois de tudo oque falei eu insisti eu não aconteceu nada de grave fisicamente mas mentalmente vai ficar um trauma tão forte.
E é por isso que vou fazer terapia então eu vou a sala de observação é aqui que vou ficar pelas últimas vinte quatro horas, pelo menos estou com minha mãe.
Vejo acompanhada de sua mãe, ela olha pra mim sorrir e acena com a mão, eu retribuo o sorriso e aceno novamente.
E em seguida ela vai a observação, não queria não me importar com isso mas é incontrolável um sentimento de rejeição a dor da rejeição.
só queria também estar com minha mãe abraçadas juntas,sorrir, conversar talvez eu nunca vou sentir essa sensação.
Presa em meus pensamentos com olhos cheios de lágrimas algumas escorrendo pelo rosto até que a enfermeira me tira dos meus pensamentos.
–Vamos?, Ei você está me ouvindo?
–karie! Karine Albuker!
-Oi… oii o que você disse?
-Eu disse vamos, então?
-Sim. Vamos
-Então me acompanhe senhora Albuker
-Senhora? Tenho nem 18- resmungo
-Aqui, você ficará aqui pelas últimas vinte quatro horas.
–É eu sei -digo com a voz cabisbaixa.
…
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Nascidas Para Morrer
RomanceDepois de ser salva em um massacre catastrófico em uma escola, Claire se apaixona intensamente pela menina, a menina machucada que perdeu sua única irmã no mesmo acidente tenta enfrentar os obstáculos de sua família drogada e acaba se apaixonando...
