Este capítulo foi dividido em oito parte em que irei dizer e expressar como senti e como ainda sinto.
A segunda parte conto sobre minha infância que se torno um trauma,a maioria teve uma infância
alegre,cheios de harmonia,brincadeiras,afeto,amor,carinho...
Mais a minha foi aos contrários disso tudo,nunca tive carinho,afeto e nem um pingo de amor,e irei conta tudo sobre.
Eu era uma garotinha tão alegre,cheias de sonhos e cuidadosa com todos.só que essa alma,essa vida,não foi pra mim,não foi essa vida que me encaixo,nessa personalidade minha.pois a minha família não era companheiras uma das outras,minha mãe e meu pai foram totalmente o meu desgosto.eu sei que isso é muito pesado de se fala.mais meus pais se batiam,se xingavam,um ameaçavam uns aos outros,já apanhei bastante vezes por entra no meio,só por separá-los.
Meus pais não mostravam nem um afeto,não demonstravam que gostavam de mim,meu pai nem se fala,ele foi a pior pessoa que existiu,ele me rejeitava,as palavras dele,foi cada cuspi pra mim,sim! Eu sou a filha casual,a rejeitada,meu pai ,minha mãe,só se importava com ele,tudo que ele pedia eles faziam no mesmo estante,já eu,só escutava um monte como se fosse uma pessoa má,o que fiz de errado?es a questão que se passava em minha cabeça,eu me sentia uma pessoa tão cruel.
Eu tinha 6 anos de idade,quando meus pais brigavam,eu sempre corria pro meu quarto,não importava o que estava fazendo,só corria e,fechava a porta do meu quarto e me escondia no meu guarda roupa,e pegava meu diário e escrevia tudo o que vinha pela cabeça,o que se torna uma criança a fazer isso?
Eu era uma criança tão inocente,e foi disso que comecei a não me importa mais,e foi disso que me tornei uma criança violenta,descontava em tudo,só pelo fato de achar que tudo que aconteceu em vão,foi TODA A MINHA CULPA,foi disso que comecei a da soco nos vidros de casa e ainda mentia sobre,fingia que estava brincando com meu irmão e sem querer quebrar,mais só que eu que tinha decidido,comecei também a chorar e tinha parado de escrever no meu diário,e nisso tudo me ressumi em um simples choro,eu me afogava na minha própria magoa,na minha própria culpa,me sentia culpada por tudo,por existir,por acha que seria um erro pra eles.
Uma vez eu estava tão feliz,que pela primeira vez conversei com minha mãe tão bem,ela tinha me dado até uns quadro de vidro,para colocar foto,e nisso eu tava esperando minha mãe pegar as fotos, e nisso meu pai chegou e abriu a porta,na minha frente ele pega no meu braço,deixando marcas doloridas,e minha mãe logo em seguida veio,pra me ajuda e foi nisso que ele solta e vai pra cima da minha mãe ,pegou meus quadros de vidro e joga no chão,na minha frente e da minha mãe.
Assim depois,xingue e falei q ele era a pior pessoa q já vi na vida.e nisso corri pro meu quarto e chorei de novo,como de costume,e nisso eu sempre entrei na frente da minha mãe,mesmo sabendo que iria apanhar,pois eu era uma criança que foi totalmente mudada,por esse vínculo sem afeto,sem amor,sem demonstração de carinho e nisso eu comecei a não se importa pelo o que meu pai pensava ou dizia,pra mim ele não era meu pai,comecei a crescer e tendo uns pensamentos e foi nisso que comecei a me torna uma pessoa sem vínculo,sem demostra o que sentia,a única coisa que fazia era briga,discutir,me machuca eu mesma,pois uma frase que me marca muito sobre essa minha infância foi: A lembrança serena de uma dor passada traz um prazer.
E penso até hoje,porque eu sinto prazer com dor?pois mais dor que eu carregava,mais eu arrumava um jeito de acostumar com a dor,por mais que seje dolorida eu fui me acostumando,é isso foi um erro.
Poxa eu era uma garotinha tão sonhadora,tão alegre,alegrava todos com a minha energia,sinto falta até hoje dessa minha antiga energia que encantava todos.
O passado acabou me tornando uma pessoa totalmente diferente.
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o problema é entre o nascimento e a morte
Non-Fictioncapítulo 1 conto sobre a minha infância. Pensamentos de uma criança, que só queria ser ouvida e ter amigos fiéis.
