Capitulo 1

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Amélia Jonson.

Aquí estou me sentindo patética depois de 3 submissas terem achado que estou em busca de uma. Após ser obrigada a mostrar minha pulseira e ver o espanto no rosto das mulheres, estou confusa. Parece que essas pulseiras brancas que me deram na entrada não servem pra nada, ou estou com a pulseira errada. Porém duvido que uma boate tão requintada e respeitada pela prática BDSM cometería um erro assim. Então chego a segunda conclusão e a mais óbvia, eu não pareço a porra de uma submissa.

-- Parece que te deram a pulseira errada.-- Sem ao menos olhar para a pessoa que eu deduzir ser uma mulher pela voz, me enfureció.

-- Pelo contrário, mas pelos meus...-- Chequei o horário no relógio.-- 38 minutos aqui, percebi que não pareço nem um pouquinho com uma submissa como vc, gostaria de saber qual a porra do problema comigo. Você já pode ir, não vou te bater, nem punir, nem transar com você, sabe o porquê? Por que eu quero que alguém faça isso comigo.-- Tomo outro gole da bebida sem álcool.

-- É parece que você realmente merece uma punição. Senhorita???

Olho para ela e minhas bochechas esquentam de imediato, seu estilo social faz um contraste perfeito com seu cabelo loiro e olhos verdes. Diferente de mim, ela é muito alta, julgo uns 1,75cm de altura, enquanto eu tenho 1,67cm. Análiso todo o seu corpo minuciosamente e então me espanto ao perceber que sua pulseira é vermelha. Eu estava falando com uma Domme esse tempo todo. Sinto não só as minhas bochechas esquentarem, como também todo o meu corpo que parece está em chamas. Limpo minha garganta e tento respondê-la.

-- Amé... Amélia, meu nome é Amélia! -- Fecho os olhos e olho para frente, me punindo mentalmente por parecer uma idiota gaguejando.

fico ainda mais nervosa e surpresa quando sinto seus dedos em meu queixo, me impulsionando para olhar em sua direção. Seus olhos semi cerrados em minha direção me deixa totalmente desnorteada e intimidada, olho para baixo com a intenção de disfarçar o quanto ela me desmontou.

-- Você quer uma dona? -- Sinto seus dedos descendo em direção a minha garganta e então ela fecha os dedos sem avisos, me deixando excitada com a tenção. -- Você quer uma coleira? Responda Amélia.

-- E... Eu quero! -- Sinto seus dedos apertarem a minha garganta e solto um gemido quase inaudível, mas que pelo seu sorrisinho de lado foi perceptível.

-- Me siga.

Seguir ela até o seu carro que possuía um motorista carismático, observei sua educação com o funcionário.

-- Eu moro a uns 4 quarteirões daqui, você pode desistir e ir embora quando quiser. O Emerson meu motorista de confiança vai te levar para onde você quiser.

-- Eu não quero desistir. -- Respondi de imediato, e ela parece ter gostado pôs seus lábios carnudos esboçava um sorriso sacana.

...

O trajeto até a casa dela foi rápida, silenciosa e tensa. Minha ansiedade pelo que viria a acontecer estava me matando. Observei o interior da grande casa enquanto ela me guiava segurando minha mão. Sua casa não era maior que a minha porém não era nada sutil. Sua casa é muito espaçosa e a decoração é clássica em branco, dando um ar de sofisticação que contraseña com o rústico de alguns detalhes como as plantas em casa. Minha atenção é direciona para o quarto que entramos, me surpreendo com a quantidade variada de coisas, faço uma careta quando avisto um Pug anal quase do tamanho de uma mão.

-- Tire a roupa.

-- Quê? -- Fico paralisada com a sua ordem. Sei que em algum momento nessa noite eu iria acabar pelada, mas não sabia que seria de imediato.

-- Preciso analisar pelo quê estou me tornando dona. -- Ela suspira. -- Não me faça repetir.

Mesmo com vergonha e completamente ansiosa, começo a tirar minha roupa na sua frente, ela não desvia o olhar nem por um segundo. Quando termino fico parada esperando.

-- Vou ser mais clara, tire toda a sua roupa.

Minhas bochechas corá e inseguranças invadem meus pensamentos. E se ela não gostar? Afinal ela está me analisando. Parecendo que leu meus pensamentos ela continua a falar.

-- Não precisa ter vergonha, estou gostando do que vejo!

Primeiro tiro o sutiã e meus seios fartos soltam pra fora, depôs a calcinha que me faz demorar meus dedos por alguns segundos no cós antes de abaixar. Agora totalmente nua, tenho seus olhos me analisando da cabeça aos pés. Ela se aproxima e começa a explorar meu corpo com seus dedos, ela circula meus mamilos e os aperta com as mãos me arrancando suspiros. Logo em seguida seus dedos vão em direção a minha barriga lentamente, quase como uma tortura ela passa os dedos próximo a minha intimidade. fecho os olhos .

-- Por favor... Ah. -- Já rendida imploro por mais.

E então as carícias se sessão, abro os olhos e não a vejo na minha frente, até que sinto seus toques nas minhas costas como pincéis.

-- Me chame se senhora a partir de agora, entendeu?

-- Sim... Ai.-- Sentir um tapa forte na minha bunda.

-- Sim o que Amélia?

-- Sim senhora.

-- Deite na cama e abra as pernas o máximo que conseguir, quero ver sua buceta.

Pega totalmente desprevenida apenas obedeci, deitei na cama, mas na hora de abrir as pernas fiquei totalmente vulnerável e envergonhada por estar molhada, céus estou completamente molhada. Como ela mandou abrir minhas pernas, completamente exposta para ela esperei sua atitude, mas só o que recebi foi sua total atenção para a minha intimidade, em seus lábios habitava um sorriso sacana e meus pensamentos me fizeram desejar aquela boca na minha buceta, o que fez a minha intimidade se contrair e receber uma gargalhada como resposta. Minha senhora apenas riu da minha decadente situação.

-- Nem coloquei uma coleira em seu pescoço e você já está pronta para mim Amélia?

-- Sim senhora. -- Recebi outra gargalhada como resposta antes dela se aproximar e passar os dedos entre minha intimidade. -- Aaah... Aí senhora. -- Ela deu um tapa na minha buceta?

-- Isso é por você ter sido uma fedelha na boate, agora levante e se vista. Já terminamos hoje.

Frustada depois de muitas expectativas levantei e comecei a me vestir. E depois dessa humilhação eu ainda a quero, céus eu quero servi a ela, eu a quero como minha senhora, minha dona.

-- Me dê seu número, vou te ligar amanhã.

-- Então eu sou sua agora? -- Perguntei apreensiva enquanto digitava meu número em seu celular.

-- Temos coisas para conversar antes de rótulos, não seja apressada Amélia. vou te ligar amanhã, agora apenas me obedeça e vá pra casa. -- Respondeu minha senhora enquanto me ajudava a abotoar os botões da minha camisa.

Já em casa depôs do Emerson ter me trazido, tomei um banho e me joguei na cama, não consegui por um minuto deixar de pensar nela, ela nem se quer me disse seu nome, céus fiquei pelada para uma mulher que nem se quer sei o nome, o poder que ela exerceu sobre mim sem nenhum esforço chega a ser vergonhoso da minha parte. Mas sinceramente estou contando as horas para que ela me ligue amanhã.

A chefe submissa.Stories to obsess over. Discover now