1750, Gertopya – Terra 596
Era uma noite fria de sexta-feira, eu estava no meu escritório, precisava terminar mais um relatório sobre os casos que solucionei hoje, monótona sexta eu diria para esse jimin, Sohyeon diz que depois do acidente eu virei um velho rabugento mesmo ainda beirando os 27 mas o que posso fazer estou limitado as coisas que mais gostava de fazer.
Sempre era esse tédio, de segunda a sexta no escritório até às sete e trinta da noite, e nos sábados e domingos torrando o resto da grana que sobra no final do mês em bares ou comidas nada saudáveis, passando a tarde maratonando séries que parecem ser interessantes na TV, e nossa, já estava cansado dessa vida. meus amigos, não os vejo a algum tempo. Alguns saíram viajando cidade a fora e outros ocupados demais com suas próprias vidas, é claro, pensando nisso, eu os deveria considerar como amigos? nem sei mais, mas para não dizer que vivo solitário ainda converso com meu parceiro de trabalho, eramos bem próximos enquanto eu ainda estava em ação mas depois de tudo fomos nos distanciando.
Saindo desses devaneios, preencho a última papelada e me preparo para sair da sala, a trancando em seguida e indo para meu carro, dirijo em direção ao lugar em que chamo de casa, no caminho escutando uma música aleatória no rádio, meu celular chama, logo estranho assim que vejo no visor quem está ligando.
– Sohyeon? Que surpresa me ligar, ainda mais a essa hora da noite.
– Oi ji, realmente uma surpresa, não mantemos mais contato, mas não é sobre o tempo perdido que eu vim falar.
–Então o que aconteceu? você parece preocupada. – falo percebendo seu tom de voz
– Pode passar aqui no laboratório? não acho que consigo explicar pelo celular.
– Certo, em 10 minutos eu estou ai.
Desligo a chamada e já pego outro caminho em direção aos laboratórios EURA.
Chegando a EURA estaciono meu carro e vou rápido até a entrada, já perguntando sobre a Sooyeon na recepção, recebo a resposta de que ela me espera no córtex da ala de pesquisa.
– Sohyeon? – chamo vendo que não tem sinal dela em lugar nenhum. – não acredito que depois de me trazer até aqui ela some!
– JI, graças ao universo você está aqui! – fala ela vindo afobada ao meu encontro.
– Sim, né. Você me chamou.
– Para de ser grosso, isso é negócio sério e eu não sei se devo falar diretamente ao laboratório.
– O que aconteceu de tão grave para você me chamar?
– Vem comigo.
Com isso ela saiu me puxando por uma área menos movimentada do prédio.
– Não sei o que aconteceu, e não é só por que você é só um policial, e sim porque antes de se aposentar atrás de uma mesa, você era o melhor detetive da cidade, e também porque eu confio em você. Eu preciso de você e pelo que penso tem que ser extremamente confidencial. – Sooyeon diz enquanto me leva ao local
– Ai que legal, virei detetive particular de cientista. – falo revirando os olhos.
– Você e seu sarcasmo, não senti falta disso.
YOU ARE READING
Mil setecentos e cinquenta - jjk • pjm
Historical FictionE se em 1750 não fosse da antiguidade e sim a frente do seu tempo? Foi isso que Jeon jungkook um vampiro de 1750 da terra - 345 descobriu num noite de sexta feira ao seguir a luz da lua vermelha pelo seu Castelo.
