Gente, só de falar em introdução me dá um calor.
Ainda bem que os livros começam com "introdução" e não "penetração", pois eu teria um treco.
Quem me ouve falar assim pensa que eu penso em sexo 24 horas por dia, né? Acertou.
Mas eu não penso em qualquer sexo, com qualquer um. Penso no sexo com meu namorado presidiário, o CEO da Boca. Foi eu que dei este apelido a ele, que acabou se tornando famoso até na polícia. Antes, ele tinha um apelido típico de traficante, Bochechão. Falei que Bochechão era um apelido ridículo, inclusive porque ele nem era bochechudo. Ele acabou aceitando que eu o chamasse de CEO da Boca.
Agora vou contar para vocês como passei de menina-mimada-burguesinha-fingindo-que-é-religiosa-e-totalmente-entediada-com-calo-no-dedo-de-tocar-siririca-pensando-em-artista para primeira dama do Morro do Sapo Cururu, em que o CEO da Boca foi o CEO da boca.
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O CEO da Boca
RomanceEsta é uma história real. Eu fui namorada de um dos maiores traficantes de uma grande cidade. E quando ele foi preso, quem assumiu os negócios foi eu mesmazinha. Saibam tudo o que aconteceu, aqui.
