Epílogo

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Oie gente, bem-vindes a minha nova fanfic, desde já agradeço por terem escolhido para ler a história que estou produzindo com tanto carinho
A garota da capa é Akemi, a protagonista dessa história.
Enfim, fiquem com o capítulo.
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--La vem a demoníaca de novo, por que ainda está viva garota? Não vê que é uma maldição? Até mesmo seus pais te abandonaram. – diz a garota de cabelos pretos e olhos verdes esmeralda chamada Saki Yoshida, para Akemi.

-- Saki eu tenho mais coisa pra fazer, agora se me dá a licença eu preciso ir pra casa, meu tio está doente!

-- Ai que pena, não vou te deixar passar. - Ela usa sua individualidade de planta para bloquear a saída de Akemi

-- Ah qual é eu sei que quem você amava atormentar saiu dessa budega de escola, mas por favor não desconta em mim as tuas frustações e me deixa ir pra casa- diz pedindo à Saki.

-- Sabe como é eu ando tão solitaria sem a sua amiguinha pra atormentar sabe?- Responde se recusando, nunca gostou de Akemi e nunca gostaria de se quer fazer um favor a mesma.

-- Ai ta bom então senhorita solitaria eu saio do meu jeito - Akemi entra nas sombras saindo logo depois da barreira de Saki.

Quando ia pegar o caminho mais comum para sua casa ela percebe que a rua estava tomada por pessoas provavelmente algum tumulto de herois e que realmente ia ser bem complicado passar por ali. Akemi então escolhe o caminho mais longo o que ela detestava, Akemi sempre foi muito preguiçosa então não gosta de ir pelo caminho mais longo, mas dessa vez ela realmente não teria escolha. O caminho mais longo era o que daria menos dor de cabeça.

Em alguns minutos escutou berros e xingamentos, Akemi pensou ser algum macho escroto xingando uma mulher então resolveu se meter, bom não era isso, quer dizer realmente era um macho escroto, mas ele estava xingando um garoto? Bom de qualquer forma Akemi precisava ajudar ela sabia o quanto era horrível passar por esse tipo de situação, sua amiga antiga era vitima direto deste tipo de tratamento, se sentia horrivel por não ter conseguido ajudar muito.

-- SEU LIXO DE MERDA QUEM VOCÊ ACHA QUE É PRA ENTRAR NA U.A? VOCÊ NÃO PODE VIRAR UM  HERÓI SEM INDIVIDUALIDADE - Ele ameaça o garoto esverdeado com o que aparentemente era sua individualidade, eram explosões?

-- Ei, ei baixa a bola aí o biribinha. - Akemi chega tentando afastar ele do garoto que chorava.

-- NÃO TE CONHEÇO PRA ME CHAMAR ASSIM. - Diz ja bem irritadiço

-- Ok ok loirinho, vai ver a tua turminha ali na esquina vai, aproveita e vai comprar um chocolatinho o da lojinha da esquina é maravilhoso- diz Akemi em tom de deboche. O garoto loiro sai dali bufando. - Ei, você está bem? - Ela se abaixa para ficar na mesma altura do garoto que estava curvado quase o forçando a olha-la.

-- E-eu to bem sim, obrigado. - Ele fala olhando para Akemi, que pega seu lenço e da para o esverdeado.

-- Toma, limpa essas lágrimas. - Ele pega o lenço e começa a enxugar suas lágrimas. - O que aquele garoto tem em?

-- Kacchan sempre foi assim, não se preocupe.- o garoto hesita, mas decide falar mesmo assim - P-posso te fazer uma pergunta?

-- Claro. - responde a mesma com um sorriso gentil, sentando se ao lado do garoto

-- Acha que é possível ser herói sem ter uma individualidade? - pergunta o garoto esverdeado sem esperança de ter uma resposta positiva.

-- Cara me parece complicado, mas eu acho que sim. - No momento que ela diz que acredita que se possa ser herói sem individualidade os olhos do esverdeado brilham como se ganhasse o presente de natal perfeito.

-- Acredita mesmo? - fala não acreditando que enfim alguém acha que é possível se tornar um herói. Alguém que realmente acredita nele.

-- Claro, afinal eu acho que o destino pode ser bom com todos um dia, pra ti não vai ser diferente. - Ela da um sorriso gentil, então o esverdeado a abraça.

-- Obrigado. - diz ele com lagrimas nos olhos, um simples "obrigado" com muita sensibilidade no falar.

-- Ok, ok, agora deu de choro pode ser? - ela se afasta e sorri.

-- Ah, sim, sim desculpe. - ele limpa suas lágrimas.

-- sem problemas- a esverdeada se levanta e estende a mão para ele

-- Então pra onde estava indo? - o garoto se levanta com a ajuda da garota

-- Eu estava indo pra casa. - A esverdeada fala apontando pra traz.

-- Ah entendi, eu poderia te acompanhar? - ele pergunta com uma certa timidez.

-- Claro, não vejo por que não. - Akemi se vira seguindo o caminho de sua casa e Izuku segue logo atrás dela.

Depois de um tempo em silêncio, Akemi vê um gato preto e se abaixa para poder acaricia-lo.

-- Eu amo gatos, são tão fofinhos, gosta de gatos também? - Ela pergunta para o esverdeado que anotava alguma coisa no seu caderno. -Ei!

-- Ah oi, o que disse? Não estava prestando atenção desculpe. -Akemi se levanta deixando de fazer carinho no gato.

-- Você se desculpa de mais sabia? - Ela toca o dedo indicador na ponta do nariz do esverdeado deixando-o um pouquinho ruborizado. - Eu perguntei se gostava de gatos.

-- eu gosto, mas é, então eu poderia perguntar, qual é o seu nome?

-- Verdade, eu esqueci de me apresentar, eu sou Yamamoto Akemi, prazer.

-- Eu sou Izuku, Midoriya Izuku. Você tem uma individualidade certo?

-- Tenho- Akemi dá um longo suspiro.

-- o que foi? Eu disse algo errado?

-- Não, não, é que a minha individualidade me deu bastante dor de cabeça nos últimos anos.

-- S-se não for incômodo poderia me dizer sobre ela? Sabe eu gosto de anotar às individualidades dos outros é um hobby meio estranho, mas - Akemi o interrompe

-- Ei está tudo certo, eu posso falar, eu chamo de shadows, eu posso me locomover/ telepotar pelas sombras, mas se eu uso de mais eu acabo ficando com muito sono, e tem um outro que é o da minha mãe, mas eu não sei usar direito. Bom em um grande resumo é isso.

-- É incrível! - ele fala terminando de anotar.

-- Obrigada. -O telefone de Akemi começa a tocar era o seu tio. - Puta merda meu tio. Eu vou ter que ir desculpa, podemos nos ver outro dia pode ser?

-- Ah claro. - Ele fala entristecido.

-- Te vejo por aí. - Akemi entra nas sombras estando em casa em pouco tempo, chegando lá cansada, mas chegando.

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