Acordei cedo e preocupado com o Mikey e a Kristin. Olhei o celular e tinha uma mensagem do Gee me avisando que já estava tudo bem, havia sido apenas um susto. Kristin fez alguns exames e já estava em casa. Mikey ficou tranquilo e conseguiu dormir, assim como o seu irmão. Pela hora da mensagem do Gee, eles provavelmente não estavam acordados ainda. Mandei uma mensagem pro Ray perguntando se ele queria tomar café-da-manhã comigo e ele aceitou imediatamente.
Ray contou sobre o restaurante japonês que ele jantou com o seu amigo e eu contei pra ele sobre tudo que havia acontecido na noite anterior.
— Que bom que ficou tudo bem. - Ele disse antes de dar uma mordida na torrada com geléia.
— Eu também fiquei super aliviado. - Suspirei.
— Mas me conta uma coisa! - Ele estava com uma expressão curiosa no rosto.
— O que? - Eu perguntei virando um pouco o rosto, mais curioso que ele.
— Se o Mikey não tivesse tido esse problema com a Kristin... - Ele parecia medir muito bem cada palavra que saía da sua boca.
— Como assim? Eu e o Gee? Nah! Nós voltamos a ser amigos, Ray. A-MI-GOS!!!! - Eu usei o meu tom mais sério.
— Então você tá me dizendo que vocês iriam comer a pizza, dar tchau e cada um iria pro seu quarto? - Ele abriu um leve sorriso muito irritante.
— Sim, ué. - Eu continuava sério.
— Até parece... Hahahaha! - E bebeu um gole do seu café.
— Ray, eu tô falando sério, eu não quero mais nada com o Gee além da amizade dele. Nós somos ótimos amigos, se a gente voltar a se relacionar, vamos estragar isso e é tudo que eu menos quero. - Eu estava olhando o Ray nos olhos.
— Se você diz, eu acredito. - Ele disse dando mais uma mordida na torrada.
— Acho bom que acredite mesmo! Mas me conta, quando você vai levar a gente nesse restaurante aí? Eles fazem sushi vegetariano? - Apoiei o cotovelo na mesa para mostrar o quanto eu estava interessado em mudar de assunto.
Ray voltou a falar do restaurante e eu estava aliviado por não ser mais o foco da conversa. Fui fumar um cigarro depois do café e o Ray voltou pro quarto para arrumar as guitarras que ele levaria pro ensaio. Quando estava na área externa do hotel, chegou uma mensagem do Gee se queixando que estava morrendo de fome e que o café-da-manhã do hotel já tinha acabado. Dei a ideia dele ir comer a pizza amanhecida no meu quarto e ele concordou.
Abri a porta do quarto e tive que conter a gargalhada porque o Gerard ainda estava completamente sonolento e com o cabelo todo bagunçado. Eu tinha certeza que ele apenas havia colocado a blusa por cima do pijama e veio pro meu quarto.
— Bom dia, Gee. - Eu continuava segurando o riso.
— Bom dia, Frankie. O seu quarto tem cafeteira? Eu preciso de um café a cafeteira do meu está estragada. - Ele falava coçando o olho e fazendo bico.
— Tem sim, eu vou fazer um espresso pra você. - Falei dando passagem pra ele entrar.
Ele se sentou na cadeira ao lado da mesinha onde estava a pizza, claramente fazendo um esforço enorme para se manter acordado.
— E a Kristin, ficou bem? Foi um baita susto, hein? - Perguntei enquanto colocava a cápsula de café na máquina.
— Sim, ficamos preocupados, mas os exames não deram nada e ela foi pra casa bem. O MIkey queria voltar hoje pra LA, só que ela não deixou e fez ele prometer que iria ficar aqui com a gente para ensaiar. - Ele abriu a caixa da pizza e pegou um pedaço enquanto falava.
— Eu jamais julgaria o Mikes se ele voltasse, eu iria querer fazer o mesmo. - Disse enquanto olhava as opções de café para decidir qual eu faria pra mim.
— Sim, eu também. Mas a Kristin entende o quanto a banda é importante pra ele e não quer que ele abra mão disso. Só aceitei que ele ficasse quando ela nos garantiu que estava tudo bem e que a irmã dela iria ficar lá pra cuidar dela e da Rowan. - Ele falava com a boca cheia.
— As vezes eu me surpreendo com ela, como ela faz bem pro Mikes. Eu fico muito feliz que ela tenha entrado na vida dele. - Eu peguei a xícara cheia de café e levei até a mesa.
— Nossa, nem me fale. Todo dia eu sou grato por isso. - Ele pegou o café e deu uma leve soprada antes de beber.
— Tá bom o café? - Perguntei voltando para o balcão onde estava a cafeteira, indo fazer o meu.
— Uma delícia, como sempre! - Ele levantou a xícara na minha direção, como se estivesse tentando brindar.
— Dessa vez o mérito não é meu, é da cápsula. - Dei de ombros.
— Hahaha! Mas me conta, você foi dormir? - Ele falava comigo, mas estava concentrado no café.
— Sim, só comi a pizza e capotei super cedo, o que me fez acordar cedo hoje, daí fui tomar café com o Ray. - Falei enquanto preparava o meu café.
— Eu queria ter tomado café com vocês, mas eu fui dormir muito tarde, não consegui acordar de jeito nenhum. - Ele parecia um pouco decepcionado por perder o café.
— Relaxa que a gente só falou do restaurante que ele foi jantar ontem e das coisas que rolaram com a Kristin e o Mikey. Você não perdeu nada. - Peguei minha xícara de café e sentei no outra banqueta ao lado da pequena mesa, de frente pra ele.
— É a cara do Ray se empolgar com a comida boa e não parar mais de falar nisso! - Ele disse, rindo com o tom de quem estava lembrando de todas as outras vezes que isso aconteceu.
— Não é? Mas parece ser incrível. Eu fiquei com vontade ir lá. - Tomei um gole do meu café.
— A gente pode ir lá hoje, que tal? Eu estou te devendo companhia pra um jantar. - Eu sentia a empolgação com a ideia na voz dele.
— Podemos! Vou falar com os meninos! - Falei já pegando o meu celular para mandar uma mensagem no nosso grupo. Enquanto desbloqueava o celular, eu dei uma leve olhada pro Gee e percebi que havia uma certa decepção no seu olhar.
— O que foi, Gee? - Eu larguei o celular e olhei pra ele.
— Nada, Frank, nada. Manda a mensagem pros meninos. - Ele pegou novamente a xícara nas mãos e olhou na outra direção, para a janela do quarto.
— Gee, o que foi? Fala comigo! Gee? - Eu falei pegando no seu braço, mas ele continuava a olhar pra janela.
— É que... - A sua voz falhou.
— Pode falar... - Eu usei um tom baixo, mas firme.
— É que eu queria jantar só com você. - A tristeza na sua voz era clara.
Eu levantei para abraçá-lo e, quando olhei o seu rosto, as lágrimas já rolavam por toda a sua bochecha.
— Calma, Gee! Era só falar, não precisava ficar triste desse jeito. Eu só não me toquei que esse era o plano. Me desculpa! Eu não queria te chatear! - Eu o puxei para um abraço desesperado.
— É que... É que... - Ele estava com o rosto no meu ombro e tentava falar, mas a sua voz falhava.
— Ssshhhh! Não precisa desse desespero. Eu estou aqui com você. Pode ficar tranquilo, Gee. - Eu fazia cafuné na sua nuca com uma mão e acariciava a suas costas com a outra, tentando ter o máximo de contato possível para que ele entendesse que estava tudo bem.
— Frank, eu tava com tanto medo... Eu tava com tanto medo, Frankie. - E ele continuava chorando descontroladamente.
— Medo do quê, Gee? - Perguntei sem mover o corpo, mantendo o abraço o mais firme possível.
— Eu estava com medo de você querer se vingar de mim, baby. Depois de tudo que eu fiz... E... E... Eu merecia que você se vingasse de mim! Que você nunca mais olhasse na minha cara! - O choro voltou e ele afundou o rosto no meu ombro novamente.
— Meu deus, Gee! Eu jamais faria isso! Eu te amo, Gee. Eu nunca faria isso contigo. Eu já disse que tá tudo bem, eu te perdoei! Eu entendo tudo que aconteceu. Você teve os seus motivos. Eu não tô chateado contigo. - Nesse momento eu me afastei levemente, para poder olhar nos olhos dele.
— Mas eu não mereço isso, Frankie. Eu não mereço. Eu fui tão injusto com você! - O choro começou a acalmar.
— Gee, baby, eu sei que você se arrependeu de tudo que aconteceu. Tá tudo bem! - Eu disse enquanto pegava uma mecha do cabelo dele e arrumava atrás da sua orelha.
— É que eu te amo tanto e fiquei com tanto medo de te perder! - A voz dele era quase um grunhido.
— Eu também te amo, Gee. Você não vai me perder!
Em um movimento instintivo, selei nossos lábios num beijo rápido. Gee se assustou na primeira fração de segundo do selinho e logo em seguida me olhou e se aproximou. Ao perceber que eu não hesitei, ele me beijou, sua língua desesperada dentro da minha boca, como se quisesse explorar cada centímetro meu. Eu levei a mão para sua nuca novamente, puxando ele pra mais perto ainda, como se fosse possível acabar com qualquer mínimo espaço que havia entre nós. O beijo foi ficando cada vez mais intenso, o Gee com as mãos em volta da minha cintura, me puxando pra mais perto ainda, mas o ar começou a faltar e eu precisei separar nossos lábios por uma fração de segundos. Então ele aproveitou para tentar conseguir mais ar e disse:
— Tá tudo bem? - Gerard me olhava nos olhos, perguntando num tom mais sério que o necessário.
— Tá tudo ótimo, Gee. - Eu respondi passando a mão nos seus cabelos bagunçados.
— Sério, Frankie, eu não quero fazer nada que você não queira. - Ele estava parado, esperando a minha resposta.
— Baby, eu quero. Muito!
Ele abria um sorriso enquanto eu falava e eu nem dei tempo dele responder, juntando os nossos lábios novamente. O beijo continuava intenso. Gerard colocou a mão por dentro da minha camiseta, arranhando levemente as minhas costas e me deixando louco. A minha calça jeans ficava cada vez mais apertada, mas eu não conseguia desgrudar do beijo dele. Como eu sentia falta daquele beijo! Ele foi me empurrando levemente até a cama e me jogou nela, me fazendo cair de costas. Eu o puxei pela blusa e ele deitou em cima de mim. Fui tirando a sua parka, sua camiseta e aproveitava para beijar seu pescoço com calma enquanto ele gemia o meu nome. Ele sentou sobre o meu quadril para poder tirar a minha camiseta completamente, voltando a se abaixar pra beijar o meu peito.
— Eu tava com saudade das suas tatuagens... - Ele disse enquanto distribuía beijos pelo meu peito totalmente exposto.
— Tem algumas que você não conhece ainda... - Eu disse mordendo os lábios.
— Então eu vou ter que fazer isso várias vezes, para poder decorar uma por uma novamente.... - Ele continuava focado nos beijos, mas ia descendo aos poucos.
— Se você continuar nesse ritmo, pode fazer quantas vezes você quiser... - A minha voz saiu abafada.
Gerard continuou descendo com as mãos, abriu o zíper da minha calça e passou a mão pela minha ereção, que já ardia em desespero por contato, mesmo por cima da cueca. A excitação era tanta que eu já sentia que não aguentaria muito. Ele desceu mais na cama, se ajoelhando para o seu rosto ficar na altura do meu quadril, puxou minha calça até que ela saísse completamente do meu corpo e, em seguida, fez o mesmo com a minha cueca. Sem aviso prévio, levou a boca ao meu membro, que já estava completamente exposto e implorando pelo toque. Começou me lambendo levemente, até levar tudo à boca. A cabeça dele subia e descia, num movimento que me deixava louco.
— Meu deus, Gee... - As palavras saíram abafadas da minha boca. - Aaaahhh, que saudade que eu tava disso.
Ele afastou a boca, continuando o movimento de sobe e desce com a mão.
— Você continua tão gostoso, Frankie. - E voltou a me colocar todo dentro da sua boca.
Ele alternativa os movimentos entre lambidas lentas e demoradas, me fazendo sussurar por mais, ao mesmo tempo que arranhava me pele com força justamente por saber o quanto aquilo me agradava e me deixava mais descontrolado ainda. O meu quadril acompanhava o seu movimento, que estava cada vez mais rápido e me deixava completo absorto de prazer.
— Gee, GEE EU NÃO VOU AGUENTAR, GEE, EU VOU... - A minha voz falhou.
Gee me colocou inteiro na sua boca logo após a minha tentativa de avisá-lo. A intensidade do movimento me fez gozar na sua garganta logo em seguida. Ele me olhou, lambeu os lábios e mordeu levemente o lábio inferior.
— Que delícia, Frankie. - O seu olhar era safado e cheio de tesão.
Ele veio por cima de mim e me beijou intensamente, mesmo eu ainda estando ofegante. Após ele se afastar para poder recuperar o próprio fôlego, perguntei.
— Como você continua tão bom nisso? - Eu estava incrédulo.
— Quando a gente quer fazer algo pro resto da nossa vida, a gente se torna muito bom nisso. - Ele tinha um sorriso bobo na boca enquanto falava e voltou a me beijar.
Eu pude perceber que, apesar do meu corpo já estar se acalmando de toda a excitação do ato, Gerard continuava ereto e cheio de tesão. Num movimento rápido e inesperado, me joguei por cima dele, fazendo com que ele deitasse de costas na cama e eu pudesse ficar por cima. Sentei em seu quadril e rebolei em cima dele, que começou a se movimentar, me olhando intrigado e excitado ao mesmo tempo. Apesar de sermos versáteis, eu ainda não estava preparado para uma penetração, apenas queria brincar com ele. Ele começou a mexer seu quadril, implorando por mais contato. Me abaixei para beijá-lo mais uma vez e aproveitei para colocar a mão por dentro de sua calça, e então Gerard gemeu com o toque. Pude perceber que sua cueca já estava levemente úmida, comprovando o que eu já sabia: ele já estava quase explodindo de excitação. Me levantei para sentar novamente, mas dessa vez sentei entre suas pernas. Tirei sua calça e acariciei suas coxas levemente, vendo ele estremecer a cada toque. Quando minhas mãos chegaram em sua virilha, ele já estava ofegante. Removi sua cueca sem pressa, para provocá-lo, já que era óbvio que ele queria que eu fosse rápido. Olhei para ele com um sorriso malicioso nos lábios.
— Você está judiando de mim, isso é maldade. - A frase saiu falhada, já que ele respirava fundo entre uma palavra e outra.
— Eu só quero aproveitar o momento, não estou com pressa. - Dei de ombros ainda com o sorriso no rosto.
— Por favor... - Ele implorava quase chorando.
— O que? O que você quer? Fala pra mim. - Falei mordendo os lábios e acariciando a sua virilha.
— Por favor, você sabe... Eu estou implorando aqui. - O tom continuava choroso.
— Fala! - Olhei nos olhos dele, dando uma ordem.
— Faz o que você quiser comigo. - O seu tom também era mandatório.
— O que eu quiser? - Mordi os lábios novamente.
— Sim, o que você quiser, baby. - Ele mordeu os lábios também.
Me abaixei e o coloquei todo na minha boca. Ele gemendo alto com o toque. Peguei seu membro com uma das mãos e aproveitei para passear com a minha língua por toda a sua extensão. A outra mão eu aproveitava para acariciar a sua coxa. Continuei alternando os movimentos com a mão e a boca, tentando não ir rápido demais porque eu queria aproveitar ao máximo cada momento, cada pedaço daquele corpo. Eu explorava toda a região com a língua enquanto ele segurava a respiração, quase brigando com o próprio corpo para poder aguentar um pouco mais. Voltei aos movimentos compassados com a boca e as mãos, focado em dar todo o prazer do mundo para aquele homem.
— FRANK! FRANK! EU NÃO VOU! AAAAAH! EU NÃO VOU AGUENT-
Antes do fim da frase, ele já estava explodindo em prazer dentro da minha boca. Eu, apenas para provocá-lo ainda mais, não parei de chupá-lo.
— FRANK! POR FAVOR! AAAAAAHHHH EU NÃO AGUENTO MAIS! FRANK! - Ele implorava.
Me afastei da sua virilha com um sorriso largo no rosto, me divertindo com a situação. Deitei sobre o seu peito, sentindo sua respiração ofegante. Ele pegou o meu queixo, me fazendo olhar em seus olhos.
— Eu te amo, Frankie. - E selou nossos lábios em um beijo carinhoso.
— Eu também te amo, Gee. - Eu respondi deitando minha cabeça sobre o seu peito novamente.
— Eu realmente achei que nunca mais iria conseguir te beijar... - Eu sentia o pesar da ideia em suas palavras.
— Eu também achei. Principalmente depois de você ter se arrependido de me beijar. - Me ajeitei para deitar em seu lado, mas ainda abraçado nele, aproveitando cada centímetro do seu toque.
— Mas eu não me arrependi de te beijar! - Ele me olhava confuso.
— Como não, Gee? Eu vi o arrependimento no seu olhar. Eu quis te matar de tanta raiva! - Eu estava sério porque a raiva voltava apenas ao me lembrar daquele momento.
— Baby, eu jamais me arrependeria de te beijar! - O mais velho continuava parecer sem entender o que eu tava falando.
— Então por que você me olhou daquela forma? - A raiva ainda estava em minha voz.
— Porque eu estava arrependido da minha atitude. Eu sabia que tinha feito merda, Frankie. Eu sabia que aquela não era a hora e nem o momento. A gente ainda não tinha conversado, você ainda estava chateado comigo, eu não queria magoar a Jamia. Eu não queria magoar ninguém. E na hora eu não pensei, você estava tão perto e eu estava com tanta saudade do seu beijo! Eu fui impulsivo e tinha certeza que aquilo não era a coisa certa a se fazer. Eu não me arrependi de te beijar, queria te beijar pra sempre! Eu só estava arrependido por feito daquela maneira, na hora errada.
Gerard falou de uma forma tão honesta e carinhosa que eu não resisti e o beijei com todo o meu amor. Ao final do beijo, ele se afastou para me olhar nos olhos novamente....
— Me perdoa por ser um idiota impulsivo e te magoar? - Ele fez um bico.
— Eu te perdoo, Gerard Way, Mestre da Impulsividade! - Não consegui segurar o riso e ele também não.
— Não é como se você já não soubesse que eu sempre meto os pés pelas mãos, não é? - Ele falou ainda rindo.
— Você é o ariano impulsivo mais lindo desse mundo! - Falei enquanto ria e o enchia de beijos.
Passamos mais algum tempo deitados e conversando, falando sobre diversos assuntos, até que tanto o meu celular quanto o celular do Gee começaram a tocar. No meu era o Ray e no do celular do Gee era Mikey.