Oie! Como vão? Espero que muito bem.
Bem, aqui está o primeiro capítulo da história, como eu havia informado antes, não terei uma data de postagem fixa, então não sei quando vai sair novos capítulos, prometo não demorar muito para postar, de quatro em quatro dias, quem sabe, ainda não decidi de fato.
Bem, espero que gostem, dêem a estrelinha e me contem se gostou ou não, beijos da tia Ana ❤
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Meus olhos ardem enquanto olho os inúmeros papeis a minha frente, minha cabeça latejou mais um vez e eu afastei o notebook agora, passando a mão em meu rosto e respirei fundo, sem acreditar em como Damon deixou isso acumular, eu sempre soube que ele e papeis não funcionam, mas eu não posso resolver as coisas da casa e do bar sozinha e ele apenas tirar o dinheiro do bolso para pagar, quando tirava, já que as contas estão todas atrasadas.
Já se passou dois anos desde meu casamento com Damon, foi tudo lindo e não me arrependi da decisão tomada na época, a julgar que eu estava no quarto ano da faculdade e ele como sempre, aprendendo os negócios com o pai. Agora eu estou no segundo ano de interno e eu não recebo o suficiente para manter tudo sozinha e Damon resolveu abrir um bar sendo sócio do Tyler, os negócios vão até bem a julgar que alem do Mystic Grill, o bar deles é o único local onde os jovens se reúnem para encher a cara, soltei o papel da minha mão e passei ela em meus cabelos que estão sujos, mal cheguei do meu plantão e já achei a pilha de papel na bancada da cozinha. Meu corpo pede cama e minha mente horas de sono, gemi frustrada e puxei meu celular, vendo que Damon não me respondeu e já esta dando quase meia noite, onde ele se meteu? Observei minha aliança fina de outro em meu anelar e respirei fundo novamente, eu não me arrependo de casar com ele, mas eu não posso manter tudo em ordem se ele não me ajudar, mesmo com as coisas indo bem Damon insiste em investir em coisas por conta própria no local e come metade do seu dinheiro com isso, ele não me escuta. A porta da cozinha se abriu, o homem entrou tirando o casaco e jogando na bancada e se olhar chegou em mim, seus olhos azuis brilharam e ele sorriu de lado. Damon nunca perde o charme, mesmo quase chegando nos trinta e um anos.
- olha só quem veio visitar a casa - disse e pelo seu tom de voz pude notar um leve sinal de embriagues, o homem andou até meu encontro e se curvou, beijando meus lábios e abraçou meus ombros, senti seu perfume que tanto gosto misturado com o cheiro do álcool, me deixando enjoada.
- você sabia que eu iria vim hoje, mandei mensagem para você me buscar no hospital, mas não apareceu - digo vendo ele fazer uma careta ao se lembrar do compromisso que ele fez e não cumpriu, de novo.
- Tyler saiu e eu tive que tomar contar do bar - disse achando que eu aceitaria tal desculpa vindo dele e o olhei.
- conta das bebidas, Damon, você devia estar caindo de bêbado e não via um palmo a sua frente! - falei puxando os papeis e o olhei - amanha a gente fala sobre isso, sobe e vai tomar um banho, preciso acabar isso aqui.
- qual é Elena, deixa isso, ta tarde, vamos tomar banho juntos - pediu, agora levando as mãos em meus cabelos e o juntou em uma mão, afastando do meu pescoço e distribuiu beijos no local e minha pele se arrepiou - faz quase um mês que não aproveitamos aquela banheira - sussurrou em meu ouvido, mordendo meu lóbulo e eu fechei os olhos, deixando ser levada pelos toques do meu marido.
- Damon, é serio, eu preciso fazer isso aqui - falei e ele se afastou bruscamente de mim e se eu não estivesse firme na cadeira, teria caído no chão, olhei ele de maneira assustada e ele negou com a cabeça.
- é sempre assim, você vive fazendo isso, vive me afastando de você - mexeu em seus cabelos de maneira nervosa, indo ate a geladeira e a abriu, puxando a pequena grande das cervejas e pegou uma, o que me fez levantar e ir ate ele, tirando a garrafa da sua mão - o que foi agora? Não posso beber mais?
- você já esta bêbado, Damon, você bebe o dia todo praticamente, seu figado ja virou uma coisa horrível, precisa parar com isso! - coloquei a garrafa na geladeira novamente e quando me afastei ele bateu a porta da mesma com força, fazendo todos os imas caírem.
- que se foda - falou por fim e saiu da cozinha, subindo as escadas e ouvi a porta do nosso quarto se fechar com força, fechei meus olhos, contando até dez e fui até a bancada, começando a juntar as coisas com calma, minha cabeça doí ainda e isso só me deixa pior, desliguei meu notebook e puxei tudo levando para o comodo onde o Damon resolve suas coisas, acabamos deixando o local com uma cara de escritório, tem um armário, varias estantes e uma mesa, deixei tudo ali fechando a porta e subi para o segundo andar da casa, entrei no meu quarto vendo que novamente Damon foi deixando suas roupas no caminho, revirei os olhos e recolhi elas, levando para o banheiro e coloco no cesto, a água estava ligada e vi a silhueta do homem embaixo dela, eu odeio ver o Damon bêbado, quando começou com essa coisa de bar ele levou ate bem, não bebia no horário do trabalho, mas de uns meses pra ca eu preciso ir buscar ele porque esta jogado no chão do bar dormindo, apos acabar com uma garrafa de Whisky, não sei como Tyler ainda mantem essa relação de sócio com ele - é sério que vai ficar aqui e não vai entrar comigo? - a voz do homem me pegou de surpresa, eu estou de costas para o box, mas do espelho posso ver ele com a porta aberta me olhando, me virei pra ele e respirei fundo.
- se você estivesse sóbrio quem sabe - falei e ele revirou os olhos, peguei o pequeno pote de algodão para limpar meu rosto e me virei novamente para o espelho - DAMON! - gritei de espanto quando senti seus braços me rodearem, me encharcando toda por ele estar molhado e ele me carregou para o box - me poe no chão - digo e ele fecha a porta do box, nos girando dentro do espaço um pouco pequeno e me prende na parede, senti a água morna escorrer em meus cabelos e começar a molhar a minha roupa, olhei ele emburrada e o mesmo deu uma risada - não tem graça.
- tem sim - disse de maneira divertida e levou a mão na barra da minha blusa e a puxou com rapidez, me deixando nua na parte de cima - sem sutiã senhora Salvatore, esta muito ousada - sua voz agora era rouca e cheia de desejo, suas mãos que se encontravam em meus ombros desceram lentamente pelo meu colo e chegaram nos meus seios, suas mãos grandes envolveram ambos, sua palma roçou em meus mamilos me fazendo suspirar pesadamente observando a cena, seus dedos polegares foram em encontro com meus mamilos os apetando levemente e os deixando rígidos, seu olhar se encontrou com o meu e todo meu interior se ascendeu em total desejo de ter esse homem, é sempre assim, ele me irritada, brigamos e sempre transamos, é um ciclo vicioso e destrutivo que vivemos. Damon passou a mão em meu rosto, tirando os cabelos e sua mão chegou em meus lábios, passando no inferior levemente e desceu, chegando em meu pescoço e ele firmou seu aperto envolta dele, me fazendo soltar um suspiro pesado e ele sorriu satisfeito, sabendo exatamente o efeito que esta causando em mim, o homem se aproxima lentamente de mim, ainda segurando meu pescoço e seus lábios finalmente chega nos meus, me dando um beijo lento, muito lento, chega ser torturante, soltei um gemido baixo quando a sua língua entrou em minha boca de maneira preguiçosa e seu peitoral firme e quente se encosta em meus seios, os esmagando, sua mão ainda se encontra segurando firme meu pescoço, fazendo com que eu não mova minha cabeça.
- Damon... - chamei seu nome em um suspiro pesado e minhas mãos foram para seus ombros, agora puxando ele e o beijei com urgência, ele sorriu em meus lábios e retribuiu meu beijo necessitado, sua mãos desceram pelo meu corpo e chegaram na barra da minha calça, rapidamente abrindo e a tirando, com dificuldade afinal esta completamente encharcada.
- sim - falou com a voz rouca de desejo e todo meu corpo se arrepiou, ergui uma perna para seu quadril e ele a segurou, me puxando e se abaixou uns centímetros me pegando no colo, me fazendo agora rodear sua cintura com elas e senti seu membro duro contra minha intimidade, gememos com o contato quente e intimo e eu rebolei sobre ele sentindo seu pau pulsante se esfregar em mim, me estimulando como se realmente fosse necessário, apenas o aperto de Damon em meu pescoço já foi o suficiente para me deixar molhada por ele, o mesmo sorriu com o movimento e levou a mão na base de eu membro, o segurando e levou até minha entrada, todo meu corpo reagiu com o contato e eu gemi baixinho, já na expectativa de ser preenchida por ele, mas o homem apenas colocou sua glande e logo a tirou, pincelando seu membro em minha intimidade a melando com minha excitação quente e esfrego meu clitóris com isso.
- não enrola - pedi entre os dentes e sua risada sacana ecoou no pequeno espaço e ele apenas se moveu minimamente e logo entrou em mim, me pegando de total surpresa - Dam! - gemi seu nome de forma engasgada enquanto o moreno gemia baixo em meu pescoço, a sensação de ter Damon entrando em mim e me alargando é uma das melhores coisas, nem é novidade o fato de eu e ele sermos muito bons de cama, é sempre algo diferente, uma sensação diferente, sabemos tudo que um gosta, isso não torna as coisas repetitivas ou enjoadas e sim uma experiência nova a cada vez que estamos transamos.
- Elena - ele gemeu meu nome rouco quando eu apertei ele dentro de mim - caralho assim eu não aguento - disse quando fiz novamente e recebi um tapa na bunda, me fazendo rir de forma sacana e ele me olhou, capturando meus lábios e me beijando, retribui o beijo e o homem começou a se mover dentro de mim, saindo completamente e entrando devagar, impulsionando no final e isso faz meu corpo se esmagar entre ele e a parede e nossos quadris se chocam em um barulho alto e nada agradável, mas não nos importamos, afinal a casa é toda nossa.
(...)
- Tyler acha que a Liv não quer um relacionamento serio - a voz do meu marido preenche meus ouvidos de maneira rouca e preguiçosa, estamos deitados na cama após o banho, não sei como ele ainda está acordado e muito menos eu, só que eu estou com uma enorme necessidade de ficar acordada com ele recebendo seu carinho gostoso enquanto o olho ao meu lado.
- Liv sempre foi muito festeira... Tyler não era diferente - digo por fim, olhando seus olhos azuis - agora que ele sossegou, ela ainda não quer parar, a julgar que eles tem quase a mesma idade.
- idade não muda muita coisa, eu tenho 31 e você 26 - revirei os olhos me ajeitando e subi nele, ficando com o rosto próximo do seu.
- ainda sim não é muita coisa - falei beijando seus lábios e ele sorriu - você sabe do seu irmão? - perguntei por Stefan e ele revirou os olhos negando e isso me fez rir - Damon, se toda vez que a gente for falar dele e você se lembrar que eu já fiquei com ele, vai morrer de desgosto.
- jamais vou morrer de desgosto - falou e o olhei sem entender com o que quis dizer - Elena, seus pais, meu irmão, Caroline, Bonnie e todos os nossos amigos falaram que não iriamos dar certo - disse por fim e eu entendi rindo e neguei.
- mas eu os ignorei e fiquei com você, porque eu te amo - digo e no final abaixo o tom de voz, por estar bem perto dele e ele sorriu.
- eu também te amo - repetiu minhas falas e eu sorri, beijando seus lábios e então nos ajeitamos - boa noite Lena.
- boa noite Dam - digo baixinho e sou tomada pelo sono.
O barulho do despertador de Damon me acorda e xinguei baixo, virando na cama ate chegar na cabeceira dele e derrubei o objeto que quebrou no chão, pelo menos calou a boca.
- eu já comprei seis desse só esse mês, Elena, precisa parar de quebrar eles - disse de forma divertida embaixo de mim e eu neguei, me esticado e relaxei sobre ele, sentindo ele me segurar firme e beijou meu pescoço - bom dia.
- bom dia - reclamei baixinho e beijei seu braço, fechando os olhos e suspirei - meu plantão é só amanha - informei ele que agora nos girou na cama e beijou meus lábios agora.
- muito bom - disse e sua voz já denunciou algo.
- o que foi?
- nem falei nada - disse e eu abri meus olhos, o encarando com uma cara óbvia e ele deu uma risadinha - é a minha mãe... Ela quer que a gente almoce com ela, Caroline e Stefan - gemi baixo, ótimo, eu amo Lilian mas aguentar ela e Caroline falando sobre praticamente tudo me desanima, eu vou me tornar médica, conversar é o que mais faço naquele lugar e agora percebo o quanto isso é chato.
- só não deixa minha mãe saber, se ela descobrir que a gente foi e ela não foi convidada, vamos morrer - o homem deu risada encima da minha barriga e mordeu meu umbigo - não faz isso! - digo arrepiada e as cócegas de sua barba me atingiram e ele fez questão de continuar, me tirando boas gargalhadas.
- Elena, Damon! - Lilian disse de maneira animada e nos abraçou fortemente - que bom que chegaram, entrem - falou e assim fizemos, estar nessa sempre me conforta, talvez pelo fato de eu e Damon termos passado um bom tempo do nosso namoro aqui, mas tem os pontos negativos, quando eu e Stefan ficamos pela primeira e unica vez foi aqui, fomos flagrados por Damon que ficou um mês sem falar comigo, mas, em minha defesa eu não tinha nem ideia de ficar com ele, por ele ser mais velho que eu e ter seu ciclo de amizades bem diferente do meu na época.
- espero que o almoço ja tenha sido feito, estou faminto - Damon reclamou e eu o olhei de forma mortal, Lilian é um doce de pessoa, mas vive falando e alfinetando que eu deveria dar mais atenção ao Damon e ao que ele come, como se eu fosse a babá dele.
- eu fiz panquecas para você a menos de duas horas, seu mentiroso - digo enquanto batia em sua barriga e ele riu baixo, sabendo que eu odeio ouvir os sermões de sua mãe.
- Lena! - a voz animada da minha amiga veio dos fundos da casa e logo o furacão Caroline estava encima de mim.
- Care! Como vai? - perguntei segurando minha amiga nos braços e ela nos girou e logo nos afastou, fazendo sua melhor cara de drama.
- mal, minha amiga me abandonou - disse e isso me fez rir baixo e neguei com a cabeça, andando com ela para fora.
- sabe que não é bem assim - desde que comecei o internato eu realmente fiquei ausente na vida dos amigos e passo a maior parte do tempo com os internos - oi Stefan! - digo para meu cunhado que sorriu e me deu um abraço apertado e logo se afastou indo pegar algo que a mae pediu - o hospital está uma loucura, com esse surto da gripe, metade da equipe pegou e só sai do plantão por causa da Evelyn que vai cobrir o meu - digo me sentando na mesa que tem no quintal com minha amiga e vejo Damon ajudar Stefan a pegar uma caixa, sempre que eles vem a Lilian poe eles para trabalharem, desde que Giuseppe foi embora finalmente ela tem ficado sozinha e não tenho tempo para ficar com ela e Caroline como namorada de Stefan está dando esse apoio para ela.
Giuseppe não foi a melhor pessoa nas nossas vidas, as vezes penso que Damon aceitou ser sócio de Tyler para sair de perto do pai, já que ele era um homem difícil de lidar e sempre que podia falava merda com Damon e nunca Stefan, então toda vez que acontecia algo nesta casa ele já vinha tirar satisfações com meu marido que na época era apenas meu namorado e quem entrou no meio e saiu aos berros com ele fui eu, um arrepio passou por mim lembrando do dia e respirei fundo, afastando os pensamentos e vi Damon me olhar, ele sorriu fraco piscando e mandei um beijo pra ele, então tanto ele quanto o irmão se juntou a nos na mesa e começamos a conversar.