Condenada a Fera

By AgathaB132

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Condenada a Fera é a segunda releitura sobre os contos de fadas que escrevo. A história se trata de um romanc... More

capítulo 1
capítulo 2
capítulo 3
capítulo 4
capítulo 5
capítulo 6
capítulo 7
capítulo 8
capítulo 9
capítulo 10
capítulo 11
capítulo 12
capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 42
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Capítulo 49
Capítulo 50
Capítulo 51
Capítulo 52
Capítulo 53
Capítulo 54
Capítulo 55
Capítulo 56
Capítulo 57
Capítulo 58
Capítulo 59
Capítulo 60
Capítulo 61
Capítulo 62
Capítulo 63
Capítulo 64
Capítulo 65
Capítulo 66
Capítulo 67
Capítulo 68
Capítulo 69
Capítulo 70
Capítulo 71
Capítulo 73
Capítulo 74
Capítulo 75
Capítulo 76
Capítulo 77
Capítulo 78
Capítulo 79
Capítulo 80
Capítulo 81
Capítulo 82
Capítulo 83
Capítulo 84
Aviso

Capítulo 72

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By AgathaB132

Cap 72


Horas depois.


Por Sebastian

Depois da ligação encantadora da Melina tive que voltar a realidade e me dedicar ao trabalho,foram muitas reuniões para consertar um erro de um estagiário que quase me fez perder um contrato importante mas consegui reverter a situação.

Minha nova secretária me passou o resto da agenda de hoje e me entregou documentos que precisam da minha assinatura com urgência.

Fiquei horas trancado no escritório lendo e assinando tudo,não quero mais erros e gosto de ter conhecimento sobre todos os documentos que levam minha assinatura.

Já está no fim da tarde quando meu celular toca anunciando uma ligação vinda do telefone fixo de casa. Fico preocupado pois quando tem alguma emergência a Melina me liga direto do seu celular e a Emma faz o mesmo.


Sebastian : alô? - falo ao atender a ligação

Sol : tio Sebastian? - ela pergunta em voz baixa,quase um sussurro.

Sebastian : Sol,o que aconteceu? - pergunto preocupado - e por que está sussurrando?

Sol : è que a Melina me disse para não ligar então tive que pedir para a Fabricia ir buscar uma boneca e estou escondida - ela explica

Sebastian : entendi,e posso saber o motivo dessa ligação repentina? - questiono com um sorriso no rosto,essa menina é inacreditável.

Sol : claro,foi por isso que liguei - ela exclama me fazendo dar risada

Sebastian : tem alguma coisa errada, princesa? - pergunto com interesse e humor

Sol : tem - ela confirma - a Mel está doente e não quer ir ao médico

Sebastian : doente? A Emma não comentou nada e sua irmã estava ótima hoje de manhã - comento já preocupado novamente

Sol : ela não para de vomitar o dia todo - ela conta - e aí desceu para tomar lanche comigo e quase desmaiou,ficou branca igual a um fantasma

Sebastian : ela não comeu? - questiono

Sol : não,ficou reclamando que o cheiro da mousse estava ruim,a Olívia foi trocar e aí ela passou mal - ela responde - a Fabricia teve que segurar ela para ela não cair no chão

Sebastian : entendi,ela deve estar fraca porque não consegue comer e por isso passou mal - explico para tentar tranqüilizar a pequena - eu vou assinar um último documento e já vou pra casa

Sol : tá bom,mas não demora - ela pede - a Melina esta trancada no quarto e a Fabricia não me deixa ir lá ficar com ela

Sebastian : não se preocupa com isso, princesa - aconselho - a Melina deve estar descansando,por isso a Fabricia não te deixa ficar com ela

Sol : mas ela fica comigo quando estou doente - ela argumenta

Sebastian : vamos fazer uma coisa,em uns trinta minutos eu chego em casa e vejo como a Mel está,se for preciso eu mesmo chamo o médico para ver ela - anúncio - e você obedece a Fabricia,vou te informar sobre tudo assim que falar com sua irmã

Sol : tá bom - ela concorda de mau humor

Sebastian : eu já estou indo,não se preocupa com nada - peço - logo sua irmã vai estar bem

Sol : a Fabricia está vindo,tenho que ir - ela anuncia apressada e desliga o telefone.

Acabo dando risada com a pequena mas não deixo de me preocupar com minha esposa,a Melina estava ótima hoje de manhã,tentou me seduzir e estava de ótimo humor,è estranho que se sinta mal tão repentinamente.

Dou uma lida rápida no último arquivo,assino e entrego para minha nova secretária,mando ela trancar minha sala e venho até meu carro.

Dirijo o mais rápido que consigo e chego no castelo em questão de trinta minutos. Deixo meu carro na garagem e sigo para dentro da propriedade.

Sol : tio Sebastian - ela chama e vem correndo para o meu colo.

Eu pego a pequena e não contenho o sorriso, adoro ser recebido dessa forma,é uma das melhores coisas em se ter uma criança em casa,ela é doce e pura,fica feliz em me ver.

Vejo a Fabricia segurando uma boneca logo atrás da Sol,ela faz uma cara de quem sabe que a menina aprontou e me cumprimenta com educação.

Fabricia : desculpa,senhor Makarov - ela pede - eu tento mas essa menina è espertinha demais e está especialmente ansiosa hoje

Sebastian : eu sei bem como essa pestinha è arteira,não se preocupa com isso - garanto - mas soube que minha esposa não está se sentindo bem - comento com interesse

Fabricia : a senhora Melina estava com um pouco de náusea,se sentiu enjoada e quando tentou comer acabou tendo um mal estar - ela conta - mas disse que estava bem e pediu para não preocupar o senhor

Sebastian : conheço bem a Melina,ela è muito teimosa - comento - vou dar uma olhada nela

Sol : e vai me contar depois? - ela questiona

Sebastian : claro que sim,a senhorita vai ser a primeira a ser informada - confirmo - mas para isso preciso que se comporte para que eu possa ir ver a Melina

Sol : tá - ela concorda

Sebastian : então vai brincar,daqui a pouco vou atrás de você - oriento e a coloco no chão.

A Sol dá a mãozinha para a Fabricia e pede para a babá a levar até o seu quarto,ela quer brincar com no castelo junto com a Violette, sua boneca preferida.

Subo até meu quarto e encosto a porta,me viro e vejo minha mulher deitada na cama, coberta por um edredom branco e com somente o cabelo loiro visível,espalhado pelos travesseiros.

Me aproximo sem fazer barulho mas ela abre os olhos ao me ver,me deixa preocupado ao constatar que está realmente doente,os olhos estão fundos,a pele está pálida e ela parece cansada.

Melina : eu mandei não te ligarem - ela fala assim que me sento na cama.

Sebastian : eu sei,mas você não pode me esconder quando fica doente - repreendo - o que está sentindo?

Melina : estou com náuseas,acho que deve ser uma virose - ela explica - nada com que se preocupar

Sebastian : Melina,eu decido com o que me preocupar - falo com autoridade - e você precisa de um médico

Melina : não - ela pede com manha - eu só preciso descansar um pouco,amanhã vou estar nova em folha

Sebastian : você não se alimentou,quase desmaiou na sala de jantar e estar parecendo um zumbi,precisa sim de um médico

Melina : não,Sebastian - ela pede - se eu não melhorar prometo que não vou reclamar,mas não quero ser examinada agora,estou enjoada

Sebastian : Mel,já são 17:30 da tarde,você não comeu nada o dia todo,nem café da manhã - argumento - precisa se alimentar ou não vai conseguir ficar em pé

Melina : deita aqui comigo,me abraça - ela pede com doçura

Sebastian : eu vou mandar trazer alguma coisa pra você comer,um lanche leve - anuncio - se você conseguir comer eu não chamo o médico,mas se vomitar vou mandar chamar o Marco

Melina : não tenho uma terceira opção? - ela questiona - sabe,deitar no seu colo,dormir um pouco e ser mimada?

Sebastian : quando tivermos um diagnóstico e você estiver medicada - respondo

Melina : então pede para trazer um chá de hortelã? - ela pede

Sebastian : claro - confirmo,lhe dou um beijo no rosto e me levanto.

Venho até o corredor e chamo pela Emma,ela não demora a aparecer,atende meu pedido e desce para providenciar o lanche da minha esposa.

Também venho até o quarto da Sol tranquilizá-la,garanto que a Melina está só com uma virose,que precisa descansar e logo vai estar bem de novo,dou um beijo na minha princesa e volto para o meu quarto.

A Melina se deita no meu peito e fecha os olhos em contentamento ao sentir meus braços a rodeando. Seu corpo está quente,ela está bem pálida e relaxa no meu abraço.

Sorrio ao ver que ela está usando um pijama rosa de flanela,esse pelo menos não tem estampa,è todo liso e até que fica bem sensual nela.

Dou um beijo no alto da sua cabeça,faço carinho nas suas costas e sinto o delicioso aroma que exala do seu cabelo sedoso,o perfume mais gostoso que existe.

Sebastian : está se sentindo mal desde quando? - pergunto com interesse

Melina : desde que acordei - ela conta - um pouco depois que te liguei senti a primeira náusea,não consegui nem tomar café

Sebastian : você estava tão bem quando sai - comento desconfiado

Melina : é,também estranhei - ela confessa - nunca senti náuseas tão fortes,è como se estivesse mareada e aí vem a ânsia...é horrível

Sebastian : imagino,pra você ficar quieta assim deve estar passando mal mesmo - provoco

Melina : você não perde uma chance,não é? - ela questiona com humor

Sebastian : olha quem fala - falo no mesmo tom e lhe dou outro beijo no alto da cabeça - sentiu mais alguma coisa? Teve febre ou dor? - pergunto

Melina : não,só tive algumas tonturas mas acho que é porque não comi - ela conta - fora isso nada,deve ser uma virose mesmo

Sebastian : é,deve ser - concordo.

Ficamos abraçados por alguns minutos até que somos interrompidos por batidas na porta,eu autorizo a entrada e a Emma se aproxima com uma bandeja nas mãos.

A Melina resmunga baixinho quando sai do meu colo e se senta sobre o colchão,está visivelmente se sentindo mal,seu rosto não está nada bom.

Também me sento sobre a cama e agradeço minha governanta. Ela coloca a bandeja repleta de gostosuras na frente da Melina e se afasta um pouco para dar espaço.

Emma : como se sente,senhora Makarov? - ela pergunta com seu tom maternal de sempre

Melina : como se estivesse no oceano há quatro meses - ela responde com a voz fraca

Sebastian : tenta comer,bela - aconselho - talvez melhore,você não comeu nada desde ontem a noite

Emma : é verdade,está há muito tempo com o estômago vazio,pode ser isso - ela concorda comigo.

Melina : uhum - ela se limita a confirmar para evitar conflitos.

Sebastian : Emma,você devia ter me avisado quando percebeu que a Melina não estava bem - mudo de assunto e confronto minha funcionária

Emma : tem razão,senhor Makarov - ela concorda - mas a senhora Melina garantiu que era somente um mal estar e que ia dormir para tentar melhorar

Sebastian : a Melina é sempre teimosa,por isso mando você ficar de olho nela - explico - ela nunca vai confessar que se sente mal

Emma : não vai acontecer de novo - ela garante

Sebastian : eu sei,confio em você - declaro fazendo minha amiga de longa data sorrir.

Volto minha atenção para a Melina que bebeu um gole do chá de hortelã e agora está passando geleia de framboesa na torrada como se ela fosse sua maior inimiga.

Fico preocupado enquanto vejo o rosto da minha esposa indo do pálido para um verde bem claro. Ela nem morde a torrada e desiste, joga de volta na bandeja.

Emma : quer tentar outra coisa,querida? - ela pergunta com preocupação - você sempre adorou essa geleia

Melina : não,Emma - ela responde - obrigada, mas não acho que vou conseguir comer

Sebastian : está sentindo o que? - volto a perguntar

Melina : eu só não suporto sentir esse cheiro - ela declara e afasta a bandeja - é forte e enjoativo

Emma : a geleia foi preparada da mesma forma de sempre,a Natálie toma cuidado com todos os ingredientes - ela justifica

Melina : eu sei,tenho certeza que a Natalie não fez nada de errado - ela garante - acho que só estou enjoada

Sebastian : tenta comer outra coisa então - sugiro - come um pouco do bolo

Melina : tá - ela concorda.

Troco um olhar preocupado com minha governanta e observo a Melina,minha esposa leva um pedaço bem pequeno do bolo de chocolate a boca,mastiga e engole com dificuldade.

Fico atento a cada novo movimento da minha mulher. Ela leva o garfo de volta ao prato, mexe no bolo mas não chega a pegar outro pedaço,larga o talher e afasta o prato novamente.

Sebastian : Melina - chamo mas ela não me dá atenção.

Minha esposa leva a mão a boca,se levanta com rapidez,passa por cima de mim,desce da cama e corre até o banheiro,nem se preocupa em fechar a porta.

Também me levanto apressado,não sei ao certo o que fazer mas sei que preciso fazer alguma coisa,ela precisa de ajuda.

Sebastian : Emma,liga para o Marco e manda ele vir o mais rápido possível - ordeno com preocupação

Emma : agora mesmo,senhor Makarov - ela fala apressada e sai quase correndo do quarto.

Venho até o banheiro e seguro o cabelo da minha esposa enquanto ela vomita com violência,seu corpo chega a se contorcer em meio às ânsias.

A Melina fecha a tampa do vaso,da descarga e vai até a pia. Sua escova de dentes já está sobre o mármore e ela faz sua higiene bucal, logo depois passa uma água no rosto e se vira para mim.

Fico assustado ao ver o rosto pálido dela,está mais branco do que antes,até seus lábios normalmente rosados estão brancos. Ela sussurra alguma coisa que não consigo ouvir, se apoia na pia e suas pernas cedem.

Sebastian : Melina - chamo em voz alta como se ela pudesse responder e corro na sua direção.

Consigo segurar minha mulher antes que ela bata a cabeça na quina da pia ou desabe sobre o chão gelado. Pego minha bela no colo,a amparo no meu peito e a carrego de volta para o nosso quarto.

Ainda com a Melina no colo pondero sobre sua situação,ela provavelmente vai precisar tomar soro e vai precisar fazer exames,é melhor levá-la ao hospital.

Saiu do quarto e desço as escadas com pressa,grito para a Emma avisar ao Marco que estamos indo ao hospital e não é para ele vir até aqui. Minha governanta confirma minha ordem e nos escolta até meu carro.

Sebastian : mantém a Sol distraída - oriento enquanto coloco minha esposa sobre o banco do passageiro - não quero ela preocupada com nada. Assim que tiver notícias da Melina eu ligo

Emma : pode deixar,a menina vai ficar bem - ela garante

Sebastian : me liga se precisar de alguma coisa - mando e fecho a porta do carro.

Emma : não se preocupe,senhor Makarov,a Sol vai ficar bem - ela fala com convicção - mas não esquece de dar notícias sobre a Melina

Sebastian : não vou - prometo,entro no carro e dou partida.

Dirijo em alta velocidade,tenho um carro bem veloz,sempre gostei de esportivos,mas poucas vezes usei toda a sua potência,só uso em emergências.

A Melina geme baixinho e atrai minha atenção. Ela não está desmaiada mas está bem fraca,quase não consegue manter os olhos abertos.

Sebastian : já vamos chegar ao hospital - declaro e volto minha atenção a estrada.

A angústia,ansiedade e o medo crescem no meu peito,nunca tinha visto a Melina tão mal, ela está me deixando muito preocupado.

Sinto a mão delicada da Melina vir de encontro a minha,sua pele está gelada mas continua macia como seda. Ela segura minha mão,entrelaça nossos dedos e faz com que eu relaxe.

Melina : você vai nos matar se continuar assim - ela fala em tom de brincadeira,até sorri fraco.

Sebastian : está se sentindo melhor? - pergunto angustiado

Melina : bom,o enjoo melhorou um pouco - ela responde - mas essa velocidade não ajuda muito

Sebastian : não vou diminuir,temos que chegar logo ao hospital - declaro com preocupação - você precisa ser examinada, não está nada bem

Melina : vai ficar tudo bem,Sebastian - ela declara com convicção,tenta me acalmar - você está se preocupando a toa,è só uma virose

Sebastian : ninguém desmaia por uma virose, Melina - argumento um pouco irritado,odeio quando ela tenta diminuir o que sente para me fazer sentir melhor

Melina : eu não vou deixar você - ela fala em tom de promessa - tenho certeza que vou ficar bem e que vamos voltar pra casa ainda essa noite,você está exagerando como sempre

Sebastian : não è exagero quando se trata da sua saúde - argumento

Melina : eu te amo - ela se declara ignorando totalmente meu comentário - e amo quando cuida de mim,mas não gosto de te ver tão preocupado e nervoso

Sebastian : então devia ter me ligado quando sentiu a primeira náusea - falo irritado - você sabe que odeio ser o último a saber das coisas

Melina : desculpa - ela pede - eu só não queria te preocupar a toa,pensei que ia melhorar

Sebastian : eu sei que sim,você è a pessoa mais teimosa que existe

Melina : não mais que você - ela provoca.

Acabo sorrindo com esse jeito dela e trago sua mão até meus lábios,dou um beijo carinhoso para confortá-la e a mantenho perto durante todo o trajeto até o hospital.

Assim que chegamos ao hospital somos recebidos pelo Marco e seguimos juntos para a emergência. Algumas enfermeiras fazem alguns exames na Melina enquanto minha esposa explica seus sintomas ao médico.

Após colher sangue,fazer um exame de urina e responder milhares de perguntas,o Marco autoriza a ida da minha mulher para o quarto e seguimos para o mesmo em que ela foi atendida naquele incidente.

Melina : você pode se acalmar agora? - ela pergunta assim que a enfermeira sai do quarto.

Me sento na sua cama e observo seu rosto, está um pouco mais corado mas continua com o aspecto de doente,os olhos fundos e a pele ainda bem branca. Ela está com um soro no braço,está tomando desde que demos entrada no local.

Sebastian : vou ficar quando seus exames estiverem prontos - garanto - só quero ter certeza que você vai ficar bem

Melina : eu sei,só não gosto de te ver nervoso assim,me deixa um pouco triste - ela confessa

Sebastian : você è doce demais - elogio com admiração e faço carinho no seu rosto delicado.

Melina : vem me dar um beijo - ela pede manhosa - deita aqui comigo

Sebastian : isso eu posso fazer - respondo e atendo seu pedido,lhe dou um beijo cheio de amor,de carinho e intensidade,me deito ao seu lado e trago minha mulher para o meu colo.

Ficamos juntos,abraçados e trocando carícias enquanto esperamos seus soro acabar e o médico voltar com os resultados dos seus exames.

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