°•> Olá leitores! Para aqueles que não estão entendendo nada eu resolvi reescrever a Fanfic para deixar tudo mais organizado e detalhado pois na minha visão não estava muito explicado certos fatores que seriam importantes no futuro, mas agora vou deixar tudo bem certinho! Espero que vocês gostem!
°•> Essa fanfic não é recomendada para menores de 18 anos pois contém violência, tortura, sexo, drogas, estupros e etc. Se você é sensível a essa tipo de conteúdo não leia.
°•> Se quiserem conversar comigo meu twitter é @sahlvgguk e eu também criei um para falar exclusivamente da fanfic que é @srkimgguk.
°•> Essa fanfic é postada em duas plataformas. No Wattpad e no Social Spirit.
°•> Não possuo data fixa para postar, mas avisarei no @srkimgguk quando eu tiver postado algum capítulo em ambas as plataformas.
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27 de maio de 2020, Quarta Feira.
Mais um dia de trabalho normal pela frente ou pelo menos era isso que a mulher de 24 anos pensava ao chegar na Agência Nacional da Polícia.
Jeon Somin amava seu trabalho como uma agente, afinal aquilo era o seu sonho se tornando realidade. Quando pequena ela sempre dizia que iria prender todos os criminosos daquele país e seria até mesmo considerada uma heroína nacional, é óbvio que aquilo era um devaneio de uma criança, entretanto a garota de cabelos castanhos claros já havia feito muito para a polícia e por isso seu trabalho era bem reconhecido pelos seus superiores.
O Fato é que trabalhar lá não era o que a atormentava, a causa disso tudo tinha nome, sobrenome, cabelos escuros e um sorriso de coelho que poderia fazer qualquer um morrer de amores, mas no momento Somin tinha raiva daquele sorriso e principalmente do dono dele, Jeon Jungkook, e por esse motivo trabalhar todo o dia com o mesmo por perto só fazia ela continuar tendo aquele sentimento ruim no peito.
Agora a mulher se encontrava em sua mesa que estava com pilhas de papéis sobre diversos casos que seu departamento estava tentando solucionar. A verdade era que Somin sentia saudade de trabalhar em campo, sentir a adrenalina de estar trabalhando infiltrada ou de até mesmo estar participando de um tiroteio. Faziam dois meses que só estava cuidando da parte chata das investigações e isso fazia a mesma ficar entediada.
A garota suspirou frustrada e puxa levemente seus fios castanhos para trás vendo que teria um longo dia e então se ajeita em sua cadeira começando a ler um dos relatórios. Haviam diversos casos de homicídios, tráfico de drogas e etc. Casos comuns demais na concepção da mulher que já tinha visto casos muito mais interessantes que aqueles em sua mesa.
Felizmente para a sorte de Somin a secretária de Sihyuk aparece em sua frente.
— Senhorita Somin, o senhor Bang pediu para lhe chamar. Ele te quer na sala dele agora.
A agente levanta seu olhar para a mesma e percebe quando ela ajeita seu óculos.
— Sabe sobre do que se trata?
— Provavelmente é sobre uma nova investigação.
— Ok obrigada. — A Mulher ajeita um pouco os papéis e levanta andando calmamente até o escritório de seu superior.
Ao Chegar na porta ela bate e entra ao ouvir Bang Sihyuk permitir.
— Licença senhor Bang. Queria me ver? — A Mulher olha em volta percebendo que Jungkook estava sentado em uma das cadeiras em frente ao seu chefe.
Quanto mais a garota desejava não ver o moreno, mais ele aparecia em todo o canto onde ela estava e apesar de ficar desconfortável de vê-lo a agente se mantém firme.
— Sim sente-se e por favor, me chame apenas de Sihyuk. Assim vou me sentir velho de ter uma amiga me chamando de senhor.
Bang fala com um ar de sorriso ato esse que deixa o Jeon um pouco enciumado.
O garoto de 23 anos não era possessivo ou algo tipo. Jungkook somente não havia superado completamente o fato de seu primeiro relacionamento ter acabado de forma nada amigável e por sua culpa. Ele não queria desistir da garota e por orgulho acabou tomando a drástica decisão de ignorar a mulher por quem ele ainda tinha sentimentos, a realidade é que ter feito isso só afastou ainda mais a mais velha de si.
— Ok, desculpe Sihyuk. Podemos saber o por quê nos chamou aqui? — A moça se senta na cadeira vazia cruzando suas pernas o que faz seu vestido subir um pouco e a garota mantém seus olhos fixos em seu chefe evitando dar atenção a presença do mais novo.
— Chamei os dois aqui pois tenho uma missão para vocês. Sei que ambos são bem novos ainda na empresa, mas eu acredito no potencial de ambos e por isso vou lhes dar um caso muito importante. — Sihyuk abre a gaveta de sua mesa e tira alguns papéis e fotos.
— Vocês devem saber que a alguns anos muitas gangues começaram a surgir. Geralmente os assuntos relacionados a esse tipo de quadrilha ficam para as agências locais, mas essa já passou de todos os limites.
— Esses três aqui são os nossos principais suspeitos entre as diversas pessoas dessa gangue que participam.— Ele desliza três fotos de cada um dos suspeitos em direção aos agentes.
— Por quê eles são os principais suspeitos? Poderia ser qualquer um. — Jungkook sugere enquanto observa as fotos apresentadas.
— Porque eles são os mais respeitados e temidos por entre as ruas.
— Então me diga senhor. Quem são eles e por quê são temidos? — O Jeon pergunta direcionando seu olhar ao seu superior e arqueia a sobrancelha.
— Esse é Kim Seokjin, 26 anos. A Mãe morreu quando ele tinha 14 anos e por isso ele cresceu com o Pai e a Madrasta.
— Kim Namjoon, 25 anos. Tanto a mãe quanto ao pai morreram antes dele completar 18 anos.
— E por fim temos Kim Taehyung, 24 anos. Pai, mãe e irmã estão desaparecidos a mais de 5 anos.
Bang vai dizendo enquanto aponta para a pessoa que estava se referindo.
— Parece que temos um grande drama familiar aqui. — A Garota murmurou.
— Mesmo que acreditemos que algum desses três seja o culpado, a única certeza que possuímos é que todos se dirigem ao líder como Senhor Kim ou apenas Kim.
— E qual o motivo dessa gangue ter passado dos limites como você mesmo disse? — Somin pergunta enquanto pega as fotografias e as analisa observando bem o rosto dos criminosos.
— Eles são responsáveis por inúmeras mortes, na verdade o Kim é o responsável. Os boates entre todos os integrantes é que nunca devem trair a tal "família" se não quiserem conhecer a ira do líder.
— Ótimo estamos lidando com um psicopata que zela por uma família feliz.
Jungkook suspira já imaginando o trabalho que eles teriam pela frente.
— Bom eu concordo com a parte do psicopata agente Jeon. Até porque a forma como ele mata as pessoas é bem curiosa.
O Chefe diz apresentando as fotos dos corpos de algumas das vítimas, mas o que chama a atenção dos dois policiais mais novos é a foto de um garoto que não devia ter mais de 14 anos. Todas as vítimas tinham marcas de enforcamento e queimaduras no rosto.
— Qual é a causa das mortes? O enforcamento ou a queimadura?
A Mulher começa a perguntar pois aquilo poderia ser de suma importância no futuro.
— Depende. Nem sempre eles morrem assim, alguns morrem por perda de sangue e etc. O Enforcamento e a queimadura provavelmente são feitos depois como uma marca.
— E o que o senhor quer que a gente faça exatamente? Acredito que quer o líder preso, mas é só isso?
— Você me conhece, Jungkook. Eu quero sim o líder, pois acredito que para acabar com uma gangue precisa ser de cima. Preciso das atividades da gangue, o motivo das mortes, quero saber quem são os contatos deles e eu quero principalmente provas. O juiz só iria prender o Kim se tivermos provas que foi ele que causou essas mortes, sem isso ele poderia manipular a todos e ainda sair como bonzinho na história.
— E é por isso que quero que vocês se infiltrem na vida da gangue. Preciso que estejam lá dentro nos passando informações.
— Teremos liberdade para montar a história que quisermos e escolher a nossa equipe?
Somin pergunta ainda sem em momento nenhum direcionar o seu olhar para o seu parceiro.
— Sim. A sala de reunião é de vocês para informarem tudo para a equipe de vocês e investigarem juntos. O departamento está a disposição também, eu confio que irão prender esse lunático. Essa missão é muito importante, não quero que exitem em fazer tudo que for necessário.
— Estão dispensados, boa sorte e tomem cuidado.
Ao ouvirem seu chefe terminar de falar os dois policiais se curvam, pegam as fotos e relatórios e se retiram da sala.
— Acredito que entramos em um acordo que precisamos das habilidades de hacker da Jiwoo e das estratégias de Yoongi.
Pela primeira vez depois de tanto tempo a garota direciona o seu olhar para o mais novo que tenta não demonstrar que ficar perto dela ainda o deixava nervoso.
— Sim. Ter os dois por perto é essencial e eles trabalham bem juntos.
— Ótimo. Vou ir até a Jiwoo, quero saber mais sobre cada pessoa daquela gangue se possível.
A agente vai a procura da amiga e ao achá-la as duas começam a pesquisar sobre a gangue no sistema e na internet.
Já Jungkook vai até Yoongi e explica a missão e os dois chegam à conclusão que precisam de agentes mais experientes e por esse motivo pedem que Chanyeol e Baekhyun participem dessa investigação com eles e vão com os mesmos até a sala de reunião começando a criar estratégias, mas sem chegarem em um consenso.
Depois de mais de uma hora Somin entra com Jiwoo na sala, ato esse que faz os homens na sala se calarem imediatamente e prestarem atenção nas duas.
— Conseguimos mais informações. — A acastanhada se dirige até um quadro e espalha por ele fotos dos suspeitos e de outras pessoas que ela percebeu que tinham vínculo com os suspeitos.
— Esses três são nossos suspeitos e por isso eu procurei saber em quem eles confiam.
— Kim Namjoon. As pessoas mais próximas a ele são Jung Hoseok, Do Kyungsoo e um dos nossos suspeitos Kim Taehyung. Hoseok geralmente é chamado de J-Hope e o Kyungsoo é mais chamado de D.O.
— Kim Seokjin. Próximo a Matthew Kim, Kim Jongin e Kim Taehyung. Vale lembrar que Matthew é chamado por alguns de BM. Jongin é conhecido por Kai e esse Kim Taehyung é chamado de JSeph.
— Kim Taehyung. Pessoas próximas são Park Jimin, Kim Namjoon, Kim Seokjin e o JSeph.
— Pessoas que todos os três possuem um certo contato são os famosos irmãos Kim Minseok e Kim Junmyeon ou como são conhecidos por todos Xiumin e Suho. Sim, esses são os mesmos irmãos que sempre estão em todas as festas mais sofisticadas desse país, seja a de pessoas famosas a políticos.
— Nós conseguimos fazer relações com o que cada um gosta de fazer e essas coisas. — A Platinada com mechas pretas fala entregando papéis a cada um que estava na mesa.
— Descobrimos que a gangue se chama Kingdom e o curioso é que existe uma balada com esse nome lá em Hongdae também chamada de Kingdom então talvez ela seja da gangue.
— Já podemos começar com o trabalho então. Agora precisamos montar um plano. Nós vamos prender esses criminosos!
O Moreno diz confiante e abre um sorriso.