Just Right

By httpmorax

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Onde Fugo recebe outro tipo de punição. [FugoAbba] [Presente Pro Squad.] More

Naughty Boy

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By httpmorax

O silêncio fazia a raiva de Fugo aumentar a cada segundo, até quando é que aqueles idiotas iam continuar naquela sala a olhar para ele? Tinha mais para fazer do que ficar ali sentado, à espera.

Ele olhou para a janela, claro que não podia ver ninguém do outro lado, será que alguém estava ali sequer?

Ele levantou-se da cadeira e caminhou até ao vidro, tentando ver se conseguia ver uma silhueta.

- VOCÊS VÃO CONTINUAR ME OLHANDO FEITOS PALHAÇOS?! EU TÔ FARTO DESSA SALA MINÚSCULA, PORRA! - gritou, batendo furiosamente, ele sabia que o vidro era resistente.

A porta da sala abriu-se, mas ele não tinha notado isso, afinal, ainda estava gritando. O polícial que havia sido escolhido para conversar com ele ainda estava porta, observando o delinquente gritando, parecendo um idiota.

Ele entrou no cómodo em passos silenciosos, fechado a porta atrás de si com calma.

Antes de pronunciar-se, limpou a sua garganta e cruzou os braços.

- Vai continuar a gritar? Está parecendo um idiota, se todos os delinquentes são como você, então o nosso trabalho vai ficar cada vez mais fácil. - a ironia na sua voz era palpável demais e isso calou o mais novo que continua virado de costas para si. - Sente-se, não tenho paciência para pessoas como você.

As sobrancelhas franziram-se, afinal, o jovem nem sequer tinha se mexido do seu lugar, odiava ter que repetir as suas ordens, teria que arrastá-lo pelos os cabelos por acaso?

Como se o loiro tivesse lido o seu pensamento, ele moveu-se, devagar, mas moveu-se. O olhar dele fixou-se no chão enquanto andava de volta para o lugar e uma vez sentado, o olhar permaneceu para baixo, não era suposto delinquentes serem desafiantes? Ele parecia submisso demais, estaria planeando alguma besteira?

Pouco importava, apenas deu os ombros, olhando a ficha que tinha trazido consigo, aproximando-se da sua cadeira para sentar-se frente a frente.

- Pannacotta Fugo, 19 anos.. - o polícial deu uma risada antes de continuar - Apanhado por pose de droga, huh? Estou falando com você, olhe para mim!

A sua ordem foi ignorada como se não fosse nada e isso, fez o seu sangue ferver.

Com uma força brutal, ele colocou a ficha sobre a mesa, fazendo o barulho ecoar sobre a sala e o mesmo pular no seu lugar, coisa que ele não tinha reparado, graças a raiva que sentia no momento.

Ele moveu-se de maneira agressiva, aproximando-se do loiro e assustando-o, mas pouco se importava com isso. A sua mão agarrou um punhado dos cabelos loiros e com força, puxo-os, fazendo ele finalmente olhar para a sua cara.

Os olhos estranhamente vermelhos tinham lágrimas formadas, um sorriso malicioso brutou nos seus lábios.

- Eu tinha falado para você olhar para mim, não falei? - disse num tom mais calmo.

Sabendo que o Pannacotta não ia responder, ele deu um tapa de leve na sua cara e puxou o seu cabelo novamente, a sua reação havia sido um fechar de olhos e um gemido fraco. Leone deu uma risada satisfeita e sem delongas, lambeu os próprios lábios.

- Ainda à pouco tempo você estava gritando e olha para você agora, por acaso você está no seu cio? - o mesmo gemeu novamente como resposta.

Leone havia soltado o seu cabelo lentamente e os seus dedos deslizaram pela nuca dele, fazendo-o estremecer outra vez, mas desta vez, o significado era outro, afinal, Fugo estava sentindo prazer. Ambas as suas mãos foram parar as costas da cadeira e Fugo finalmente abriu os olhos novamente, soltando umas lágrimas.

Inesperadamente, a sua cadeira foi puxada para trás com força, assustando-o por uns segundos.

O seu olhar voltou novamente para baixo, já que agora o polícial estava de frente para si e um pouco perto demais, o seu corpo inteiro estava quente e o seu rosto queimava em vergonha, estava assim desde que a voz rouca e sedutora do mais velho haviam ecoado pela sala, sentia-se apenas errado mas o outro, não parecia ficar ofendido pelo o seu jeito, não podia evitar em pensar que talvez isso já tinha acontecido antes, não?

A sua linha de pensamento foi quebrada e um gemido alto escapou dos seus lábios, voltou a fechar os olhos, tapando a boca com ambas as mãos enquanto o pé -, calçado - do mais velho massacrava a sua ereção.

Os seus cabelos foram puxados novamente e outro gemido havia escapado, ele já nem conseguia pensar em mais nada sem ser como estava sentindo prazer como nunca havia sentido antes, era tão estranho.

- Olhe para mim, Fugo. - o polícial pediu em tom misturado com o dócil e o lascivo.

Hesitante, abriu os olhos devagar, trocando finalmente olhares, o agente tinha as íris em tom para o dourado misturando o lilás -, era a coisa mais exótica que já tinha visto, pensou - as pupilas estavam dilatadas e o seu olhar estava completamente nublado de prazer.

- Ótimo. - a mão que segurava os cabelos loiros, havia sido colocada sobre a bochecha dele, acariciando-a - Fugo, você é bom garoto, não é? Eu sei que você é e eu ouvi falar que Mista foi visto na festa, a droga era dele, não é? Se você confessar a verdade, eu irei te recompensar como o bom garoto que você, sim? Diga-me a verdade.

A pressão sobre a sua ereção voltou a aumentar, fazendo-o grunhir baixo, as palavras do homem havia feito o seu pau fisgar e o seu estômago sentir borboletas, ele havia sido mesmo honesto ou era só um truque?

Desviou o seu olhar por uns segundos, a mão dele não tinha saído da sua bochecha e ele esfregou-se contra ela, voltando a olhar para o guarda antes de finalmente falar.

- E-Eu.. Sou mesmo um b-bom garoto?

Abbacchio grunhiu, ele percebeu que Fugo era submisso, mas isso havia superado as suas expectativas.

Ele havia retirando o seu pé sobre o seu pau, fazendo-o gemer insatisfeito.

Mas isso foi rapidamente mudado ao ser puxado pelos os cabelos com uma certa força, fazendo-o levantar do lugar, a boca do outro foi contra a sua de um jeito feroz, era um beijo desajeitado e animalesco, sendo dominado pela língua do mais alto que não parava de ir contra a sua.

Estava derretendo-se e a sua respiração estava descontrolada, precisava de ar mas o polícial não parecia importa-se com isso, as suas mãos trémulas foram de encontro às mangas da farda, um gemido longo foi abafado pela boca do outro homem que não saia da sua, estava perto de gozar e sentia-se ainda mais humilhado por isso.

As bocas foram bruscamente separadas uma da outra e o loiro sentiu que as suas pernas iam ceder a qualquer momento. Estava uma confusão, cabelos despenteados; roupas amassada; respiração descompensada; saliva que ameaçava escorrer para o seu queixo; pernas bambas e uma ereção entre as pernas que implorava por mais atenção.

- S-Sig-Signore¹... - tentou implorar não aguentava mais, ele queria logo o máximo que tinha para receber, ele precisava.

Abbacchio sentiu o pau ficar cada vez mais duro, o tiro tinha saído pela a culatra e ele estava cada vez mais fodido pela vontade de foder Fugo em todas as possíveis naquela pequena sala.

As suas mãos agarram a bunda do loiro com força, fazendo-o gemer em surpresa, sem esforço algum ele levantou-o minimamente e sem perder tempo naquela posição, sentou-o sobre a mesa.

As suas pernas foram abertas de um jeito bruto e o vazio entre elas foi preenchido rapidamente, Fugo queria fechar as pernas em volta da cintura do homem e sentir o seu calor outra vez, mas, a forma como ele apertava as suas coxas bloqueava esse desejo facilmente.

- Você quer gozar? - a voz libidinosa questionou rente ao seu ouvido, fazendo-o estremecer por completo, com dificuldade ele moveu a sua cabeça em um aceno positivo - Então, eu vou deixar você gozar para mim, sim? Mas você vai confessar para mim a verdade e só depois eu vou deixar você ir embora, você consegue fazer isso para mim, não é? Você vai ser um bom garoto, certo?

Fugo mal conseguia raciocinar direito, as palavras do homem eram apenas demais, mas ele queria aquilo e estava tão perto de chegar ao seu orgasmo, ele precisava fazer aquilo, o seu pau já estava completamente dolorido de tanto esperar e sem falar que, ele estava completamente melado.

Que se foda o Mista, pensou.

Ele acenou positivamente, finalmente rendendo-se ao encanto do platinado, não como se fosse perder a dignidade, afinal, não podia perder-se algo que nunca existiu.

As mãos trabalharam rápido em tirá-lo da prisão que tinha sido as suas calças e.... Calcinha? Leone pensava que não havia jeito de ficar mais excitado, ele estava errado.

Com cuidado, envolveu a glande e espalhou o pré-gozo por todo o comprimento do pau ereto, os gemidos e as arfadas eram como música para os seus ouvidos, só Deus sabia como estava difícil manter a sanidade.

Os movimentos de masturbação haviam começado lentos, fazendo Fugo murmurar um palavrão ali e acolá.

- Guido Mista estava na festa? - questionou, apertando o pau com mais força e descendo devagar.

Novamente um acenar de cabeça positivo e os movimentos cessaram, fazendo-o grunhir frustrado.

- Use a sua boca para falar ou preferia estar usando em outra coisa?

- S-Sim...

A dúvida "Sim, a primeira pergunta ou a segunda?" pairou sobre a mente do policial, mas ele resolveu avançar, voltando com os movimentos de sobe e desce.

A respiração do loiro havia voltado a ficar uma confusão, as lágrimas tinham voltado aos seus olhos e o seu corpo estremecia cada vez mais, Leone acelarou o ritmo dos movimentos.

- Foi Guido Mista que levou as drogas para lá? Você quis levar com as culpas só para deixar-me desse jeito, não é? - as palavras dele eram duras, mas no entanto, só faziam com ele gemesse cada vez mais e cada vez mais alto, inesperadamente, a boca do outro foi de encontro ao seu ouvido - Você é mesmo um bom garoto ou não passa de uma putinha?

E nisso, o gemido mais manhoso saiu dos lábios vermelhos e inchados dele e assim havia atingido o seu orgasmo, sujando a mão do homem de cabelos platinados e a sua blusa vermelha.

Fugo ofegava, tentando normalizar a sua respiração mas estava sendo uma missão impossível, o seu corpo estava ainda em chamas e dormente, foram sentimentos e sensações demais em tão pouco tempo.

- Eu vou considerar isso como um sim, Fugo Pannacotta. - provocará afastando-se do corpo, fazendo Fugo sentir um estranho sentimento de incompleto - Você está bem?

O tom realmente preocupado e embora grato por isso, não era aquilo que ele queria, ele queria aquele homem dominante de palavreado obsceno.

Outra vez havia acenando com a cabeça mas desta vez de forma negativa, fazendo o homem ficar visívelmente preocupado, apesar de não ser a intenção.

- Oh.. Hm, precisa de algo? Eu posso ir buscar para você e depois deixo você em casa, meu turno está quase acabando.

A sua respiração estava quase normalizada e sua mente estava focada em apenas uma coisa: fazer a pergunta dele virar realidade.

- Eu tenho sede...

- Certo, eu vou buscar uma garrafa de água para você, só fique quieto que eu já volto. - ele diz, pronto para se afastar totalmente.

Mas o loiro consegue ser rápido o suficiente para pegar o pulso dele e o parar.

- Precisa de mais alguma coisa? - o homem resmunga, retirando a mão dele sobre o seu pulso.

A coragem que havia crescido no seu peito, rapidamente havia ido embora, oh céus, porque ele estava sentindo vergonha agora depois de tudo aquilo que aconteceu?

- E-Eu.. Eu não quero água...

O homem cruza os braços e franze ambas as sobrancelhas um pouco confuso, fazendo o rosto do mais novo queimar em vergonha.

- Refrigerante faz mal.

Ah meu Deus, alguém me mata. Fugo pensou para si mesmo.

Foco e fé, não era? Fugo respirou fundo, tentando não corar ainda mais.

- Eu quero leite.. direto da fonte. - ele tentou esclarecer, mas com medo de não ser percebido, levou a mão até a ereção coberta pela calça preta e lambeu os lábios - Por favor...?

Abbacchio mordeu o lábio e suspirou, nunca pensaria que o Pannacotta tivesse realmente tal coragem, ele era realmente incrível.

- Um bom garoto, merece uma verdeira recompensa, não? - ele havia acrescentado, fazendo aquele olhar nublado em luxúria voltar ao par de olhos exóticos.

Leone não ofereceu resistência e sentou-se na cadeira onde o Pannacotta havia sentado-se antes, as suas pernas estavam abertas o suficiente para ele encaixar-se entre elas e em seus lábios dançava um sorriso malicioso.

Não foi preciso dizer mais nada, o convite foi lançado e no mesmo instante ele havia sido aceite.

Fugo levantou-se e uma questão de segundos, estava de joelhos entre as pernas fortes dele.

As suas mãos apalparam-nas com vontade, enquanto o olhar deles não era quebrado por nada.

- Eu ainda não sei o seu nome, signore.. - o tom manhoso fez o sorriso dele aumentar, mas quando sentiu a língua quente sobre o seu pau coberto, o seu sorriso caiu e um grunhido baixo saiu dos seus lábios.

- Leone, Leone Abbacchio.

- Signorsi', signore Abbacchio.²

As mãos de Fugo apressam-se para livrar o agente do cinto de couro e descer o zíper, com quase urgência, ele colocou o pau ereto para o homem para fora, o suspiro escutado o fez avançar sem medo, mesmo nunca tendo visto um de tamanho tão grande.

Ele chupou a glande, provando o gosto do seu pré-gozo que sendo honesto, não era totalmente horrível apenas um pouco amargo demais. Não parando, a sua língua havia tentando lamber todo o comprimento, mas daquele jeito não ia conseguir sem engasgar-se.

Uma vez quase totalmente abocanhado, Fugo começou os movimentos sobe e desce, indo num ritmo lento enquanto uma mão massageava os testículos dele. Leone havia jogado a cabeça para trás e soltado um gemido, a sua sanidade ainda era mantida mas ela estava quase evaporando-se, a boca do outro era quente sem igual e apesar do ritmo vagaroso, ele sabia exatamente o que estava fazendo.

As suas mãos foram automaticamente parar a cabeleireira loira e Leone não pensou duas vezes antes de puxar os cabelos dele uma outra vez.

Coisa que o incentivou, sendo que ele tentou acomodar ainda mais do seu comprimento.

Mas não aguentava mais, ele precisava que Fugo acelara-se um pouco mais.

- Me mama direito. - ele pediu e ordenou ao mesmo tempo, movendo o seu quadril contra a boca dele, dando uma estocada leve mas sendo o suficiente para engasgar-lo.

O olhar do loiro subiu para o olhar dele, as lágrimas estavam a começar a brotar no canto dos olhos e o seu pau estava voltando a tomar vida.

Quando ia para voltar a descer, os cabelos foram puxados novamente, afastando-o.

- Abra bem a boca. - ordenou.

Com o corpo novamente fervendo, obedeceu e Leone não pensou sequer uma vez antes de praticamente começar a foder a boca do mesmo, ele podia recompensar por isso mais tarde, mas no momento ele queria aproveitar a sensação incrível que era.

Já Fugo estava novamente uma confusão entre lágrimas e saliva, ele sentia-se estranho daquele jeito mas mal ele sabia que a tal visão era bem apreciada pelo o homem que estava gemendo e falando palavras obscenas, ele fechou os olhos e levou a mão a sua ereção, começando movimentos rápidos, também precisava aliviar-se.

Queria gozar novamente mas queria gozar com ele, só precisava aguentar mais um pouquinho.

O grunhiu arrastado de Abbacchio o despertou, já que a sua boca também foi preenchida de porra fazendo-o engasgar e gozar ao mesmo tempo.

Os seus cabelos foram soltos somente depois de ele engolir tudo que havia para engolir, o seu corpo e mente estavam cansado, não aguentava-se sequer sentado por isso, havia caído no chão.

- Gostou do seu leite?

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