DNA (Styles Twins)

By o-ctxber

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Ela não acreditava no amor, mas depois de tudo o que já tinha passado era compreensível, em tenra idade Morga... More

DNA
Capitulo 1
Capitulo 2
Capitulo 3
Capitulo 4
Capitulo 5
Capitulo 6
Capitulo 7
Capitulo 8
Capitulo 9
Capitulo 10
Capitulo 11
Capitulo 12
Capitulo 13
Capitulo 14
Capitulo 15
Capitulo 16
Capitulo 17
Capitulo 18
Capitulo 19
Capitulo 20
IMPORTANTE

Capitulo 21

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By o-ctxber

 A/N: Voltei! Decidi continuar a história mas agora vou colocar algumas metas de votos e comentários em todos os capitulos, deste em diante, porque não tenho praticamente tempo nenhum para escrever e quando o faço quero saber se as pessoas o lêem ou não, juro que isto soava menos fútil na minha cabeça, mas pronto é isto, enjoy xx

 *Morgan

 Abri os olhos e a luz vinda da janela incomodou-me imediatamente, a minha cabeça parecia estar prestes a explodir e de repente lembrei-me de tudo o que se passou na noite anterior.

 Nota para mim mesma: nunca mais beber aquela quantidade de alcóol.

 Tapei a cara com o lençol branco que cobria o meu corpo nu e fiquei assim durante algum tempo, sendo interrompida por uma voz rouca e um par de olhos verdes a olharem para mim atentamente.

 "Como é que estás?" 

 Olhei para ele, estava com o cabelo molhado e apenas uma toalha a tapar-lhe o corpo e nem aquela vista me conseguia fazer abstrair da dor de cabeça que sentia. 

 "Definitivamente não no meu melhor," respondi-lhe.

 Ele riu-se e pressionou os seus lábios contra a minha bochecha, "Vá lá, levanta-te e veste-te, vamos sair. Eu vou lá a baixo buscar-te um comprimido."

 Eu suspirei e observei-o a sair do quarto, levantei-me e vesti o vestido da noite anterior que tresandava a fumo e a alcóol. Olhei-me ao espelho, não podia estar mais horrivel, com a maquilhagem toda borrada e o cabelo completamente despenteado, peguei num elástico e atei o cabelo tentando com que este tivesse melhor aspeto. 

 Harry entrou com um copo de água e um comprimido na mão, entregou-me e eu apressei-me a tomá-lo.

 Agradeci-lhe antes de entrar na casa de banho ao lado do seu quarto, lavei a cara e visto que não tinha maquilhagem todas as minhas imperfeições estavam visivéis. Estava ainda mais pálida que o normal e as grandes olheiras que tinha contrastavam com o tom da minha pele. 

 "Estou horrivel, temos mesmo que passar pela minha casa," disse ao Harry quando voltei a entrar no quarto.

 Ele já estava vestido e aparentemente pronto para me levar onde quer que seja que esteja na sua cabeça.

 Aproximou-se de mim e meteu as suas mãos na minha cara, "És linda," sussurrou antes de me beijar. 

 Harry deu-me a mão e guiou-me para fora do quarto, descemos as escadas e não foi um completo choque ver a desarrumação em que a casa se encontrava. Havia copos vermelhos por todo o lado, garrafas de bebida, cinzas de cigarros e restos de comida pelo chão, presumi que aquilo seja normal numa festa. 

 Quando ele abriu a porta senti o choque de temperatura, enquanto a sua casa embora desarrumada estivesse quente e acolhedora, o ambiente no exterior era completamente oposto a ela. O vestido que tinha não ajudava muito a sentir menos frio , estava a congelar e a tremer, quando o Harry olhou para mim apressou-se a colocar os seus braços à minha volta, tentando aquecer-me.

 Entrámos no carro e a viagem até à minha casa foi silenciosa, no entanto era um silêncio bom e nada desconfortável, só se ouvia o album dos Nickelback que o Harry insistia em repetir cada vez que andávamos de carro juntos.

 Abri a porta da entrada e quando entrei senti imediatamente o cheiro a velas que a minha mãe tanto adorava espalhar pela casa e o calor acolhedor da lareira, levei o Harry até ao meu quarto rápidamente para não ter que encarar ninguém com aquele mau aspeto. 

 Tomei um duche rápido, o que não é nada habitual, para o Harry não ficar demasiado tempo à minha espera. Enrrolei uma toalha à volta do meu corpo e voltei para o meu quarto, onde o encontrei sentado na minha cama a mexer no telemóvel.

 Estava completamente confortável em vestir-me com ele lá. Estranhamente Harry transmitia-me uma confiança que eu nunca tinha sentido, não só na nossa relação como em mim mesma, ele tinha qualquer coisa que me fazia acreditar piamente nele e eu não fazia ideia do que era.

Depois de ter passado cerca de vinte minutos a ouvir o Harry reclamar que eu não precisava de me maquilhar nem de fazer nada de especial com o meu cabelo porque ele gostava de mim exatamente como era enquanto me arranjava finalmente saimos de casa e entrámos mais uma vez no seu carro.

Desta vez, e por mais estranho que parecesse ele não pôs o cd ao qual eu já estava mais que habituada a ouvir a tocar e começou a falar comigo sobre o nosso futuro.

"Tu queres assumir isto?" Perguntou-me, tirando o olhar da estrada por uns segundos.

"Isto?"

"Sim, nós. Eu entendo perfeitamente que queiras manter a nossa relação em segredo, por mais que queira poder estar contigo sempre que me apetecer e poder compensar-te por tudo o que te fiz passar antes, quero que saibas que te apoio e estou contigo independentemente da tua decisão porque eu sei que apesar de me ter mudado para cá há pouco tempo não tenho a melhor reputação e-", ele falou sem parar e provavelmente nem sequer se iria calar se eu não tivesse pousado a minha mão na sua perna e não o tivesse interrompido.

"Harry para," sorri "eu quero."

Ele estacionou o carro em frente a um parque onde eu nunca tinha estado e assim que as suas mãos deixaram o volante os seus lábios apressaram-se a encontrarem os meus.

"Ainda bem, já não tinha argumentos." Ele respondeu, rindo-se.

Saímos do carro e ele deu-me a mão, guiando-me pelo jardim.

Depois de percorrer-mos um caminho de pedras pelo meio de árvores e plantas para todos os gostos chegámos a um pequeno café acolhedor que ficava exatamente no meio do grande parque, tinha janelas enormes o que nos permitia observar todo o jardim ao nosso redor e a beleza do mesmo era arrebatadora.

"Bom dia Harry, em que posso ajudar?" A mulher de meia idade atrás do balcão cumprimentou o meu namorado, que aparentemente já a conhecia.

"Olá," Harry sorriu, "Vai ser um chá verde e um cappuccino com caramelo e canela."

A senhora, Louise de acordo com o pequeno pin que tinha no avental, assentiu e seguimos para uma das muitas mesas livres.

"Como é que sabias que eu ia querer um cappuccino?" Perguntei-lhe.
"Não sei, apenas presumi. Tu pedes sempre o mesmo," ele sorriu.
"Não não peço."
"Pedes."
"Não."
"Sim."
"Talvez," eu concluí, depois de ter percebido que realmente passava demasiado tempo a beber cappuccino.
Louise chegou com as nossas bebidas e depois de as ter pousado na mesa começou uma conversa com o Harry sobre como estavam os estudos e se estava tudo bem em sua casa. Típico.
"Então, esta linda rapariga é a tua namorada?" A senhora perguntou, sorrindo para mim.
Harry hesitou antes de responder, "Sim, é a Morgan."
A conversa prolongou-se por mais uns minutos mas eu tinha bloqueado a partir do momento em que me apercebi que o Harry se tinha referido a mim como sua namorada em público, as coisas estavam a tornar-se reais. Não consegui evitar sentir medo por tudo isto, por muito que confiasse em nós as marcas deixadas pelo Drew ainda estavam bem presentes, e subitamente deixei de me sentir preparada para isto.
Depois de me ter mantido calada durante demasiado tempo Harry começou a reparar que alguma coisa esquisita se passava e não parava de me bombardear com perguntas.
"Espero que tenhas a plena noção que eu sei perfeitamente que não estás bem, mas se não queres falar no assunto eu percebo, não te vou forçar a nada Morgan," ele disse depois de me ter feito umas mil perguntas ás quais não obteve resposta.
"Harry a sério, não é nada de especial. Para de fazer uma tempestade num copo de água por algo que não faz sentido. Eu estou só a pensar, posso? As coisas mudaram imenso para mim, e só agora é que me estou a aperceber disso."
Ele manteve-se calado enquanto acabava o seu chá e foi pagar, sem me dirigir a palavra.
"Anda," disse-me, vestindo o casaco que tinha pousado nas costas da cadeira anteriormente.
Eu segui-o sem contestar a sua 'ordem' e quando chegámos ao carro ele ligou o rádio, obviamente a mostrar que não tinha vontade de falar comigo.
Em poucos minutos chegamos à minha casa, Harry parou o carro em frente à minha porta e suspirou, à espera que eu saísse.
"Falamos depois," disse-lhe, acariciando ligeiramente a sua mão antes de sair do carro.

A/N: Espero sinceramente que tenham gostado, dei o meu melhor.
As coisas já estavam a ficar demasiado românticas e conto de fadas para o meu gosto portanto decidi mexer um pouco a história.
Votem e comentem, por favor!! A meta para este capítulo são 25 gostos e 3 comentários à cerca do capítulo.
Beijinho,
     Sofia :) x

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