Fuck Me, Daddy!!

By iam__babygirl

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CONTRATO DE UM RELACIONAMENTO CASUAL : Regras do Daddy : 🚫 Proíbido chamar o Daddy pelo nome pessoal. 🚫 P... More

Capítulo 1 - O aniversário.
Capítulo 3 : O inferno existe.
Capítulo 4 - Primeiro dia de trabalho
Capítulo 5 : O contrato.
Capítulo 6 : Valéria McCaulley.
Capítulo 7 : Último bimestre.
Capítulo 8 : A ressaca
Capítulo 9 : A viagem
Capítulo 10 : A viagem. (part.2)
Capítulo 11 : O fim da viagem.
Capítulo 12 : Natal
Capítulo 13 : Ano Novo
2 Temporada.
Elenco!!
Elenco - segunda temporada
2x1 : Mudanças.
2x2 : O Fim.
2x03 - O Encontro.
2x4 : A conversa.
2x5 : Revelações
2x6 - Eu sou o pai.
2x7 - Você aceita namorar comigo?
2x8 - Processo.
2x9 - Rafael
2x10 - Resultado.
2x11 - É menino ou menina?
2x12 - Viagem.
2x13 - A casa.
2x14 - O quarto.
2x16 - Aguardar.
3x01 - O Nascimento.
3x02 - James Bascoy Devecz
3x03 - Almoço em família.
3x04 - Aniversário

Capítulo 2 - O encontro.

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By iam__babygirl

Se passou uma semana desde do meu aniversário. Eu e o Tim trocamos algumas mensagens e com certeza algumas transas. Escondidos mas dava pra dá uma bela gozada. Ele iria viajar essa semana, iria visitar o avô doente, iria ficar uma semana fora, mas além das fodas criamos uma amizade. Me deixou responsável pra alimentar o gato da sua mãe, aquele gato já me conhece muito bem. Então seria fácil, fiz uma cópia da chave e iria visitar sempre, seria mais fácil apesar levar ele pra casa mas graças ao meu amado irmão e sua alergia teria que dá voltas de manhã, antes da escola, pela tarde, e a noite também. O gato já é obeso, não posso engorda-lo mais ainda.

Estava me arrumando. Acordei mais cedo pra alimentar aquele gato, já odiei a ideia. Mesmo amando animais. Era seis e meia da manhã, eu só pego as sete e meia. Estavam todos dormindo, apenas peguei um pão da paozeira em cima da mesa e melei o mesmo no doce que tinha na mesa, também. Dei uma boa mordida no mesmo e abri a geladeira pegando um pote de danone do Harry e abri o mesmo, sai de casa comendo. Ninguém me ouviu, ainda bem. Liguei o carro e dirigi uns vinte e cinco minutos da casa do Tim. Assim que cheguei o gato estava no terraço, brincando com uma bola. Entrei na casa e fui até a cozinha, pegando um pote de ração em cima do armário, o gato veio correndo desesperado ao ouvir o barulho e enchi a vasilha.

- Não coma tudo, só volto de tarde. - Falei fazendo o carinho no mesmo enquanto comia. - Até parece que você iria entender né bola de pelo? - Sorri comigo mesma.

Olhei a hora pelo relógio e ainda estava cedo, era só seis e quarenta e cinco. Aproveitei pra deitar um pouco no sofá, estava perto da escola mesmo, então vou tirar um cochilo de cinco minutos. Meu maior erro até hoje é acreditar que só vou cochilar cinco minutos. Acordei quando meu celular tocou. Era dez e meia da manhã. Meu Deus. Perdi um dia de aula, estou ferrada. Era a Hillary.

- Onde você está? Você matou aula? Harry perguntou por você.. Você sabe que ele te entrega.

- Eu sei, vim alimentar o gato do Timothy e acabei dormindo, meu Deus. Tô morta, vão tirar o carro de mim, o gato vai morrer de fome. Eu tô literalmente morta.

- Relaxa.. Vou falar com o Harry, sabemos que a queda dele por mim ajuda muito. - Ela riu.

- Esse Timothy mora onde? Vou tentar fugir daqui e te encontro ai perto.

- Não precisa, só saí, tô de carro, vou te encontrar ai na rua da escola e a gente vai pra praia, pode ser?

- Adorei a idéia.

Ela desligou e fiquei esperando atenciosa sua mensagem. Depois de dez minutos ela mandou a mensagem que foi liberada. O bom de nunca matar aula e ser uma boa aluna é isso, eles confiam. Sorri sozinha e saí daquela casa. Ela é bonita, mas o cheiro dela é forte. Cheiro de gato, com também cheiro de coisa velha. Enfim, não é agradável. Entrei no carro e dirigi até a rua da escola. Hillary correu até o carro e entrou, no banco da frente.

- Destino. Praia. - Ela sorriu e eu sorri de volta.

Ela ligou o som do carro e colocamos música alta. E só foi agora que percebi que ainda tô usando uma saía até o joelho e a camisa da farda da escola. Hillary estava dançando sentada e gravando stories. Bem a cara dela mesmo. Super famosinha nas redes sociais, só não pode me filmar. Sorri pra ela de fundo.

Depois de uns trinta minutos chegamos na praia.
Era pouco longe porém era linda. Era super aberta, o calçadão era bem lindo, com areia, o mar estava lindo, calmo. O sol não tava quente. O clima estava perfeito. Tinha uns quiosques do lado, uma pista pra ciclistas. E também tinha uma rede de vôlei, com uma galera jogando vôlei. Hoje é segunda, onze horas da manhã. Quem tá aqui tá com a vida super ganha. O shopping ficava de frente pra praia. Tinha uma estrutura linda. Alto. Com paredes de vidro e uma vista linda de lá. Antes de chegar a praia aproveitei pra me trocar no canto. Abri a porta e me troquei ali mesmo. Tirei aquela saía horrorosa e vesti um short jeans, um cropped com estamos Militar. É um antigo da Hillary. E tirei minhas sapatilhas. Tranquei o carro e caminhamos até a areia. A areia estava meio gelada. Bem gostosa de se pisar. E era bem macia também.

- Bom.. O que quer beber? Eu pago. - Hillary se levantou e me encarou.

- Me surpreenda. - Sorri pra ela.

A mesma saiu caminhando até um quiosque no calçadão e eu continuei ali sentada. Até que de repente duas meninos se aproximaram. Um era loiro, os cabelos bem baixinho, quase careca, mas era bem estiloso. Tinha uma listra na lateral e uma na sobrancelha. Estava sem camisa e um short meio curto, com estamos de praia. Ele se sentou do meu lado. O outro era moreno, com o cabelo num topete, porém o vento bagunçada tudo, ele também estava sem camisa e com um short parecido, só mudava a estampa.

- Me chamo Alex, esse é meu primo John. Vi você e sua amiga aqui.. São bem lindas por sinal. - O loiro tomou a liderança falando e se aproximando também.

- Ah, sou a Catherine. Aquela é a Hillary. - Assim que apontei a mesma se aproximava com duas taças de algum drink que estava com uma ótima cara.

- Olá meninos.. O que procura aqui? - Hillary falou enquanto se sentava e bebia um pouco da sua bebida.

- Bom, somos o Alex e o John. Como disse pra sua amiga, achamos vocês bem bonitas. Nunca vi vocês por aqui.. Estamos sempre aqui.

- Matamos aula e aqui estamos. A gente não vem direto, só uma vez perdida.

- Uma pena, duas lindezas como essas deveriam está aqui todos os dias pra me alegrar.

Eu e o John estávamos calados. Apenas ouvindo os dois conversarem. Somos até que parecidos, calados, quietos. Só esperando um pingo de liberdade pra se soltar.

Conversa vai, conversa vem. Alex e Hillary começaram a se beijar. John me olhou e sorriu. Não tinha reparado mas ele era bem bonitinho. Um olhar quieto, vergonhoso, um sorriso tímido e ao mesmo tempo atrevido. Será que é anjinho ou diabinho? Preciso descobrir a tempo. Dei um gole na minha bebida e logo ele falou.

- Bom, eu não gosto de ficar de vela. - Ele sorriu. - O que acha de aproveitar que nem sua amiga está aproveitando?

Diabinho. Sabia. Minhas intuições não me enganam. Sorri pra ele e o mesmo recebeu isso como um sinal. Depositou a mão em meu rosto e se aproximou pra me beijar. Ele iniciou o beijo calmo mas logo o beijo criou vida, foi se tornando agressivo, e muito bom por sinal. Ficamos ali, nos duas, e os dois. Se beijando por um bom tempo. Dava pra sentir os meninos super excitados. Alex parou o beijo primeiro e sorriu.

- Uau.. Bom, moramos nesse prédio, temos um piscina na varanda e tudo.. Querem ir pra lá? É mais calmo. - Ele sorriu.

Hillary me olhou com uma cara de "precisamos" e eu já tinha pegado no ar. Apenas sorri e os mesmos se levantaram. John me deu a mão pra me ajudar e eu levantei. Ele era alto. Adoro. Caminhamos até o prédio que o Alex apontou e ele sorriu pro porteiro e o mesmo lhe reconheceu e abriu a porta. Entramos. O prédio era lindo. Enorme. Como queria morar aqui. Pegamos um elevador e o mesmo subiu até o andar deles. O apartamento era incrível, enorme. E realmente tinha uma piscina na varanda, era de frente pro mar. Que vista. Como eu queria isso. Logo os meninos tiraram os shorts e estavam de sunga entraram na piscina. Sorri e tirei minha blusa e em seguida meu short, Hillary fez o mesmo. E entramos em seguida. Parece que agora a ordem trocou. Eu estava beijando o Alex. Bom, o beijo dele é muito bom também. Mas gosto do ar misterioso do John. Me faz pensar se vale a pena ou não, me faz querer arriscar pra descobrir. Alex segurou minhas pernas por de baixo da água e me levantou, ficando no meio delas, e me encostou na borda da água. O clima esquentou até demais. O mesmo desceu suas mãos até minha calcinha e colocou a mesma de lado, e começou a brincar com minha intimidade. Isso tava bom demais. Ele era ótimo com os dedos. Continuamos nos beijando enquanto eu gemia em sua boca. Ele beijava meu pescoço enquanto penetrava um dedo dentro de mim. Entrava e saía. Entrava e saía. Aí como é uma delicia. John sorriu nos olhando.

- Uau.. Como esse mar estava bom. Parece que pescamos bem primo. - Ele sorriu.

Alex lhe olhou sorrindo enquanto aumentava a velocidade dos dedos. Eu achei isso muito broxante e sem graça. Mas isso tava gostoso demais pra rir, só queria gemer, e gemer. Hillary me encarou sorrindo.

- A santinha se soltou.. - Ela sorriu.

- Vem cá..

Alex puxou ela pra ele enquanto lhe beijava, brincava de me comer com o dedo. John se aproximou de mim e tirou meu sutiã que nem senti. Nem vi. Só percebi o mesmo chupando meus seios enquanto Alex me comia com os dedos. Eu tava me segurando pra não gozar. Não queria gozar assim, nessa situação. Preciso manter o controle. Alex me olhou sorrindo e chupou meu outro seio. Agora tem dois mamando meus seios e um me comendo com os dedos. Hillary sorriu e começou a me beijar. O que está acontecendo? Como tudo isso virou nessa suruba louca? Preciso perder o sono mais vezes. Ela sorria enquanto me beijava e dava pra vê a expressão dos dois. Sorrindo e me encarando. Sorri retribuindo o beijo dela enquanto ouvia os dois sussurrando algo escondido. Ela parou e me olhou. Os dois já estavam nus, nossa. Vai rolar mesmo? Com dois estranhos? Foda - se tô adorando. Alex me puxou e me beijou e depois senti uma boca alheia, era a Hillary. Sorri e logo ele se saiu e estávamos nos beijando de novo. John apareceu por trás da Hillary, com um sorriso no rosto. Ele puxou ela pela cintura e beijou seu pescoço enquanto soltava seu sutiã. Alex fez o mesmo comigo, e por incrível que pareça eu não sinto minha calcinha. Cadê ela? Depois de uns minutos vi a mesma flutuando na piscina. Sorri pra mim mesma. Alex e Hillary já estavam passando dos limites. Ela estava chupando ele. Ele tava sentado na borda da piscina e a mesma estava dentro, lhe chupando. Meu Deus, o que é isso? John apareceu de dentro da casa, tinha ido responder o interfone. O mesmo ficou surpreso e sorriu me olhando.

- Nossa, eles realmente estão com muita vontade. - Ele sorriu.

- Sim, e você? Não está? - Sorri com uma expressão safada pra ele.

- Até demais, vem cá.

Ele sorriu e me puxou até a borda da piscina, sentou na mesma e me olhou. O mesmo se curvou e me beijou. Retribui enquanto tirava seu membro da sua sunga. Nossa, era enorme. Ele realmente é o meu tipo. Alto, magro, misterioso, sensual e além do mais é dotado. 

Transamos. A loucura apenas tomou conta de nós quando estávamos as duas de quatro, uma do lado da outra, e depois estávamos nos beijando. Os dois nos comia de quatro, lado, por cima, de todas as posições possíveis. Nunca imaginei que faria isso com a Hillary. Realmente foi uma loucura mas tudo que é bom dura pouco, não é mesmo? O sol estava se pondo e trocamos contato com os dois, aquilo foi maravilhoso, logico que teríamos que repetir. Saímos andando até o carro, eu não sentia um pingo de vergonha, sou mesmo uma putinha. Sorri pra mim mesma enquanto entrava no carro. 

- Nossa, que loucura, voltamos? - Hillary comentou entrando no carro.

- Claro, foi bom demais. - Sorri.

O caminho todos voltamos rindo, e conversando. Ainda bem que nada mudou. Deixei ela em sua casa e segui com o carro até minha casa. Meus pais vão me matar. Além de voltar super tarde pra escola, esqueci de ir buscar o Harry e a diretora ligou informando que não fui a escola hoje. Ótimo. Assim que cheguei o carro do meu pai estava na garagem. Perfeito. Estacionei e entrei dentro de casa, eu estava vermelha do sol e também super cansada de toda aquela tarde de sexo sem pausa. Fora a praia que me deixa extremamente cansada. Meu cabelo já era, estava pra cima por causa do cloro da piscina e o mar da praia. Ótimo, me entrega mesmo vida. Abri a porta e entrei. Meu pai estava sentado vestido de terno e gravata, hoje ele iria pregar pra uma igreja famosa, então era importante pra ele. Droga. 

- Onde você estava? - Ele falou calmo, sem me olhar.

- Eu fui cedo pra casa da Hillary ajudar com o dever da escola e acabamos cochilando lá mesmo. Acordamos tarde, os pais dela não estava, então perdemos a hora aí resolvemos ir até a piscina do prédio aproveitar o dia.

- Ótimo. Lindo. Esqueceu seu irmão parado igual uma estátua na frente da escola. Perdeu um trabalho importante. Saiu cedo sem avisar, e ainda mais ficou a tarde numa piscina. Mostrando seu corpo pra qualquer um. Porque sei que não entrou de roupa.

- Ela me emprestou um maiô.

- NÃO IMPORTA CATHERINE! - Ele gritou comigo, me olhando. - Você é filha de um pastor que tá sendo vigiado por qualquer igreja. Estou sendo citados em igrejas importantes, estou sendo conhecido e ganhando fama por minhas pregações. Sabe como é importante pra mim? Tá atraindo jovens e adultos pra conhecer meu mundo. Nosso mundo. Você está de castigo. Vou agora pra igreja, quando eu voltar espero que esteja no seu quarto. Trancada. E estudando, você vai voltar pra igreja a partir de amanhã. Lhe dei muita colher de chá Catherine, lhe dei chances, você vai ensinar a escolinha da igreja, é bom saber bastante a igreja. Ah, me dê a chave do carro, proibida de usar. - Ele estava vermelho, nervoso, se tremendo. 

Eu não quis falar nada, se não era pior. Não ouvi ninguém. Minha mãe que sempre me defende. Ou está muito brava comigo, ou já foi pra igreja. Ótimo, tudo que queria. Entreguei a chave pra ele e caminhei até meu quarto sem dizer uma palavra. Amanhã provavelmente ele esquece. Vamos torcer né. Bati a porta com força. Eu estou muito zangada. Não posso matar aula, não posso entrar na piscina, ir a praia, ou ter amigos. Não posso ir a festas, nada. Eu sou uma adolescente. Eu quero me divertir. Eu preciso muito disso, me distrair. Curtir a minha vida e ter minhas próprias decisões. Mas sou proibida até de decidir que roupa uso. Não aguento mais isso. 

Eu estava em lágrimas. Deitada na cama. Pensando na minha vida. Uma completa perda de tempo. Por meu pai comandar a igreja então só posso tomar decisões com ele. E isso acaba hoje. Cansei. Não irei ensinar ninguém, cada um escolhe o que quer. Não vou fingir que a vida de evangélica é boa, sendo que eu não suporto essa pressão. Adoro certas coisas, mas odeio ser quem não sou. A pressão que sempre tive. Me levantei da cama e saí de casa. Não consigo ficar olhando as paredes, obedecendo ele, mesmo que ele não esteja em casa. Saí pra caminhar. Sem destino. Só pensando. Caminhei até o parquinho, caminhei até a rua da escola. Estava tudo escuro, sem ninguém. Acabei lembrando que o gato da mãe do Tim estava sem ser alimentado o dia todo. Acabei indo até lá. Assim que cheguei já fui entrando, nem me liguei que a luz estava acesa. Me deparei com um homem alto. Magro. Usando uma camisa social preta. Cabelos meio longo, um pouco pro lado, mas estava bagunçado. Ele era bonito. Parecia ser mais velho. Ele me olhou estranhando.

- Quem é você?

- Perdão, sou amiga do Timothy, e ele pediu pra alimentar o gato dele enquanto estava fora. Me deu as chaves. 

- Ah, ele está alimentado. Obrigado pela preocupação. - Ele sorriu. - Sou o tio do Tim. Me chamo Matthew Montgomery. - Ah, claro. O Montgomery, não sabia que ele era parente do Tim.

- Ah sim, eu conheço sua loja de roupas. Compro bastante lá, é muito boa. 

Ele sorriu me olhando. Ele tem uma loja super conhecida. Todos os famosos usam, é meio caro mas é ótima. Ótimo tecido, fora qualidade. Ele é super rico. Porque o Tim não me contou isso? Deve ter alguma briga entre os dois. Tim odeia todo mundo. Apesar que os dois são super parecidos. Não percebi mas estava secando ele com os olhos. O mesmo sorriu. 

- Bom, eu e o Tim não somos muitos amigos, fora a semelhança somos bastante afastado. - O mesmo sorriu. - Ele não me suporta porque sou rico. Bom, não por isso, mas quando ele era mais novo eramos super amigos, ai eu viajei, fiquei rico, e fiquei muitos anos sem dá notícia, e não sei você sabe, mas o Tim odeia os pais. Ai ele ficou chateado por eu ter feito uma fortuna e nunca ter levado ele comigo. - Ele se sentou no sofá e me olhou.

- Poxa, sinto muito. O Tim é confuso. Ele sempre teve esse ar de que odeia todos e não liga pra ninguém. Mas sei que é só mágoa, se vocês conversarem vão se entender.

- Tentei anos atrás, acredite, ele só piora com o tempo. Qual a desculpa que ele deu pra sair daqui? 

- Que ia cuidar do avô. 

- Meu pai morreu a três anos. Ele aproveitou que os pais estavam fora e saiu pra raparigar. Festas. Mulheres. Tudo isso.

Faz sentido. Porque os pais iriam viajar a trabalho e não ligar pro senhor doente.

- E a igreja? Ele não parece ter esses problemas. 

- Tim vai pelos pais. Eles acham que vai ajudar ele. Ah três anos, na época que meu pai morreu ele teve uma overdose, e desde de então os pais se entregaram pra igreja e arrastou ele com eles. Tim só vai fingindo que gosta, pra conseguir o que quer. Dinheiro. Mas ele gosta mesmo é de uma boa farra, na maioria das vezes sempre tá drogado. Ou bêbado. 

- Não imaginava o Tim assim. Conheci ele na igreja. 

- Ele também tem dupla personalidade. 

Acho que o tio dele tem razão. Ele é estranho, mas achei que era só o jeito roqueiro dele. Nada mais. Mas infelizmente tem muita coisa por dentro disso. Eu estava lamentando isso, e pensando. Como ele pôde me enganar? Somos amigos. Além de parceiros sexuais. Ele deveria se abrir comigo, capaz de eu ir na loucura com ele. Mas eu iria ajudar ele. Eu preciso romper relações com ele. Não consigo imaginar alguém assim, vai que ele muda de personalidade comigo. E sei lá, tenha ódio de mim. Sem eu ter feito nada.

Matthew percebeu minha expressão chateada. E depositou a mão em minhas costas. Me fazendo uma massagem solidária. Olhei pra ele. Ele estava sério. Não percebi mas ele era lindo demais. 

- Sinto muito. - Ele tirou a mão das minhas costas e sorriu levemente. - Adoraria conversar mais. Mas estou pouco ocupado. Preciso desempacotar muitas caixas. 

- Vai morar aqui? - Perguntei sem pensar. Me arrependo por isso.

- Tim é de menor. Recebi um email de seus pais avisando que vai ficar lá por mais tempo. Aproveitei e vim abrir uma loja pela região. Então vou ficar por aqui por um bom tempo. - Ele sorriu.

- Quer ajuda? 

- Claro.

Sorrimos e eu me levantei. Ajudar ele me fez bem. Esqueci do Tim. Dos meus pais. E até da hora. Eu estava sem celular e o relógio dele estava sem pilha. Que legal. O mesmo estava arrumando seu quarto. Tirando umas decorações e roupas das caixas enquanto eu resolvi ir na cozinha beber um copo de água. Quando abri a torneira a água foi direto na minha blusa. Molhando ela toda e colando em meu corpo. Ótimo, estou com os peitos de fora. 

- Tá tudo bem?

- Sim, só a água que me molhou toda.

- Quer uma toalha? - Mesmo falou segurando três toalhas na mão.

Sorri pra ele e quando me virei pro mesmo. O mesmo logo olhou meus seios quase pulando em sua cara. E logo abaixou a cabeça. Que bela escolha usar branco. Sorri sem jeito. E ao mesmo tempo adorando a situação. Ele era gato. E eu estava revelando meus seios pra ele. Queria vê sua reação. Ele me jogou uma toalha e eu comecei a passar pelos meus seios, na intenção de enxugar o mesmo e também provocar. Assim que olhei o mesmo entrou no quarto novamente. Sorri e segui ele, estava enrolada dessa vez. 

- Bom, desisto de beber água. Como ajudo aqui?

- Pega uma caixa e me ajuda a enrolar e guardar no guarda roupa? - Ele me encarou.

- Claro.

Puxei uma caixa e abri a mesma. Estava cheia de cueca e meia, tudo misturado. Olhei pra ele sorrindo. 

- Bom, já que vi suas cuecas nos tornamos mais íntimos? - Sorri.

- E eu os seus peitos.. Mas isso quem vai responder é você. Somos mais íntimos? - Ele me encarou sorrindo.

Ele realmente me deixou sem reação. Seus olhos escuros me encarando, com um olhar meio safado. Seu sorriso entregando que ele é um verdadeiro estraga corações. Ele tem um sorriso lindo. Uma expressão linda. Ele sorriu ao me vê sem reação.

- É.. Deixa pra lá. - Ele sorriu e pegou a caixa pra guardar numa gaveta.

- Bom.. Estava pensando. - Sorri sem saber o que falar. - E cheguei a conclusão que você precisa descobrir por conta própria.

- Você não gostaria. - Ele sorriu.

- Vem descobrir isso também. 

Sorri pra ele e ele me encarou. Se aproximou pra pegar uma caixa ao meu lado e me olhou nos olhos. Estamos mais próximos. Ele logo colocou a mão em minha coxa e me roubou um beijo. Que beijo gostoso. Logo o mesmo me puxou no colo. E saiu me beijando e me carregando em seu colo até o sofá, da sala. O mesmo me botou lá sentada e se deitou por cima de mim, no meio das minhas pernas. Depois de muitos beijos ele me olhou e sussurrou : 

- Acho que sei a resposta.

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