Little Angel- 1ª Temporada

Oleh iamlovingz

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PS: Essa obra não é minha, eu apenas a reposto. Fanfic por: Giih Amorim todos os direitos reservados á ela. E... Lebih Banyak

Prólogo
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capitúlo 7
Capitúlo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35 e 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 42
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Capítulo 49
Capítulo 50
Personagens
Capítulo 51
Capítulo 52
Capítulo 53
Capítulo 54
Capítulo 55
Capítulo 56
Capítulo 57
Capítulo 58
Capítulo 59
Capítulo 60
Capítulo 61
Capítulo 62
Capítulo 63
Capítulo 64
Capítulo 66
Capítulo 67
Capítulo 68
Capítulo 69
Capítulo 70
Capítulo 71
Capítulo 72 | Parte 1
Capítulo 72 | Parte 2
Capítulo 73
Capítulo 74
Capítulo 75
Capítulo 76
Capítulo 77
Capítulo 78
Capítulo 79
Capítulo 80

Capítulo 65

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Oleh iamlovingz

Este capítulo contém partes impróprias para menores. Você lê se quiser, não irei te obrigar a nada. 

A mão dela ainda acariciava meu abdômen enquanto nos beijávamos, me deixando arrepiado com as leves unhadas que ela me dava. Puxei sua cintura para baixo, colando nossas partes íntimas e segurei fortemente em seus quadris, friccionando-a ali. Como ela estava com seu blusão maravilhoso, conseguia sentir a sua excitação também por sua calcinha estar encharcada, digamos assim.

Estava muito duro, muito excitado e não estava acreditando no que acontecia comigo agora. Ela seria só minha. Seriamos um só esta noite.

Ela gemeu entre o beijo e senti que a coloquei em um ângulo perfeito para alcançar seu clitóris e, consequentemente, seu orgasmo, apenas a deixando ali, movimentando levemente seus quadris. Tombei minha cabeça para trás e Angel me olhou nos olhos, exausta. Aquele brilho inocente estava perdido em um mar de luxúria cor de mel, que me deixou completamente excitado. Mais do que eu me encontrava.

Ficamos nos fitando, apenas ouvindo os respiros ofegantes de ambos e ela olhou para baixo, notando que sua mão continuava ali e ela sorriu levemente, pegando na barra da minha camiseta e a erguendo, tentando tirá-la de meu corpo. Ergui meus braços para ajudá-la e joguei a camiseta para um canto qualquer do quarto, percebendo que ela fitava o meu precioso com desejo.

Eu digo e repito: Quem não pira no meu precioso?

Peguei em sua mão e a passei pela extensão do meu abdômen, tentando não gemer enquanto movimentava-a lentamente nos meus pontos sensíveis. Angela me olhava hipnotizada, respirando ofegante também. Molhei meus lábios e ergui o olhar dela, fazendo nossos olhos se encontrarem e olhei discretamente para sua boca perfeitamente rosada e pronta para mim. Passei meus dedos em seus lábios e ela fechou os olhos, os mordendo em seguida.

Acho que estou no paraíso. Porém irá de ficar melhor se seguir adiante. Segurei na barra de seu blusão e a olhei com dúvida. Não sabia se era queria ir adiante.

- Posso? – perguntei, mordendo meus lábios.

Angel assentiu apressada e sorri, levantando seu blusão e esperava ansiosamente para ver o que essas roupas largas escondiam. Estava chegando à base do seu sutiã e respirei fundo, olhando para ela. Fiquei admirando seus olhos e olhei para a porta, como um leve reflexo. Forcei a vista e vi meu irmão ali, junto de Carly, que assistiam a cena, ansiosos também.

- Você não sabe bater, Jason? – perguntei grosso.

Angel me olhou confusa e virou, vendo sua irmã ali e fechou os olhos, abaixando sua blusa e saindo de cima de mim, andando até a porta. Carly a olhava amedrontada, assim como meu irmão, e sorri maldoso, esperando que ela fizesse algo cruel a eles por ter me atrapalhado a ver aquelas duas maravilhas que ela esconde com o sutiã. 


- O que você viu? – perguntou ela, quase rosnando e se dirigindo a Carly.

- É... – ela olhou para Jason e voltou a olhar para a irmã – O be-beijo e vocês tirando su-suas roupas...

- E porque não bateu? Queria dar uma de precoce e ver no que dava? – disse ela, exalando raiva e vergonha.

Angel revirou seus olhos e passou a língua nos dentes, olhando para meu irmão e respirando fundo.

- Eu imagino que vocês despertaram certa curiosidade por terem dado de cara com essa cena – vi suas bochechas corarem rapidamente, deixando seus ombros caíres –, e ainda bem que o Justin viu vocês ali. Vocês dois não tem idade para isso, viu? Cada coisa no seu tempo...

- Mas o Justin viu isso quando ele tinha 14... e era na TV.

- Menino! Cala essa boca!

Angel me olhou rindo e abraçou meu irmão, praticamente o colocando entre seus seios. Era para eu estar ali. Bufei e Angel suspirou, ainda olhando para os meninos.

- Não te aconselho a fazer o que seu irmão fazia, seja um cavalheiro e trate as meninas como princesas.

- Como se eu não tratasse... – disse em um tom alto, se dirigindo a ela.

- Não te usei como exemplo! Se por acaso se sentiu ofendido, foi porque fez algo de errado em relação a isso, não é?

Ela me lançou um olhar convencido e abri minha boca para falar, mas notei que Angel estava certa e a fechei, cruzando os braços. Ela riu de mim e mostrei minha língua para Angela.

- Viu? Não siga os exemplos dele. E você, Carly, seja você mesma e pronto, não precisa ser atirada, e nem dar em cima de outros. Você tem o seu príncipe aqui e ele a sua princesa.

Os dois se entreolharam e sorriram sem mostrar os dentes, sem graças. Angel também fez o mesmo, prendendo seu cabelo em um coque com ele mesmo.

- Hm, o que queriam para terem vindo aqui?

- Queria te mostrar minha pintura. Mas você está ocupada, então...

- Que isso, não estou mais. – ela deixou escapar um risinho e seguiu os meninos.

- Não acredito que eles me esqueceram. – sussurrei, assentindo lentamente com a cabeça e suspirei.

Estava tão perto, tão perto. Queria sentir a excitação dela penetrando na minha, seus gemidos me enlouquecendo e arrepiar-me com seu toque safado em meus pontos sensíveis. Se essas crianças de hoje não fossem tão curiosas, estava dentro dela há alguns minutos. Molhei meus lábios e tampei meu rosto com minhas mãos, passando-as em meus cabelos e notei que ela já estava na porta outra vez, fechando-a. Sorri malicioso e Angel sentou na cama, me olhando deslumbrada.

- Era tão... lindo. – disse ela, sorrindo e deitando de bruços, apoiando sua cabeça com as mãos, que eram sustentadas pelos cotovelos escorados no colchão.

- O que era?

- Eles dois de mãos dadas. E ela segurava a rosa em uma das mãos. Muito meigo!

- Deve ser mesmo... – olhei para ela com as sobrancelhas erguidas e molhei meus lábios – Por que deitou ai?

- Qual o problema de eu deitar na minha cama?

- Não quer deitar no precioso? – sorri maroto e ela revirou os olhos rindo, erguendo uma sobrancelha.

- Não agora.

- Por quê?! Ele sente sua falta. 

Fiz bico e Angel riu de mim, levantando e sorri entusiasmado, deitando na cama e ela deitou sobre meu peitoral, enlaçando nossas pernas e roçando-a outra vez em meu amigo. Mordi os lábios e ela me olhou inocente, puxando minha mão e a colocando em sua cintura e sorri entendendo o recado, puxando-a para perto de meu corpo. Angela se aconchegou ali, deixando suas mãos em meu peito, e aquela mesma mão boba em meu abdômen, fazendo as mesmas carícias de antes.

Estava ficando duro de novo e minha pele se arrepiou inteira. Ela adora provocar.

- Antes que você pergunte, sim, é de propósito e não, não quero continuar o que estávamos fazendo. Não depois daquilo. 


- Mas por quê? Não estava gostando?

- Claro que estava, foi um momento inesquecível, mas perdi a vontade. Desculpe.

Ela me olhava com uma carinha decepcionada e sorri, abraçando-a forte e beijei sua testa.

- Tudo bem meu anjo, não vou te forçar a fazer nada que não queira. Mas que você me deixa louco, é fato.

Angel sorriu sem graça e a aninhei em meus braços, juntando mais nossos corpos e segurei em sua cintura. Não foi dessa vez, mas irei fazer esse dia ficar na história e para sempre em nossas mentes. Sorri um pouco malicioso, planejando algumas coisas e respirei fundo, imaginando o quanto seria perfeito vê-la corada e extasiada de prazer. A minha Angel cedendo a mim, confiando em mim.

Em meio a esses pensamentos pervertidos, comecei a lembrar de tudo que passamos juntos em pequenos fragmentos, vendo as cenas em sequência, desde aquele dia na porta de casa até agora. Não sei como nunca reparei nela. Se bem que a Carol eu já tinha visto diversas vezes, mas nunca reparei nela. 

A Carol sempre estava com a Jenny, que não mudou nada, e uma garota de óculos que sempre estava lendo algum livro quando batia meu olhar nela. E segurando mais um monte nos braços, todos enormes. Ela usava casacos que eram o dobro do seu tamanho, como os blusões da Angel. E calça jeans, que nunca parei para olhar se era colada no corpo ou não.

Olhei para a estante de livros e reconheci um dos livros que a vi lendo uma vez. E, por incrível que pareça, era um de Shakespeare. Hamlet. Veio-me uma cena em minha mente. Eu deveria ter uns quinze anos quando a reparei pela primeira vez. A garota de cabelos castanhos, sentada em um banco ao lado dos armários e com um livro muito grande no colo. Ela era um pouco mais nova que eu, talvez uns dois anos.

Seus óculos e o casaco marrom que poderiam caber duas dela dentro eram o que chamavam a atenção nela. Os cabelos de pontas cacheadas caíam nos livros e ela os ajeitou, fazendo um coque bagunçado com o próprio cabelo, voltando a ler. Seus olhos seguiam de acordo com a leitura e a menina ajeitou os óculos que quase caiam. Carol estava ao seu lado, em pé e me lançando olhares nada discretos e Jenny conversava com David.

Na época eu e David éramos colegas no basquete. Nunca fui tão íntimo como sou com os caras, mas sempre conversávamos e ele me dizia que adorava a Jenny. Eu lembro que o Chris chamava aquela garota dos cabelos castanhos de nerd ou de quatro olhos. Ela era até que bonitinha, mas nunca consegui ver seu rosto direito. Ela sorriu em meio à leitura e virou a página. Que sorriso lindo. O mais lindo que tinha visto em toda a minha vida. Chaz me cutucou e me puxou para longe dali, fazendo Carol acenar e revirei os olhos.

Voltei a mim e olhei para Angel, um pouco controverso com meus pensamentos.

- Eu posso ver uma coisa no seu guarda roupa?

Ela me olhou confusa e ergueu as sobrancelhas, sorrindo maliciosa. Revirei os olhos rindo e neguei antes que ela pensasse mais sobre isso.

- Relaxa, não quero ver suas roupas íntimas. Mas eu posso?

- O que quer olhar?

- Quero ter certeza de uma coisa.

- Hm, tudo bem.

Angel levantou de meu colo e sentou sobre as pernas. Levantei da cama e o abri, vendo o casaco marrom ali. Sorri e o tirei do cabide, chamando-a com os dedos.

- Pode vesti-lo para mim?

- Mas não estou com frio, Justin.

- Eu disse que quero ter certeza de uma coisa, não disse?

- Ta bom, eu visto. Vira de costas.

Virei e mordi os lábios, desejando muito vê-la apenas de roupas íntimas. Mas não seria possível, então...

- Pode virar.

Voltei a minha posição anterior e ela estava com o casaco, e ele não deveria ter mais que quatro dedos abaixo da cintura dela e estava colado em seu corpo.

- Você ainda tem seus óculos?

- Tenho sim.

- Pode pegá-los?

Angela assentiu e andou até seu guarda roupa, erguendo os braços e ficando na ponta dos pés, me deixando ter uma visão ampla de seu bumbum. Ergui uma de minhas sobrancelhas e mordi levemente meus lábios, vendo que ela conseguiu pegar o que queria e o casaco abaixou, me fazendo disfarçar a excitação do momento. Angel voltou com uma caixinha de óculos preta e os colocou, sorrindo.

Era ela. Aquela garota dos cabelos castanhos e do sorriso mais perfeito que tinha visto. Estava sem palavras.

- O que foi? Parece pasmo – ela riu e deixei meus ombros caírem.

- Estava me lembrando do dia que reparei em você.

- Mas porque eu tive que me vestir assim?

- Não tinha certeza se era você mesmo. Mas já vi que era.

Angel entortou a cabeça para a esquerda, franzindo a testa e ri dela, abraçando-a.

- Eu tinha quinze anos. Tinha acabado de entrar no West High, digamos. Se não me engano, fazia uns três meses que estava lá. E eu te via apenas com esse casaco e com os óculos, sempre com um livro nos braços. No dia que parei para reparar em você, estava assim, e lendo Hamlet.

- Nossa. Você se lembra disso? Eu juro que só ouvia seu nome, porque a Carol não parava de falar em você. Mas eu estava mais vidrada nos livros e nos estudos do que nos garotos.

Rimos juntos e olhei nos olhos dela, acariciando seu rosto.

- Eu queria tanto ver seu rosto, ver a cor dos seus olhos. E eu nem sabia seu nome. Mas com o tempo acabei me esquecendo da menina do sorriso lindo e do casaco marrom para continuar com a fama de pegador. Não tinha ideia de que iria se tornar tão linda, se bem que você já era, porém está muito mais.

- Assim você me deixa sem graça, sabia?

Ela sorriu corada e sorri de volta, beijando seus lábios e em seguida sua testa, aninhando-a em meus braços. Meu destino com Angel estava traçado há anos e eu não sabia. Não sabia que a garota dos cabelos castanhos e do casaco marrom seria a que eu mais amo hoje, aquela que eu daria a vida. Sorri ao pensar isso e peguei em suas mãos, levando-a para a cama e deitamos na posição que estávamos.

Fiquei brincando com seu cabelo e nem notei que ela havia dormido em meu peitoral. Sorri ao notar que ela não me respondia por estar dormindo e apaguei a luz, fechando os olhos e tentando dormir.

Adivinha a primeira imagem que me veio na mente?

A linda menina de cabelos castanhos e do casaco marrom, é claro.

E seu sorriso estonteante.

Pensei comigo mesmo a sorte que tenho por tê-la comigo hoje. Aliás, ela não é sorte, é uma benção. É um anjo que caiu na terra só para dar um jeito em mim e me deixar completamente doido.

Doido de amor por ela.

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PS: Essa obra não é minha, eu apenas a reposto. Fanfic por: Larissa Araújo (@thinkjdb) todos os direitos reservados á ela. Ela tinha uma vida ótima...
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