Tudo está dito e feito
Todo mundo já teve sua diversão
Hora de fazer a minha saída deste conto de fadas
Minha partida estava prevista
Desde o início
Suponha que a vida é insana
Adeus
A pequena garota corria o mais rápido que podia pela floresta escura sendo perseguida pelo alto homem pálido que trajava um terno escuro.
Ela não se cansava, não sabia mais o que fazer......estava desesperada, a marca em sua mão ardia intensamente, queimava....a dor piorava aos poucos.
Tudo a sua volta muda, ao acordar.....
Acordou ofegante olhando para a vazia escuridão de seu pequeno quarto, não conseguia raciocinar direito pelo grande medo e insegurança que sentira no momento.
Seu olhar estava em direção ao teto, a garota não conseguia dormir. Sentia a sensação de estar sendo observada o tempo todo, mais ainda a noite enquanto dormia.
Mesmo com esse medo, ainda sim fechou os olhos abraçando seu cachorro de pelúcia rosa fortemente, após segundos adormeceu.
Insanidade
O peso de ar é tortura...
- ...... Afogue-se...... - A voz soou em meio ao mar em que a pequena se afundava lentamente.
Sentia seus pés serem puxados delicadamente, em um piscar de olhos tudo mudou.
Agora estava em um cômodo branco, realmente belo, bem mobiliado e organizado.
O local era silencioso demais.
Após notar alguns detalhes, a pequena caminha até um longo corredor que possuía infinitas portas, logo começou a abrir uma por uma, cada porta aberta revelava um local completamente diferente do anterior.
A garota adentrou uma porta que dava acesso a um pequeno banheiro, o mesmo era simples contendo apenas uma pia e um grande espelho além de algumas cabines que aparentavam ser antigas e velhas.
Ao se olhar no espelho notou que sua aparência estava completamente diferente do normal.
Sua pele estava realmente pálida, seu rosto agora era fino e magro, seus cabelos eram longos e lisos, além de serem negros, seus olhos eram vermelhos escuros quase que vinho, enquanto seus lábios eram rosados, havia duas grandes maçãs rosadas em seu rosto, havia uma longa franja cobrindo seu olho esquerdo.
Agora trajava um moletom preto longo e folgado, seu zíper estava aberto, revelando uma camisa regata da mesma cor.
Aparentava trajar uma calça jeans rasgada de tom preto ou cinza.
Psicopatia
Não sei quem eu sou mais...
Em seu belo rosto estava estampado um largo sorriso psicótico e insano.
Em um único piscar de olhos a cena mudou.
Meu coração
Por quê ninguém
Percebe o tormento
Que esta loucura está causando?
Agora ela estava sentada sobre o corpo de uma pessoa, esfaqueava insanamente seu rosto, nem sequer conseguia destinguir se era um homem ou uma mulher, tudo o que se ouvia eram seus risos insanos, e o belíssimo som de estar quebrando algo.
Suas mãos estavam sujas com sangue, era em grande quantidade.
Sua sanidade estava realmente baixa, seu corpo todo tremia.
Ela continuava sua diversão até ser interrompida por um alto zumbido, logo ergueu seu rosto olhando para o alto homem magro, ao seu lado estavam seus proxies.
Um deles disse algo, entretando ela não entedeu o que o mesmo havia dito.
Logo seus olhos se abriram.....
Sanidade
Luz está chegando através da escuridão
Pureza
Não pode se sentir mais do estresse
Sanidade
Já está desaparecendo
Crueldade
Instintos me controlando
Ela rapidamente se senta na cama, seu corpo tremia e suava frio, sua cabeça doía demais, ao olhar para a porta de seu quarto que permanecia fechada, conseguiu ver......aquela figura alta e magra.......a mesma lhe encarava, agora em sua cabeça ouvia um chiado branco.
Eu nunca foi concebido para ser
Esta peça central de pinturas principais
Escondendo-se em um canto
Meus contornos estão desaparecendo
Os dias se tornaram noites
Escuridão consumiu a luz
Suponha que a vida é insana
Adeus
Seus tentáculos eram realmente longos, não paravam de se mover de maneira lenta, de forma cuidadosa um deles se moveu até a pequena, tocando sua pele morena e escorregando até seu pescoço, a sensação era realmente gélida e torturante para a garota.
Sua visão fora ficando turva lentamente, logo seu corpo ficou leve, ela havia desmaiado.
Agora ela estava em um quarto completamente negro e vazio.
A sua frente havia um garoto, trajava um longo e largo moletom preto junto de uma calça e um par de tênis da mesma cor.
Ele permanecia de costas para ela, revelava ter cabelos negros e pele realmente pálida.
Olá, prazer em conhecê-lo
Você parece familiarizado
Eu conheci você antes?
Adeus, querida
Bom ver você
Não falei em um bom tempo
Ele se virou para olhá-la, revelando seus olhos vermelhos sangue quase que vinho, seu rosto era magro e fino o deixando bem delicado, seu nariz era pequeno assim como seus lábios que eram rosados.
Sua franja caía quase que sobre seus olhos, o que lhe dava um charme.
Ele abriu um sorriso doce, mas frio.
- Maybe Just a Dream....... - Murmurou a olhando de maneira séria.
O local logo começou a ficar gélido e a atmosfera pesada demais, a pequena começou a se sentir mal, começando a ter dificuldades em respirar e forte ânsias de vômito.
Ela ouviu uma alta risada vinda dele, uma risada psicopata e insana.
Logo mais uma vez acordou.
Ao abrir os olhos rapidamente se sentou na cama, olhou em volta notando que o homem pálido não estava mais alí, mas sim, três pessoas e duas sombras, duas das pessoas foram reconhecidas pela garota. Mas, a terceira não.
Eram dois garotos e uma garota, ambos estavam sérios a encarando, as sombras aparentavam ser humanas, suas alturas eram diferentes, uma era realmente alta enquanto a outra aparentava ser uma criança.
Logo, o mais alto deles. subiu na cama engatinhando até a garota deixando seus rostos realmente próximos, em seguida aproximou seus lábios do ouvido da pequena:
- Mate-os. - Sussurrou com a voz rouca e arrastada, a mesma fez o corpo da menor se arrepiar em excesso.
O cheiro doce de seu perfume era suave e viciante.
Nos lábios do garoto abriu-se um sorriso psicótico.
Terror do meu próprio
Autoconsciente da mente
Perseguição
Eu não vou sobreviver como este
Ele a olhou de maneira insana, revelando ser muito parecido com as outras duas pessoas.
Após alguns segundos, o garoto a sua frente começou a adentrar seu corpo.....a menor sentia uma dor insuportável, os outros dois fizeram o mesmo processo que ele, as sombras se transformaram em fumaça adentrando sua boca.
Sua visão agora estava turva, seu corpo estava realmente mole.
Insanidade
O peso de ar é tortura
Psicopatia
Não sei quem sou mais
Insanidade
A ilusão da ignorância
Cativeiro
A corrupção me levou
Ela sentia sua sanidade cair aos poucos, de maneira lenta.
Sentia seu corpo tremer excessivamente, podia se ouvir risadas vindas dela.
Em sua cabeça ouvia-se inúmeras vozes e risadas gritando repetidamente: "Mate-os".
Sentia a tentação de matar, matar todos.
Sua tentação lhe consumia, a insanidade consumia seu corpo lentamente.
Ela colocou as mãos em sua cabeça, sussurrando para si mesma: "Não......cala a boca......".
Ela não queria matar, não queria sentir o sangue em suas mãos mesmo que odia-se todos a sua volta, não poderia.
A pequena não queria se entregar para a "Vida Assassina".
O meu lado secreto
Eu nunca deixarei você ver
Eu o mantenho preso, mas não consigo controlá-lo
Então fique longe de mim
A fera é horrenda
Eu sinto a raiva e eu não consigo aguentar isso
Está arranhando as paredes
No armário, nos corredores
Isso acorda e eu não consigo controlar
Escondido embaixo da cama
Em meu corpo, em minha cabeça
Por que ninguém vem e me salva disso? Faça isso acabar
Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Confesso que eu me sinto como um monstro
Ela continuava a se negar, tentava encontrar algum ponto de sanidade dentro de si......mas esse único ponto fora destruído quando a pequena tentou o alcançar.......logo, não lhe sobrou mais nada.
Ela se levantou de sua cama rindo insanamente, caminhou até a porta abrindo-a, as vozes em sua cabeça sussurravam coisas como: "Sabemos que os quer mortos", "Mate-os, eles merecem ir para o Inferno", "Eles não escaparão do Inferno".
Após descer as escadas até o primeiro andar, caminhou até a cozinha ouvindo baixos chiados em sua cabeça, aquilo apenas piorava sua loucura fazendo-a pegar desajeitadamente um velho facão extremamente afiado.
Ao pegá-lo, abriu nos lábios um largo sorriso psicótico e insano, em seguida começou a caminhar até o quarto de seus pais.
Sua tremedeira piorava a cada segundo, suas risadas ficavam mais insanas e seu modo de andar, ficava muito desajeitado as vezes.
Ela cuidadosamente abriu a porta do quarto deles o adentrando em seguida, ambos estavam dormindo tranquilamente.
Desajeitadamente caminhou até a cama de casal parando próxima a mesma, sua mãe abriu os olhos de maneira sonolenta, ao olhar para a filha, ficou confusa.
- O que esta fazendo acordada a essa hora? - Indagou com a voz meio rouca pelo sono.
A mulher, após alguns segundos notou o quanto sua filha tremia, ao descer o olhar para sua mão viu o facão, rapidamente sentou-se na cama afastando-se da menor com um olhar de medo.
O pai acordou logo em seguida ficando em estado de alerta olhando ambas as duas, teve a mesma reação que a mãe, medo.
A menor abriu um largo sorriso insano, os olhava de maneira debochada:
- O que foi? Parece que estão com......medo...... - Disse dando ênfase em "Medo", dizendo tal palavra com a voz arrastada, seu olhar sobre o casal era de total psicopatia e deboche.
- O que vai fazer? - A mulher indagou assustada e atenta a qualquer movimento da pequena.
- O que você acha? - Perguntou de volta em tom de sarcasmo enquanto começara a brincar com o facão o manejando em meio ao ar.
- G-guarde isso! - Mandou a olhando atentamente.
- Senão o quê? Vai tentar me repreender? Vai me dar sermões idiotas e sem sentidos como sempre fez, mamãe? - Indagou em tom de puro deboche enquanto soltava baixas risadas.
Antes que sua mãe tentasse dizer algo, a pequena acertou o facão em seu braço com extrema força cravando a lâmina no local fazendo com que um grito de pura dor fosse ouvido.......aquele grito.......era como uma bela melodia para os ouvidos da pequena garotinha insana.
Seu pai ao ver tal cena ficou horrorizado, nunca imaginou sua filha......sua pequena filha cometendo tal ato.
A pequena começou a dar infinitas facadas em sua mãe, certas partes de seu corpo foram cortadas, outra semi cortadas por conta dos ferimentos profundos, o som de ossos se cortando, de carne sendo fatiada......era tão bom e viciante, ela queria ouvir mais e mais, os gritos de sua mãe eram uma belíssima música, o sangue entrando em contato com a pele e tingindo a camisola branca da menor.......a sensação era ótima, como um droga.
Sem perder tempo, mesmo em choque seu pai se levantou da cama saindo do quarto a uma alta velocidade, ele estava em choque mal conseguia raciocinar direito, sabia que seria o próximo, as altas risadas insanas de sua filha e gritos de sua mulher que aos poucos fora diminuindo eram realmente altos.
A pequena assassina, parou as facadas ao notar a bela arte criada, as paredes, chão, cobertas e seu próprio corpo estavam machados pelo sangue de quem um dia fora sua mãe, ela não sentia um pingo de arrependimento. As vozes em sua cabeça continuavam a gritar para que ela matasse quem havia sobrado: seu pai.
De maneira ainda desajeitada, caminhou até as escadas, seu corpo tremia demais, sua respiração estava realmente descontrolada, sentia toda a adrenalina dentro de si.
Ela subia as escadas de maneira lenta, percebeu que uma única porta estava trancada, a do banheiro, ao se aproximar bateu na mesma de forma lenta:
- Papai, está aí? Me magoa vê-lo correndo assim...... - Falou com uma voz infanfil e doce, mesmo que ainda estivesse insana conseguia imitar uma criança.
Esconde-te
Onde você está seguro
Onde seu coração
Não quebra
Você está com medo
Está bem
Está bem
Ninguém lhe respondeu:
- Eu sei que está aí......abra a porta, papai. - Repetiu o pedido, dessa vez fazendo uma voz mais macabra.
Novamente sem resposta, ela acabou sentindo raiva e fora isso que lhe fez dar um ponta pé extremamente forte na porta arrebentando a fechadura, não estava com paciência para destrancá-la usando Lock pick.
Todo mundo está com medo
Então dance no escuro
Da....dance no escuro
Da.....dance no escuro
Festeje com seus medos
Da.....dance no escuro
Da......dance com a escuridão
Da....dance no escuro
O local estava completamente escuro, mas ainda sim dava ouvir sua respiração um tanto quanto descontrolada, mas extremamente baixa.......sentia seu medo em meio ao escuro:
- Deveria se lembrar de conhecer bem sua filha.....papai...... - Falou tendo sua voz agora dupla e diferente do normal, sua tremedeira havia diminuído, mas sua sanidade estava baixa, sentia a sensação de estar sendo observada por mais de uma pessoa, ela soltou uma risada baixa - Eu sei que está aí, saia.....papai...... - Mandou olhando em volta - Me alimento de seu medo, sabia? Ande, antes que a porra da polícia chegue......quero me divertir....... - Estava uma completa bagunça dentro de si, não era normal aquilo.
Atrás de si sentiu um movimento, o que lhe fez automaticamente jogar o facão sem pensar duas vezes, tal ato fez com a vítima soltasse um grito de dor.
A pequena olhou para trás, e alargou seu insano sorriso deixando-o mais peculiar e chamativo, pois notou ser quem ela mais queria morto, seu pai:
- P-po.....por que......f.....az i-isso?! - Indagou confuso se contorcendo no chão de extrema dor.
Ela acabou batendo palmas como uma doce criança que acabara de ganhar algo realmente desejado:
- O que a insanidade faz a uma pessoa? - Perguntou de volta com um olhar insano, mas com um sorriso doce nos lábios.
- V-vá......pro Inferno........ - Mandou a olhando, estava evidente que não responderia a sua pergunta.
- As vozes dizem que do Inferno você também não escapa.....papai...... - Confirmou rindo, logo pegou o facão que antes estava bem cravado nas costas de seu pai, tal ato cometido o fez soltar um gemido alto de dor.
Sem perder tempo começou a lhe dar facadas extremamente fortes, queria cortar seus ossos e sua carne......queria o fatiar......
As vozes que antes lhe mandavam matar seus pais, agora riam descontroladamente, riam junto da pequena assassina......
Eu odeio o que me tornei
O pesadelo só começou
Confesso que eu me sinto como um monstro
Eu sinto isso lá no fundo
Está logo debaixo da pele
Confesso que eu me sinto como um monstro
A diversão durou até ouvir o som de sirene da polícia:
- Oh.......vamos.......temos que ir...... - Falou logo começando a descer as escadas correndo rapidamente de maneira desajeitada, ao chegar na cozinha abriu a gaveta de talheres pegando uma das facas mais afiadas, em seguida saiu pela porta dos fundos.
Mais a frente tinha uma floresta, poderia fugir por ela, aquilo estava sendo divertido demais para a menor.
A sensação de correr insana era viciante demais, mais ainda pelo fato de ter sua camisola e pele suja de sangue, ouvia o latido de cachorros, óbvio que estavam a seguindo, sentiam seu doce cheiro.
Mais a frente, podia ver alguém vestido de preto, sua máscara era negra o que não revelava seu rosto:
- Vamos. Antes que peguem você. - Falou com a voz rouca e serena adentrando a floresta, o modo que havia dito aquilo, parecia se referir a mais de um indivíduo.
- E quem é você? - Indagou a garota agora sem se mover, nunca ouviu aquela voz, embora lhe fosse muito familiar.
Aquela bela voz fora o suficiente para trazer parte de sua sanidade de volta.
- Um conhecido talvez. - Fora a única coisa que lhe respondeu.
A menor ficou curiosa, e tal curiosidade lhe fez o seguir, queria saber mais sobre aquilo embora poderia ser uma bela mentira:
- Que conhecido? - Indagou segurando firmemente o cabo do facão, estava atenta a qualquer ato dele.
O mesmo pegou uma faca do bolso de seu sobretudo começando a brincar com a mesma de maneira calma:
- Verá assim que lembrar, Nine. - Fora tudo o que disse dando ênfase na palavra "Nine", estava encapuzado, tal coisa deixava impossível de se ver algo a mais como rosto ou cabelo, tudo o que dava para se notar, era a cor de sua pele, que era morena clara.
Nós somos, nós somos, feitos de peças quebradas
Nós somos, nós somos, quebrados desde o início
E nossos corações, nossos corações, eles estavam batendo no escuro
Porque nós somos, nós somos, construídos a partir de peças quebradas
Tal frase que ele havia dito a deixou extremamente curiosa, "Nine", aquele não era seu nome, era um número em inglês.
Aquilo a deixou confusa demais, queria saber mais, tudo o que a menor fez, foi olhar para trás de maneira meio desajeitada, a última olhada para ver de longe algo que uma dia fora sua casa, luzes iluminavam lados e locais aleatórios afim de encontrar alguma pista do que aconteceu lá, o chiado em sua cabeça havia se encerrado, ao olhar para sua mão, o símbolo que antes havia se apagado, agora retornou, ficando visível.
Ambos os dois foram desaparecendo em meio ao escuro daquela imensa mata.
Olá, prazer em conhecê-lo
Você parece familiarizado
Eu conheci você antes?
Adeus, querida
Bom ver você
Não falei em um bom tempo
Eu nunca foi concebido para ser
Esta peça central de pinturas principais
Escondendo-se em um canto
Meus contornos estão desaparecendo
Os dias se tornaram noites
Escuridão consumiu a luz
Suponha que a vida é insana
Adeus
Músicas:
Frost Mix (English) - Insanity
Skillet - Monster
Au/Ra - Dance In The Dark
Hollywood Undead - We Are
Música da Foto (Trecho)
Melanie Martinez - DollHouse
Mais uma vez, todos os créditos vão para a escritora mandyandrade147 (a história dela que me baseei muito e escrevi essa com a permissão dela, foi a Bury a Friend).
Isso não é um Imagine embora pareça, é uma fanfic mesmo, a mesma possui muitos significados, até mesmo no trechos das músicas, a história toda é como um desabafo meu sobre várias coisas, mas somente quem é mais próximo de mim entenderá tudo.
Espero que tenham gostado dela, deu um pequeno trabalho para escrever ;-; mas eu não escrevi sozinha, também tive ajuda da Mandy (somos amigas ^^).
Antes que pergutem, sim, tem uma referência a uma Música do Kamaitachi ^^
Era somente isso que eu tinha a dizer, até mais ^^
Espero que tenham gostado.
E me perdoem por qualquer erro de ortografia.