Inocente pecado

By deboraborbafs

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Alessandra Weiser, estudante de psicologia, em seu último período, trabalha num banco, setor de empréstimos... More

Sinopse
Capítulo Um
Capítulo Dois
Capítulo Três
Capítulo Quatro
Capítulo Cinco
Capítulo Seis
Capítulo Sete
Capítulo Oito
Capítulo Nove
Capítulo Dez
Capítulo Onze
Capítulo Doze
Capítulo Treze
Capítulo Quatorze
Capítulo Quinze
Capítulo Dezesseis
Capítulo Dezessete
Capítulo Dezoito
Capítulo Dezenove
Capítulo Vinte
Capítulo Vinte e Um
Capítulo Vinte e Três
Capítulo Vinte e Quatro
Capítulo Vinte e Cinco
Capítulo Vinte e Seis
Capítulo Vinte e Sete
Capítulo Vinte e Oito
Capítulo Vinte e Nove
Capítulo Trinta
Capítulo Trinta e Um
Capítulo Trinta e Dois
Capítulo Trinta e Três
Capítulo Trinta e Quatro
Capítulo Trinta e Cinco
Capítulo Trinta e Seis
Capítulo Trinta e Sete
Capítulo Trinta e Oito
Capítulo Trinta e Nove

Capítulo Vinte e Dois

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By deboraborbafs

Alessandra

“Vou conquistar esse homem!”

Foi com esse pensamento que acordei hoje.

Depois de um sexo fodidamente gostoso com ele, vou preparar nosso almoço. Ah Sr. Novak, não sabe o quanto quero te agradar. Esse bukake não tinha sido nada comparado a tudo o que quero.

Só que, como nem tudo sai como planejamos, hoje não foi diferente. A Mel chegou com o Alex e o Gustavo. Algo estava me azucrinando as ideias, ela e o Gustavo estavam se tratando normalmente como dois amiguinhos. Não consigo ser assim, mas ela, sempre foi assim. Me lembro de alguns peguetes dela, onde ela não se deu nem o trabalho de mandar se foder, eles se fodiam sozinhos de tão apaixonados que ficavam, mas nada quebrava o coração dela, especialmente quando começavam a mandar flores. Era o fim pra ela.

Todos me cumprimentam com um beijo no rosto, com exceção do Alex que é mais carinhoso e me dá um super abraço, ele é um amor.

-Ei pessoal, pelos ingredientes, a Alê está preparando um strognonoff e diga-se de passagem, o melhor que já comi em minha vida. Ao invés de convidá-los pra sair e almoçar conosco, a gente senta e come com eles. – Ela olha ao redor – e por falar em “eles” cadê o Thomas?

-Claro, vocês já são meus convidados. Fiquem sim. O Thomas foi se vestir amiga, a gente não esperava vocês agora. – Sorrio maliciosamente.

Thomas chega e cumprimenta a todos. Cola seu corpo no meu por trás.

-Troca esse short, Anjo? – Fala baixinho em meu ouvido.

-Por que eu deveria?

-Porque penso em comer você agora, apoiada com a barriga na pia, e essa bunda empinada pra mim, não quero que ninguém fique olhando o que é meu. – Ele me puxa pela cintura e me arrasta dali discretamente até o quarto.

Troco meu short por um jeans, um pouco maior.

-É, trocar o short só resolve os olhares, meu amigo aqui, continua te querendo. – Ele passa a mão em sua ereção muito evidente.

-Tom, eu preciso terminar – falo com uma voz manhosa – prometo que te compenso depois.

-Estarei ansioso srta. Weiser.

Voltamos pra cozinha, mas o pessoal se levanta e vai pra sala, já que vai demorar um pouco pra terminar.

Preparo toda a comida, incluindo as saladas que a Mel é apaixonada. Deixo a mesa prontinha e vou tomar uma ducha. Comer após cozinhar sem tomar um bom banho não é pra mim.

Quando saio do banho, o Thomas está ali, na cama, me olhando. Sem roupas, com sua ereção apontando para o umbigo. Ele sabe que gosto do perigo, e começa a ficar evidente o quanto ele me provoca, sabendo que tenho esse gosto. Sabe o que isso me causa. Mordo o lábio e caminho em sua direção, subindo na cama. Subo em cima dele, nua.

Esfrego meu corpo descaradamente no seu. Roçando sua ereção contra meu sexo. Me movimento em cima dele, o provocando ainda mais.

Mordo seu queixo, que adoro com essa manchinha, e sua barba que está arranhando, por ter sido feita ontem, raspa em meus lábios. Olho em seus olhos.

-Você quer mesmo isso sabendo que estão aqui na parede ao lado? – Faço uma cara safada e ele prontamente responde:

-Pode até gritar, assim mostro que é só minha. – Ele sorri maliciosamente.

Forço mais o meu corpo em cima dele, fazendo seu pau me penetrar. Solto um gemido baixo e ele se senta beijando a minha boca.

Entre os beijos ele me faz elogios e isso só me faz delirar mais.

-Alessandra, você é uma safada provocadora. Minha safada. Adoro te ver rendida assim. – Eu rebolo mais em seu colo e ele junta meus dois seios, dando atenção aos dois.

-Thomas, eu... – o que eu ia dizer? Estou louca agora? Louca de paixão, mas quase pronunciar isso é diferente.

-O quê, Alessandra? – Ele pergunta ainda me movimentando em cima dele.

-Preciso mais forte. Quero que seja mais bruto. – Preciso disso, pra acabar com o climinha romântico que criei.

-Não Anjo, tem gente aqui do lado.

Ele me vira de barriga pra baixo e me invade, e em pouco tempo eu gozo com o rosto afundado no travesseiro para evitar fazer muito barulho e chamar atenção desnecessária, mas ele logo em seguida goza e não faz o mínimo esforço pelo silêncio. Caímos na gargalhada, recuperando o fôlego.

-----

-Uau! – Começa o Gustavo.

-Nunca perde a mão docinho. – Alex diz saboreando.

-Anjo, tem alguma coisa que não saiba fazer tão bem? – Todos riem entendendo o duplo sentido do comentário. – Ele sorri, e eu me sento ao seu lado, dando um beijo em seu rosto e colocando meu prato.

Almoçamos todos juntos. O celular do Thomas toca, e ele avisa que vai sim jantar com ela. Bom, fico bem satisfeita ao ouvir que é a mãe dele.

-Você janta todos os domingos na sua mãe?

-Sim, moro sozinho, na verdade, quase todos os dias quanto estou essa hora em casa. Sou solteiro e preciso de ajuda em algumas coisas. Aliás, ninguém negaria a comida da dona Linda. – Sorri com seus lábios finos e desenhados.

-Hum...Espero comer logo da comida dela, afinal, filho ela sabem bem fazer. – Pisco um olho pra ele.

-Shiiiii! – Os três falam ao mesmo tempo. OMG será que incomodamos tanto assim?

Nossa tarde foi com muita pipoca, que apesar de não ser fã, como às vezes, risadas, e até brincadeiras.

Thomas se despede, e vou até a porta me aproveitar um pouco mais daqueles beijos. Nos despedimos igual casalzinho de adolescentes, não querendo se largar.

-Queria te levar pra minha casa. – ele fala me beijando.

-Thomas, amanhã começa toda a correria novamente, isso até pode acontecer, mas só nos finais de semana. Combinado?

-Certo! – Ele fala meio insatisfeito.

-Por isso tem o cenho marcado, está sempre enrugando. – Passo o indicador onde está a marca, e ele relaxa.

-Tchau Anjo, até mais. – Ele me dá um selinho demorado e vai embora.

Quando entro, os três estão me olhando.

-O que foi gente?

-Achei que o Thomas estivesse caidinho por você, mas você está gamadona – Gustavo fala e eles caem na risada.

-Essa daí se faz de durona, por isso eu não me apaixono, eu sou mais na minha. Amor deixa a gente boba, e ele só acontece quando deixamos. Por isso não arrisco repetindo figurinha. – A Mel fala e olha pro Gustavo que fecha logo a cara. Alguma coisa está estranha, mas outro dia descubro.

-Quem falou que estou apaixonada? Vocês que são bobos, eu só estou me divertindo e ele também. – Falo com um sorriso falso, e eles sorriem fingindo que acreditaram. Ah, espero que não, porque eu estou mesmo apaixonada.

-Ah Sweet, corta essa, depois de tudo, você voltou a cantar pra ele, vi segurança em você. – Eu fuzilo Alex com o olhar e ele muda de assunto logo que percebe.

Comemos uma pizza e assistimos um filme, meu celular vibra e a mensagem de Thomas enche meu coração.

Thomas – Anjo: “Sua futura sogra já está sabendo de você, o que acha de repensar a ideia e dormir aqui?”.

Eu: “Conhecer sua mão e logo depois ela nos escutar gemer? Claro! SQÑ --‘

Thomas – Anjo: “Ah, uma pena, minha mesa te chama ‘Alessandra, vem gozar aqui’ “ ele zomba.

Eu: “Se continuar falando assim, acabo indo mesmo, portanto, se comporte. Pois amanhã acordamos cedo e não podemos passar a noite toda fazendo... você sabe o quê!”.

Thomas – Anjo: “Fazendo...”

Como digo que era fazendo amor que eu queria dizer? Estou me entregando muito rápido, ontem era sexo e hoje amor? Ah, foda-se, seja o que Deus quiser.

Eu: “Fazendo amor! Boa noite Tom.”.

Thomas – Anjo: “Boa noite Anjo lindo da minha vida. Amanhã nos vemos.”.

Me despeço de todos e vou dormir. Anda não são 22h, nem é tão tarde, mas vou me deitar, porque estou muito cansada de todo sexo que fiz, e meu corpo não está habituado a isso, além de tantos orgasmos frequentes que tenho sentido. Isso sim, era um presente dos deuses das mulheres de calcinha molhada.

Thomas é um sonho de qualquer mulher entre 15 e sei lá, uns 70 anos? Mas era todinho meu, com meus 28 anos.

-----

Acordo e faço todo meu habitual “processo de despertar”.

Quando saio na portaria, Thomas me espera encostado em seu carro, com os braços cruzados na frente do peito, me olhando andar. Meu Deus, se eu não fosse tão acostumada com saltos, de certo que eu tropeçaria e cairia agora, me embananando toda. Aquele sorriso lindo surge em seu rosto e ele me segura pela cintura, me dando um beijo carinhoso. – Bom dia Anjo.

-Bom dia, mas... Por que agora esse privilégio?

-Porque quero saber como vamos agir na empresa. Dessa vez não quero que nada dê errado, e o que me garante isso? Nada, só eu me adiantando uns passos. – Ele abre a porta e eu entro.

-Lindo! – Espero ele dar a volta e entrar no lado do motorista. – Afinal, como vai ser? Já disse que não quero te atrapal... – Ele me corta nervoso.

-Alessandra, por favor! – Ele fala mais grosso e autoritário do que eu gostaria de ouvir – Já disso que não me atrapalha em nada!

THOMAS

 

Como ela pode não enxergar que estou completamente cego por ela? Que mulher nenhuma daquelas me chamam atenção? Droga! – Olha, estou cego em você, será que não percebe que aquele monte de mulher não me interessa se eu tiver você? Estou cansado de ouvir aqueles homens falando de ti, e se aproximando cheio de segundas intenções, e você só vê quem fala de mim. – Eu soco o volante e depois respiro fundo e a encaro. Vejo que está tão assustada quanto eu com minha reação. – Droga! Desculpa Anjo – Passo a mão em seu rosto – Parece que tu não quer, e fica jogando a culpa pra cima de mim. Eu estou perdido sem você, não vê? – Ela sorri pra mim timidamente, mas logo esse sorriso some dando espaço a uma expressão decidida.

-Tom, ontem eu mandei a porra de uma mensagem alegando que “faríamos amor”, não percebe a intensidade disso? Não vê o quanto tenho sentimentos por você? – Ela abre a bolsa e pega um lenço úmido, enrola ele num tubo, e depois dá um nó. Segura minha mão direita e coloca em meu dedo. – Quer ser meu namorado Thomas? – Ela sorri um pouco nervosa, e eu fico olhando pro meu dedo feito bobo. – Tom, pelo amor de Deus, diga alguma coisa, se não meu coração para. – Ela faz um gesto colocando a mão na altura do coração.

-Sua linda! Minha linda! Meu Anjo! Minha deusa! Minha, minha e minha! – Eu a puxo pela nuca, beijando sua boca apaixonadamente, e logo meu corpo responde a esse beijo quente que trocamos Ela se afasta puxando o ar para si.

-Isso seria um sim?

-Sim, minha namorada! – Passo o polegar em seu rosto e dou partida no carro. Ela fica com um sorriso no rosto.

Sou um puto de um sortudo. Tenho a mulher mais linda do mundo comigo, e nem sabia que ela era tão louca assim. Claro que vou guardar essa “aliança” que ela fez no improviso e com tanto carinho. Mas saber que sou dela, e mais, que ela é minha, me faz ter absoluto medo de estar sonhando.

----

Trabalhamos a manhã normalmente, e na hora do almoço vou busca-la pra almoçarmos, e como sempre, ela está no meio dos papéis e nem me percebe, ao contrário das duas que ficam logo perto da porta, Duda e Aline.

-Oi meninas!

-Oi Thomas! Vamos almoçar? – Duda pergunta, acho que ela vai querer almoçar sempre conosco agora. O que posso fazer? Ela é colega de sala da Alê. Me aproximo da mesa da Alessandra.

- Namorada, vamos almoçar? – Falo com orgulho, e ela me olha com os olhos arregalados, como se eu tivesse dito algo espantoso.

-Vamos! – Ela pega sua bolsa e passa por mim.

-O quêeee? – A Duda grita. – Me contem isso direito.

-Menos Duda, vem? – A Alessandra sai na frente e nós a seguimos. Duda fica todo tempo me encarando incrédula, seguro a mão da Alessandra.

-Anjo, que graça tem te namorar se não puder desfilar agarrado em você? – Digo puxando seu corpo para o lado do meu. E foi certeiro. Todos olhavam. Uns com sorriso no rosto, e outros (a maioria) torcendo o nariz.

Já era de se esperar, pelo que a Alessandra fala, parece que muitas mulheres se interessavam pelo meu jeito calmo, fechado, fiel, e tudo mais. E ela, nem preciso dizer que os homens, queriam mesmo ficar em cima. Fala sério. Eu odiava isso desde sempre, mas agora, é mais forte. Muito mais. Ela é minha namorada. Ninguém mais vai olhar. 

******

Possessivo? Nem um pouco né?

Adoro a possessividade do Thomas com a Alessandra. 

Eles formam um lindo casal com todas as suas diferenças...

Vamos notar quais são. Não esqueçam, estrelinha, e comentários. 

Xoxo =*

Meus Anjos <3

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