Theodoro:
Eu acordei com uma sensação gostosa, meio dormindo ainda demorei para me dar conta que era o corpo de Jade ao meu lado que me despertava essa sensação, erguendo a mão e abraçando-a, trouxe-a para mais perto de meu corpo, abrindo os olhos pude contemplá-la, ela estava deitada de bruços, com o rosto em cima de um braço, os cabelos esparramados pelo travesseiro cobrindo parte de seu corpo que os cobertores deixaram a mostra ao escorregarem até sua cintura.
O rosto sereno em meio ao sono. Tocando-a com carinho, virei-a com cuidado e contemplei-a mais uma vez, abaixei meu rosto de encontro ao seu e comecei a distribuir vários beijos por seu rosto, coloquei nesse gesto todo o amor que sinto por ela, percebi que ela se remexeu em baixo de mim. Fui descendo minha boca por seu pescoço, até chegar em seus seios, beijei-os com todo cuidado.
Minha vontade dela foi aumentando ainda mais, cada vez mais eu a desejava, eu a amava, doía em mim ver aquela marca da cirurgia em seu corpo.
-Theodoro!
Ouvi-a me chamar. E ergui os olhos para olhá-la.
-Bom dia meu amor!
-Hum, bom dia! Não para não, por favor.
Ela me pediu, mas, quem disse que eu conseguiria parar?
-Não vou parar, eu prometi que iria beijar cada pedacinho do seu corpo, lembra-se?
Ela riu, aquele riso doce e suave.
-Claro que eu me lembro.
-Então, estou pagando minha promessa. Não gosto de ficar devendo nada.
-Ótimo, bom saber que sempre paga suas promessas.
-Você é tão linda Jade, tão deliciosa e linda, me deixa louco, será que podemos fazer amor? Você se sente bem?
-Fazer amor com você me faz bem. — Eu tomei seus lábios deliciosos entre os meus beijando-a com prazer, bem devagar, apreciando a doçura daquela boca, como senti falta de beijar aqueles lábios, não sei como consegui ficar longe dela todos aqueles dias, não era a toa que meu humor estava péssimo, como dizia o Murilo, eu estava subindo pelas paredes.
Minhas mãos passearam por seu corpo, despindo sua camisola transparente, agora sim, ela estava como eu a queria, totalmente nua para mim, toquei seus seios com cuidado para não machucar, parei o beijo com vários selinhos e desci minha boca novamente por seu corpo até chegar em seu mamilo, onde abocanhei um deles entre meus lábios, sugando com vontade, as vezes sugava, as vezes só contornava-o com minha língua, senti suas mãos puxar de leve meus cabelos, passar as unhas pelas minhas costas.
Abri suas pernas e me coloquei no meio delas, descendo minha boca pelo corpo dela beijei cada pedacinho de pele até chegar ao centro de sua intimidade. Passei minha língua devagar, apenas saboreando de seu sabor indescritível, aos poucos comecei a sugá-la, aumentando a pressão da minha língua, ouvia-a gemer baixinho, o som do seu gemido era um afrodisíaco para mim.
Senti seu corpo se enrijecer e sabia que ela logo gozaria, queria-a gozando em minha boca, queria sentir seu gosto, o gosto do prazer que eu despertava nela, que apenas eu tinha o direito de fazê-lo. Seu corpo estremeceu e ela gemeu meu nome. Ouvi-la chamar meu nome me excitou ainda mais. Ergui-me e me posicionei para penetrá-la, quando ela mesma me lembrou de usar proteção.
-Amor, não podemos sem proteção.
-Eu nem lembrava mais desse detalhe.
-Mas ainda temos que usar, não tem nenhuma semana que estou tomando pílula.
-Está certa.
Eu respondi pegando minha carteira em cima do criado mudo, peguei um preservativo, colocando-o, me posicionei novamente e finalmente a penetrei, senti que suas carnes me apertavam, mesmo com o preservativo, ela ainda me apertava. Aos poucos fui me movimentando, até que ela se acostumasse comigo dentro dela, aumentando o ritmo gradativamente, até que estava estocando-a como um louco, ela passou suas pernas por minha cintura e eu pude me enfiar ainda mais dentro dela.
Senti que ela se apertava ainda mais, até que seu corpo novamente se entregou ao prazer chegando a mais um orgasmo, eu adorava olhar para os olhos dela no momento do orgasmo, eles ficavam mais escuros, as pupilas dilatadas, ela se entregava totalmente, logo senti que meu próprio orgasmo se aproximava, derramei-me dentro dela sentindo a satisfação do prazer que apenas ela me fazia sentir.
~*~
Narradora:
Theodoro e Jade almoçaram com Marco Antônio, que ficou louco da vida por não ter ficado sabendo sobre o sequestro que ela e Pamela sofreram, muito menos da cirurgia que havia sido submetida, mais uma vez ele pediu para que ela o avisasse quando ela precisasse.
-Você sabe que é minha irmãzinha, eu quero estar presente em todos momento importantes de sua vida, não esqueça. — Ela e Theodoro prometeram que o avisariam sim. Sua família também queria estar presente, ela fez a mesma promessa a eles. Na manhã seguinte após o almoço com Marco Antônio, Theodoro, Murilo, Enrique e Joseph voltaram para Barcelona, mais uma vez se despedir dele foi penoso para ela, assim como para ele se despedir dela foi bem difícil.
-Xi, vamos ter que aguentar o mau humor de Theodoro mais uma vez, devíamos ter trazido a Jade junto. — Brincou Murilo. Theodoro apenas fez de conta que não ouviu.
Os dias passaram e o dia da formatura deles chegou. Finalmente acabaria aquela tortura. Theodoro e Joseph ficaram a manhã toda na universidade ajudando a ajeitar os últimos preparativos para a colação de grau que seria às cinco horas da tarde e a festa teria início às nove da noite.
A família Escobar Vásquez e as irmãs de Joseph, foram todos para Barcelona. Jade escolheu um lindo verde que evidenciava o verde de seus olhos. Theodoro, por sua vez, planejava pedi-la em casamento durante a festa, já planejara tudo, pegara o anel na joalheria, havia mandado gravar até mesmo a data nele.
Ao chegarem em casa, sua família já os esperava. Ele entrou e cumprimentou todos, procurando Jade.
-Cadê ela? Onde está Jade? — Ele perguntou ansioso.
-Jade? Bem, a Jade.. — Começou Sam, coçando a cabeça. Theodoro se desesperou.
-O que aconteceu com a minha namorada? Porque ela não está aqui?
-Calma amor, estou aqui. — Ela respondeu da porta do quarto dele.
-Jade!
Ele exclamou se alegrando por vê-la e indo ao seu encontro, abraçou-a erguendo-a nos braços.
-Que susto amor. Que saudade de você!
-Eu também estava com saudade meu amor.
Os dois se beijaram com saudade.
-Ei a porta do quarto está aberta. — Gritou Sam.
-Sam, respeite seu primo. — Repreendeu seu pai, mas ao mesmo tempo rindo.
-Você está linda, pequena.
-Obrigada, Theodoro.
-Eu tenho uma surpresa para você.
-Sério? Cadê?
-Só vou te mostrar na hora da festa.
-Ah, sério que vai fazer essa maldade comigo?
-Sim, mas espero que você goste.
-Bom, vindo de você, com certeza irei gostar sim.
-Chega de melação, vamos logo, ou iremos chegar para a colação do ano que vem. — Reclamou Enrique, que não tirava os olhos de Lilian, ela vestia o vestido que comprara junto com Jade, Pamela, Lola e Luna. Ela estava toda arrumada, maquiada e de vestido, Lilian detestava vestido, mas estava linda. No entanto, Lilian, por sua vez, fingia ignorar completamente Enrique, o que o deixava ainda mais irritado.
-Eu vou tomar um banho rápido e me vestir, daí poderemos ir. — Resolveu Theodoro.
Depois de mais ou menos quinze minutos ele voltou, vestia uma calça social azul escura, camisa preta e um blazer nas mãos, estava extremamente charmoso, lindo!
-Estou pronto galera, podemos ir.
-Vamos, então. — Concordou Lorenzo.
-A vovó e o vovô já foram com o Murilo, a Natalie também foi junto com eles, o vovô a chamou. — Rámon não havia perdido a esperança de juntar seu neto Murilo com a bela irmã de Joseph.
-Nem preciso dizer que o Murilo ficou exultante de alegria por chegar com uma deusa ao seu lado, não? Eu confesso que estou até meio que com inveja dos meus primos, o Theodoro tem ao seu lado a bela Jade, o Murilo a Natalie, o Enrique, se não fosse tão burro poderia fazer companhia para a Lilian, eu, Jean e Yago iremos acompanhar nossas primas.
— Reclamou Sam.
-Está nos chamando de feias, Sam? — Questionou Rúbia.
-Que isso prima, claro que não, vocês são belíssimas, vem cá, você vai me fazer companhia.
Rúbia pegou o braço que Sam lhe oferecia e saiu ao seu lado. Joseph convidou Luna para o acompanhar saindo junto com Sam, Yago e Pamela. Lola e Jean fizeram companhia um para o outro, mas, Theodoro prometeu para a prima, que a apresentaria para um amigo, Michael e Roberto eram loucos para conhecerem suas primas.
Olívia e Lorenzo foram juntos com Theodoro e Jade, no outro carro foram Yolanda e Juarez.
Ao chegarem no local onde seria realizada a colação de grau, estava todo decorado nas cores prata e preto. Michael e Roberto, quando viram Theodoro chegar abraçado com Jade se aproximaram do amigo.
-Theodoro, finalmente, achamos que não viria mais.
-Ei, eu nem me atrasei tanto assim. Bem, deixem-me apresentar-lhes minha namorada, Jade. Jade, amor, esses são meus amigos Michael e Roberto.
-Oi deusa, finalmente temos o prazer de conhecer a garota que transformou nosso amigo em um homem sério. — Cumprimentou Roberto galante e pegando a mão de Jade depositou um beijo na mesma. Ela riu deliciada com a galanteria do amigo de seu namorado.
-Obrigada!
-Realmente ele não mentiu, você é ainda mais bela pessoalmente. — Complementou Michael, empurrando Roberto para pegar na mão dela também.
-Tá, agora chega né? Vocês estão alugando demais a minha garota para o meu gosto.
-Ei Theodoro, e suas primas, cara, você prometeu que iria nos apresentar.
-Sim, mas só tem uma disponível no momento.
-É gata?
-Sim, é gata, agora tem que ver com qual dos dois mal acabados que ela vai querer perder tempo.
-Onde ela está? Mostre-nos. — Pediu Roberto.
-Alí, aquela de vestido curto azul junto com meus pais e o outro casal que são meus tios e pais dela.
-Caramba! Que morena hein! Gata é apelido. — Exclamou Michael.
-Vamos lá, eu vou apresentá-los a minha família e a ela, se ela se interessar, mas já vou avisando, a Lola não é fácil não.
Se aproximaram da rodinha onde estavam Lorenzo, Olívia, Yolanda, Juarez e Lola, que comentavam e riam das investidas de Murilo para cima de Natalie.
-Aposto que ele vai conseguir.
Disse Lorenzo apostando no filho.
-Só porque ele é seu filho. — Reclamou Juarez.
-Claro, quem sai aos seus não degenera, ele vai conquistá-la.
-É, mas quanto tempo vai demorar?
— Perguntou Yolanda.
-Aposto que ainda hoje rola pelo menos um beijinho. — Apostou Rámon chegando com Esperanza.
-Abuelo! Até o senhor? —Recriminou Lola rindo.
-Não adianta minha querida, se prepare que a próxima da lista é você.
-Sou eu o que vovô?
-Nada, só acho que uma linda moça como você já deveria estar preocupada em namorar e constituir uma família, deveria se espelhar no exemplo de seu primo Theodoro que está vindo alí, olha colonos olhos deles brilham de felicidade.
-É, mas ele só está nesse love todo porque teve um empurrãozinho, não é papai?
-Do que está falando Lorenzo?
-Nada não amor, o papai sabe bem do que estou falando.
-Ah, mas agora você vai me contar.
-Depois meu amor, agora o Theodoro está chegando.
-Acho que mais ou menos eu já sei do que se trata. — Constatou Yolanda.
-Olá família. Quero lhes apresentar dois dos meus amigos que estão se formando hoje também. Michael e Roberto.
— Os Escobar Vásquez cumprimentaram os dois rapazes e eles acabaram se encantando ainda mais com Lola, que além de bela, era espirituosa e bem humorada. Mas, quem acabou despertando o interesse da bela morena foi Michael. Jade e Theodoro se afastaram para um canto mais afastado para namorarem longe do resto da família.
As garotas que Theodoro havia ficado não desgrudavam os olhos do casal, para elas era inacreditável ver Theodoro Escobar Vásquez todo apaixonado assim, elas fizeram de tudo para conquistá-lo, afinal, ele além de lindo, bom de cama, era um herdeiro rico, para que melhor partido que um Escobar Vásquez? Mas, no fim nenhuma delas conseguiu e tiveram que dar a mão à palmatória a sortuda que havia levado o belo prêmio era muito bela.
~*~
Narradora:
-Eu estava morto de saudades de beijar essa sua boquinha linda, minha Jade
Theodoro disse, entre beijos e mordiscadas nos lábios dela.
-Eu também estava com saudades de você meu Theo.
-Você está tão linda, cada dia mais linda.
-Exagerado!
-Não sou não, estou dizendo a verdade.
-Tá bom.
Ela respondeu arranhando de leve a nuca dele.
-Então, está gostando de Barcelona?
-Pelo que vi até agora sim, a cidade é linda.
-Gostaria de ter mais tempo para te levar para conhecer alguns dos pontos turísticos da cidade.
-Bom, não faltará oportunidade de virmos para cá passear.
-Você gostaria?
-Com você? Claro.
-Falando em viagem, tem algum lugar que gostaria muito de conhecer?
-Hum, deixa eu pensar, acho que talvez eu gostaria de conhecer as ilhas gregas, principalmente Santorini e Mykonos.
-Sério? Bela escolha amor. Quem sabe não viajamos para lá em nossa lua-de-mel.
-Lua-de-mel?
-Sim, porque não? Vamos nos casar um dia, não vamos?
-Não sei, ninguém me pediu em casamento.
-Quem sabe alguém ainda não te peça?
-Quem sabe!
-Ok, vou me lembrar disso e vou cobrar quando chegar o momento.
— Mal sabia Jade, que Theodoro estava com o anel e alianças no bolso do blazer e que durante a festa de formatura, naquela mesma noite, ele faria o pedido que mudaria para sempre suas vidas.
-Amor, não sei se você notou, mas somos alvos de vários olhares curiosos.
-Sério? Então vamos dar mais motivos para que fiquem olhando. — Ele respondeu beijando-a com ardor.
Joseph foi o escolhido para ser o orador da turma, logo depois que todos haviam recebido seus canudos, os formandos e seus familiares foram para o restaurante onde seria realizado o jantar de comemoração e a festa de formatura. Theodoro e Jade não se desgrudaram em nenhum minuto, ele estava ansioso, esperando o momento certo para lhe pedir em casamento, seu coração parecia que iria sair pela boca a qualquer momento, sabia que ela o amava, tanto quanto ele a amava, mas, mesmo assim sentia receio, afinal, fazia apenas alguns meses que estavam juntos, ela tinha tantos planos, mas ele sabia que não poderia ser outra, Jade era a mulher certa.
O jantar foi servido para todos, cada formando tinha sua mesa separada. Depois do jantar o salão de baile do restaurante foi aberto e todos foram dançar. Uma música do Elton John começou a tocar e Theodoro a chamou para dançarem, a letra da música dizia tudo o que ele estava sentindo naquela noite.
Enquanto dançavam abraçados, Theodoro cantava baixinho em seu ouvido, fazendo com que ela se arrepiasse com a voz rouca dele. Quando a música acabou, ele ainda permaneceu com os braços em volta do corpo dela e olhando-a firme e de maneira penetrante em seus olhos, ele lhe disse:
-Jade, eu te amo, sabe disso, não?
-Sim Theo, eu sei disso, eu também o amo.
-Eu não quero mais ficar longe de você.
-Mas agora que você se formou, não precisamos ficar longe.
-Não amor, não é isso, o que estou querendo dizer é que eu a quero para sempre ao meu lado, não consigo mais cogitar a possibilidade de ficar longe de você. Eu ensaiei tanto isso e agora não sei como te pedir.
-Como assim amor? O que você quer me pedir?
-Quero que aceite se casar comigo.
-Casar? Está falando sério Theodoro?
-Nunca falei mais sério em toda minha vida Jade, eu preciso de você, eu quero que seja minha esposa. Que sejamos marido e mulher, quero ter filhos com você e envelhecer ao seu lado.
— Jade sentiu lágrimas puras de emoção vir aos seus olhos.
-Você quer mesmo isso? Não acha muito cedo?
-Cedo? Até pode ser, mas eu te amo, você me ama, para que esperar? Eu tenho absoluta certeza de que é com você que quero passar todos os dias da minha vida. Desde que te conheci não penso em outra coisa, não quero outra coisa, além do mais, não precisamos nos casar imediatamente, podemos esperar mais um pouco se preferir.
-Então, se está certo disso, eu aceito. Eu aceito ser sua esposa.
-É sério mesmo? Você aceita?
-Aceito, eu te amo tanto e também não me imagino vivendo com outra pessoa que não seja você, não quero ninguém mais que não seja você.
— Theodoro a ergueu nos braços rodopiando com ela, pelo salão, rindo como um bobo, mas não se sentia um bobo, pelo contrário, sentia-se feliz, tão feliz que não se aguentava, queria gritar para que todos ouvissem que a mulher que amava aceitara ser sua esposa, que ela aceitara passar todos os dias de sua vida ao seu lado.
Theodoro se abaixou, ficando com um joelho no chão e o outro levantado, tirou do bolso a caixinha com o anel que pertencera a sua avó e pegando a mão direita dela, colocou em seu dedo o anel, beijando-o a seguir.
Seus familiares olhavam tudo, de longe, Esperanza levantou-se e se aproximou dos dois sendo seguida pelos demais.
-Vovó, seu neto é o homem mais feliz do mundo.
-E por que motivo meu neto?
-Porque a mulher da minha vida, aceitou meu pedido de casamento, estamos noivos.
-Uhu! — Gritou Luna, batendo palmas.
-Parabéns meus filhos. — Cumprimentou Lorenzo. Os dois foram cumprimentados e abraçados por todos os familiares e amigos mais próximos, todos alí, no entanto, bateram palmas para os cumprimentar.
-Ah, mas, tem mais. — Disse Theodoro tirando outra caixinha do bolso, abrindo-a, ele retirou uma larga aliança de ouro, por dentro estava gravado o nome de Jade e a data em que ele a conheceu.
-Essa é minha, amor, eu quero que todos saibam que eu sou comprometido, que tenho alguém especial em minha vida.
-Ou seja, o Theodoro quer que todas saibam que a partir de agora, ele tem dona e usa algema. — Gritou Murilo rindo e fazendo todos rirem, mas, Theodoro não se importou. Jade pegou a aliança de dentro da caixinha e colocou no dedo dele e assim como ele fez, beijou sua mão após colocar a aliança. Ele colocou ambas as mãos em seu rosto e o trouxe para perto do seu beijando-a com amor, sob os aplausos de todos.
~*~
Todos os que foram convidados para a formatura, ficaram em um hotel, inclusive os Escobar Vásquez. Voltariam para Madri no dia seguinte, Jade, por insistência de Theodoro acabou ficando com ele, os dois dormiram abraçados, depois de fazerem amor deliciosamente e com saudade.
Na manhã seguinte acordaram cedo para que pudessem se encontrar com seus familiares no hotel e tomar o café da manhã juntos, antes de pegarem a estrada. Theodoro iria com Jade em seu próprio carro, levava todas as suas coisas que arrumara na véspera da formatura.
~*~