Who are you?

By RillianeKagamine39

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"- Você é muito ingênuo, Jungkook. As coisas mudam, não somos mais crianças. As fantasias acabaram, isso é vi... More

Prólogo
Awake
Come back home
Guilty
Back to school
We need to talk
Idiot
A new friend
Just dance
Tears
Lost stars
Letter
Hug me
I still want you
Love is not over
Aviso Importante

I'm sorry

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By RillianeKagamine39

Chaeyoung's P.O.V

- E-Eu direi. - percebi a voz de Jennie vacilar por um instante, até ouvir seus passos se afastarem da porta do meu quarto. Ela nem ao menos se despediu.
Voltei para minha cama, meu travesseiro ainda estava molhado pelas lágrimas de ontem. Lágrimas de tristeza por conta de Jennie e raiva por conta de Soomi. Aquela mulher é desprezível.
Tentei dormir de novo, minha cabeça doía tanto que parecia que eu havia batido nela com um martelo. Rolei de um lado para o outro da cama por um tempo, mas não consegui dormir.
Levantei e desci as escadas quando senti que precisava urgentemente comer alguma coisa.  Se eu tivesse sorte, Jennie já teria ido embora. A última coisa que eu queria era ter seu olhar de decepção sobre mim novamente.
- Bom dia, ajummah. - dei meu melhor sorriso, na esperança de parecer bem.
Naomi não disse nada, apenas abriu os braços como se dissesse "Está tudo bem, você pode chorar".  Entendi sua mensagem, me jogando em seus braços e caindo no choro.
- Ela vai te perdoar. - ela disse.
- Eu já não sei disso, ajummah... - disse, entre soluços.
Ficamos um tempo abraçadas, até eu me sentar e toma café. Naomi me deu espaço, saindo da cozinha e me deixando sozinha com meus pensamentos.
Depois de me alimentar devidamente, voltei para o meu quarto. Não estava em condições de trabalhar, muito menos estudar. Queria apenas fingir que eu não existia pelo resto do dia. Meu celular começou a tocar.
- Aish... - bufei. Por que as pessoas decidem aparecer quando eu mais preciso ficar sozinha? Ignorei. Cinco minutos depois, ele voltou a tocar.
Levantei da cama e fui até ele. Jimin. Sete chamadas perdidas.
- Agora não... - silenciei meu celular. Espero que Jimin me perdoe por isso.
Uma notificação indicou que uma mensagem havia chegado. Não precisava abrir para saber quem era.

[Jimin: Está me ignorando, noona?]

Mesmo por mensagem, podia ouvir a voz dele. Ele era um doce, mas eu estava muito azeda hoje, até mesmo para ele.

[Chaeyoung: Não estou muito bem. Te ligo depois.]

Aquila resposta devia bastar para ele entender que eu não queria conversar no momento. Porém, outra mensagem chegou.

[Jimin: Depois não, agora. Quero saber o que você tem.]

- O que? - indaguei para mim mesma. Ele ia dar uma de insistente agora?

[Jimin: Jennie me disse que você não estava se sentindo bem. Quero saber o que houve.]

Jimin podia ser muito insistente quando queria. Mas, para o azar dele, não estava com paciência.

[Chaeyoung: É só um mal estar, não se preocupe. Já disse que ligo depois.]

[Jimin: Não acredito em você.]

[Chaeyoung: Bom para você. Até mais]

Ele merecia uma resposta bem pior do que essa por estar me irritando, mas por hora serviria. Me desculparia com ele depois. Outra mensagem.

[Jimin: Ok, estou entrando.]

Antes que eu pudesse entender o que ele quis dizer, a porta abriu. Jimin estava no meu quarto.
- O que você está fazendo aqui?
- Vim ver como estava. - ele respondeu.
- E veio até minha casa? Você é louco.
- Senti sua falta no trabalho.
- Nem me venha com esse olhar de cachorro que caiu da mudança. Ainda estou irritada com você.
- Eu quem devia estar irritado, já que você ignorou minhas ligações.
- Eu disse que te ligava depois!
- Mas eu queria saber como você estava agora! - ele se aproximou de mim, segurando meus dois pulsos. - Me preocupo com você.
Suspirei. Deveria saber que Park Jimin não cansaria até descobrir o que estava havendo comigo. Ele sempre foi muito atencioso.
- Você me cansa, sabia? - sorri, e ele retribuiu.
- Digo o mesmo de você. Nem parece que é mais velha do que eu, você é muito problemática.
Jimin me soltou, sentando na minha cama e me convidando para sentar ao lado dele.
- Pode me contar tudo.
Expliquei tudo o que aconteceu ontem a noite. Ele ouvia tudo atentamente, e limpava algumas lágrimas que insistiam em rolar pelas minhas bochechas.
- A Jennie ama você. Ela só está confusa com tudo isso. Tenho certeza de que vai te perdoar.
- Não sei... Acho que minha mãe estava certa. Eu não sou a irmã perfeita que ela achava que eu era, sou apenas uma mentirosa.
- Isso não é verdade! Você é a pessoa mais incrível e doce do mundo. Você sempre deu o seu melhor para ser uma boa irmã para a Jennie. Você não é perfeita, mas é maravilhosa com todos os seus defeitos.
- Obrigada, Jiminie... Eu realmente precisava ouvir isso.
- E eu vou sempre estar aqui para te dizer isso.
Então eu o abracei. Exalei o cheiro do perfume dele. Aquilo me relaxou por completo, me sentia completamente segura em seus braços.
- Você tem um cheiro bom. - disse, sem pensar direito. Só estava aproveitando aquela sensação.
Ele não respondeu, apenas acariciou meus cabelos. Eu poderia dormir facilmente ali.
- Noona?
- Diga.
- Eu...
- Chaeyoung, querida, você tem...- Naomi ajummah apareceu na porta do quarto.
Jimin e eu tomamos um susto tão grande que nos separamos rapidamente.
- Visita. - ela completou a frase, lançando um sorriso suspeito para nós dois. - Bem, pelo visto, você já o recebeu. É um prazer finalmente te conhecer, Jimin.
- O prazer é todo meu, Naomi ajummah! Chaeyoung noona fala muito sobre você.
- Que coincidência! Ela fala muito sobre você também!
Jimin baixou a cabeça, dando um sorriso tímido. Eu apenas queria me esconder em baixo dos lençóis e desaparecer.
- B-Bem, ajummah, nós já estávamos de saída! - tentei achar uma desculpa para sair de lá.
- Estávamos? - dei uma cotovelada nele. - S-Sim, estávamos!
- E posso saber para onde pretendem ir?
- Para... - Jimin tentou achar as palavras certas. - A praça! Não é, noona?
- S-Sim, a praça!
- E você vai de pijamas, Chaeyoung?
- Eu vou me trocar.
- Tudo bem... Vou fazer um lanche para vocês comerem antes de ir. - ela foi embora.
- Acha que ela acreditou? - perguntou Jimin.
- Com certeza não. - ri, Naomi sabia dizer quando eu mentia. - Ela me conhece muito bem, não cairia nessa.
- O que está fazendo? - ele perguntou quando viu que eu procurava algo para vestir no guarda - roupa.
- Não é óbvio? Me arrumando para irmos.
- Mas você disse que ela não acreditou.
- Sim, mas estou precisando de ar fresco. E não há nada melhor do que ir à praça, ainda mais com você.
Jimin apenas baixou a cabeça e deu outro sorriso tímido. Era uma mania bem fofa.
- Agora sai que eu preciso me trocar.
- Mas você fica tão linda nessa estampa. - ele riu, apontando para meu conjunto de unicórnios.
- JIMIN! - exclamei, envergonhada, o expulsando do meu quarto enquanto ele ria.

   --------------------  💜  --------------------

Estávamos andando sob o Sol quente há quase uma hora. Jimin disse que cuidaria de tudo para termos um ótimo passeio, porém não me deu detalhes de para onde estávamos indo.
- Jimin, não era mais fácil termos ido até a praça? - perguntei, já cansada de andar sem rumo.
- Jennie vai estar lá, quero que você pare de pensar nela um pouco e tente se alegrar.
- Como sabe que ela vai estar lá?
- Ela disse que daria um passeio antes de ir à aula. Ela mal conhece a cidade, para onde acha que ela iria?
Mordi meu lábio inferior, impaciente. Parando para pensar, Jennie só conhecia os lugares que eu a havia levado. Era pouco provável que ela estivesse em qualquer outro lugar senão a praça.
- Você está certo...
- Eu sei.
- Convencido.
De repente, ele parou de andar.
- Chegamos!
Estava tão perdida em pensamentos antes, que não me dei conta de que estávamos a caminho do parque de diversões. Eu já havia ido até lá, mas fazia muito tempo, Jennie e eu éramos crianças.
- Gostou, noona?
  Sorri. Não diria a ele que até mesmo aquele lugar me lembrava Jennie, ele tinha boas intenções ao me trazer aqui, não estragaria isso.
- Eu adorei!
Ele deu um grande sorriso e logo depois pegou a minha mão, me levando até a bilheteria. Compramos os bilhetes e demos entrada no parque.
Jimin parecia uma criança de tão contente que estava. Olhava para todos os brinquedos, maravilhado.
- Nunca esteve aqui? - perguntei.
- Não. Na verdade, eu não conheço muito da cidade ainda.
Havia me esquecido. Jimin morava em Busan, mas meses atrás se mudou para Seoul por conta da faculdade. Logo depois, ele começou a trabalhar comigo na cafeteria.
- Você mora aqui já faz um tempo, deveria sair para se divertir.
- Você sabe, tem os estudos. O professor de literatura está acabando comigo.
- Vamos, Hoseok não é tão mau assim.
- Noona, ele é assustador quando está bravo! Acredite, é melhor eu continuar a me dedicar se não quiser levar uma bronca.
- Ele muito jovem, não é? Digo, para um professor.
- Está interessada nele?
- O QUÊ? Ficou doido, pirralho?
- Agora pouco estava falando de como ele era jovem. Acha ele bonito também?
A expressão do Jimin estava fechada enquanto ele dizia isso. Quando foi que o clima ficou tenso desse jeito?
- Olha, eu não sei onde você quer chegar com isso, mas pare! Hoseok nem é meu professor, apenas o conheço e o acho legal. Nada além disso! Está com ciúmes, por acaso?
- Sim!
  Arregalei os olhos, surpresa. Pela reação dele, nem mesmo Jimin esperava que fosse dizer aquilo. Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, me virei e corri o mais rápido possível.
Parei para recuperar o fôlego num banco. Olhei para a multidão atrás de mim, sem encontrar o olhar de Jimin. Eu nunca o tinha visto tão bravo.
A última coisa que eu queria era brigar com ele. Logo hoje, o dia em que vim para esquecer meus problemas, arrumei outros. Qual o problema comigo?
- NOONA! - ouvi a voz dele. Não parecia muito longe de onde eu estava. A roda gigante estava logo ao meu lado, e sem pensar duas vezes, eu fui até lá.
Passei por todos da fila, recebendo uma chuva de xingamentos, aos quais respondi com desculpas. O supervisor me deixou entrar na cabine, parecendo não ligar para o fato de eu ter furado a fila.
- Sozinha, finalmente... - suspirei.
- Senhor, pode me deixar entrar?
"Oh, droga!", praguejei mentalmente ao ver Jimin subindo as escadas até a cabine onde eu estava. Ele sentou no banco a minha frente, em silêncio. Então, o brinquedo começou a se mover.
Continuamos sem dizer nada. Enquanto eu tentava fixar meu olhar em qualquer ponto que não fosse o rapaz a minha frente, o olhar de Jimin estava sobre mim, observando cada movimento meu.
- Por que veio atrás de mim? - eu quebrei aquele silêncio sufocante.
- Vim me desculpar. Eu sinto muito, noona, eu agi feito um idiota. Era para você se divertir e eu estraguei tudo.
- Eu nunca te vi tão irritado. Eu só queria entender o motivo.
Ele olhou para baixo, como se estivesse pensando no que dizer. Ele voltou a me olhar.
- Quer mesmo saber a verdade?
- Toda a verdade. - respondi, convicta.
Jimin deu um pequeno sorriso e levantou - se de onde estava. Senti arrepios me atingirem a cada passo que ele dava na minha direção. Ele se ajoelhou diante de mim, apoiando seus braços nas laterais do banco, nos deixando muito próximos.
Ele se aproximou de minha orelha e sussurrou.
- O motivo de eu ter ficado irritado... Foi porque eu gosto de você, Park Chaeyoung.
Eu já não conseguia dizer mais nada. A sensação de tê - lo tão próximo a mim me deixou sem ação, completamente inútil. Ele voltou a olhar para mim, seu rosto estava cada vez mais próximo.
Cuidadosamente, desci meu olhar até seus lábios. Era loucura querer aqueles lábios juntos aos meus?
Como se tivesse lido meus pensamentos, Jimin segurou meu rosto com uma de suas mãos, me puxando para mais perto e quebrando a distância que havia entre nós.
Estava aproveitando a sensação de ter seus lábios macios contra os meus, como se estivesse esperando por isso a vida toda. Ele se sentou ao meu lado, ainda sem quebrar o beijo. Me arrepiei ao senti - lo abraçar  minha cintura.
Coloquei meus braços ao redor do pescoço dele, aprofundando o beijo. Ele pediu passagem com a língua, a qual concedi sem demora. Oh, céus, aquilo era bom. Aquela cabine estava se tornando cada vez mais abafada.
Um estrondo alto fez com que nos separássemos. A roda gigante havia parado. O supervisor nos olhou com uma careta, fazendo gestos para que saíssemos logo de lá. As pessoas na fila, que haviam visto o que aconteceu, nos olhavam com reprovação enquanto passávamos.
- Isso foi... - ele começou.
- Bom. - completei.
- Bem... Está com fome?
Assenti. Segurei a mão dele e caminhamos para a tenda mais próxima. Aquela tarde seria inesquecível para mim.

-------------------------  💜 ----------------------
- Acha que ela já chegou em casa? - perguntei, mais para mim do que para ele.
- Isso você só vai saber se abrir a porta, noona.
Estávamos parados na porta da minha casa há dez minutos. Pelo horário, Jennie com certeza estaria em casa. Tinha medo de abrir a porta e me deparar com ela na sala.
- Vamos, noona. Se vocês duas não conversarem, não vão se entender.
- E se ela não quiser conversar comigo?
- E se ela quiser conversar com você? Você só vai saber se for falar com ela.
Suspirei. Por que ele sempre tinha que estar certo?
- Está bem, eu vou entrar.
- Sem nem se despedir? - ele brincou.
Eu o abracei com força, como se nunca mais fosse vê - lo. Estava com medo e queria fugir dos meus problemas de novo. Ele percebeu isso, pois me abraçou de volta.
- Vai ficar tudo bem.
Nos separamos, mas não antes dele me puxar para perto e me dar um selinho demorado.
- Tenho que me acostumar com isso. - ri, depois que nos separamos.
- Tem mesmo, pois isso vai acontecer com mais frequência.
Minhas bochechas ficaram vermelhas. Ele riu de minha timidez, depositando um beijo na minha testa e indo embora.
Respirei fundo antes de abrir a porta. Ninguém estava na sala. Não se se ficava aliviada por ela não estar lá, ou se ficava triste por minha irmã ainda estar me evitando.
Cumprimentei Naomi ajummah e Soomi, que estavam na cozinha. Soomi mantinha sua expressão debochada, mas eu não poderia me importar menos. Tinha problemas muito maiores do que aquele demônio com roupas de grife.
Tirei a chave do meu bolso, para abrir a porta do meu quarto. Não que eu tivesse o que esconder, mas detestava que pessoas entrassem em meu quarto quando eu não estivesse em casa. Porém, para minha surpresa, a porta já estava aberta.
Além de mim, apenas Naomi tinha as chaves do meu quarto. O que ela teria feito lá? Abri a porta, me deparando com nada mais, nada menos do que Kim Jennie sentada em minha cama, olhando diretamente para mim.
- Oi.. - ela disse.
- O-Oi.
Ficamos um tempo em silêncio, até ela voltar a falar.
- Me desculpe, Chaeyoung! - ela começou a chorar. - Eu fui tão egoísta, eu não pensei em como você se sentia sobre tudo isso!
Comecei a chorar também, indo na direção dela e a abraçando. Era como se tivéssemos ficado separadas por décadas e estivéssemos matando a saudade que sentíamos uma da outra.
- Eu também sinto muito. Eu não deveria ter mentido para você! Nada justifica o que eu fiz. A partir de agora, não vamos esconder nada uma da outra.
- Promete?
- Prometo!
Continuamos abraçadas por um bom tempo. Depois que nos acalmamos, Jennie começou a me contar sobre seu dia.
- Então, você conversou com Taehyung? - perguntei. Eu não era a maior fã dele, também nunca entendi como surgiu o relacionamento dele com Jennie.
- Sim. Ele é bem irritante, mas não foi tão ruim conversar com ele.
- E o Jungkook? - com certeza ele não gostou disso.
- Também falei com ele. Sabe, os dois se detestam, parecem que vão se matar cada vez que se olham. E como foi o seu dia?
Comecei a ficar vermelha novamente. Parecia que tinha caído a ficha de que eu havia beijado Park Jimin.
- Chaeyoung... Não esconder nada uma da outra, lembra?
- E-Eu não ia esconder, só estava pensando em como te contar.
- Contar o que?
- Eu e o Jimin nos beijamos.
Jennie deu um grito tão alto que tive que tapar meu ouvidos.
- EU SABIA! - ela continuou gritando e pulando pelo quarto.
- Para com isso, sua louca! - a joguei na cama, ela ainda estava eufórica.
- Detalhes, quero detalhes, trabalho com detalhes.
Contei tudo que aconteceu até a roda gigante. Só de lembrar, já sentia arrepios. Se fechasse os olhos, poderia sentir sua mão em minha cintura novamente.
- Oh, meu Deus, Jisoo unnie vai amar saber disso!
- Não. Se. Atreva. - disse, pausadamente. Se Jennie reagiu assim, Jisoo soltaria fogos pela escola.
  Continuamos conversando por um bom tempo. Naomi ajummah se juntou a conversa logo depois, feliz por termos nos reconciliado. Ela soube sobre Jimin e agora eu tinha duas loucas pulando pelo quarto.
- Está tudo muito bom, mas estou cansada, preciso dormir.
- Chaeyoung. - disse Jennie.
- Sim?
- Posso dormir aqui?
- Claro.
Ela foi até o quarto dela buscar seu travesseiro e cobertor. Eu me troquei rapidamente e me deitei. Jennie veio logo depois, deitando ao meu lado. Estava tão feliz que poderia explodir.
- Boa noite. - Naomi ajummah disse, já saindo do quarto.
- Boa noite. - dissemos de volta. Então, adormecemos.

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