Los Maestros

بواسطة isiislopees

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Será que depois dos quarenta há alguma chance de despertar o amor e o desejo em um homem de forma sincera? Do... المزيد

Los Maestros - Elenco
1° Capítulo
2° Capítulo
3° Capítulo
4° Capítulo
5° Capítulo
6° Capítulo
7° Capítulo
9° Capítulo
10° Capítulo
11° Capítulo
12° Capítulo
13° Capítulo
14° Capítulo
15° Capítulo
16° Capítulo
17° Capítulo
18° Capítulo
19° Capítulo
20° Capítulo
21° Capítulo
22° Capítulo
23° Capítulo - Penúltimo Capítulo
24° Capítulo (Parte1) - Último Capítulo
24° Capítulo (Parte2) - Último Capítulo
Epílogo

8° Capítulo

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بواسطة isiislopees

Los Maestros -
Capítulo 08 -

Três meses depois -

Colégio -

- Laura, teria alguns minutos para mim? - indaga César
- Para você eu não tenho nenhum tempo, César. - responde fria e sem olha-lo
- Por favor, não me trate assim. - pede - Já faz praticamente quatro meses que estamos nos tratando como desconhecidos, e não somos isso.
- Somos colegas de trabalho e nada mais. - responde - Tem algo de trabalho para falar comigo? - indaga
- Não! Quero falar sobre nós dois.
- Nunca existiu um "nós" César. O que passou, passou por, digamos; necessidade, desejo, nada mais fora isso.
- Pode até ser, mas, hoje já não é mais isso.
- Do que está falando? - indaga
- Eu quero uma relação com você, e por mais que você tente negar, eu sei que você também me quer, e não é apenas na sua cama. - diz a olhando
- Minha decisão continua de pé, César. Eu não quero nada, nem com você, nem com ninguém. - responde fria - Agora, por favor, me deixe em paz. Só fale comigo o necessário de trabalho.
- Você faz isso comigo para fugir não é? Você me evita por que sente o mesmo que eu. - diz irritado
- Não irei ficar escutando as suas bobeiras de mulherengo. Você pode ter todas as mulheres do mundo.
- Que ironia, não? Eu posso ter todas as mulheres que eu quiser, mas a que eu quero não me quer.
- Só posso lamentar por você. - responde seca - Agora me dê licença, preciso voltar ao trabalho.
Laura sai para a sala de aula, e em seguida César faz o mesmo.

Horas depois -

Casa de Norma -

- Finalmente a vejo, porém, seu semblante continua o mesmo, continua triste. - diz a olhando - Não aguento mais te ver assim, sofrendo.
- Hoje o César veio conversar comigo.
- Depois de quase quatro meses? - indaga pasma
- Sim! E veio com uma conversa sobre nós. - diz irônica - Que "nós"; nunca existiu esse "nós" Norma. - diz
- Existiu sim, Laura. - diz - Existiu não, existe. - diz - Você o ama, está fugindo por covardia.
- Eu sei, é por covardia mesmo. - concorda - E vou continuar apesar dele ter praticamente se declarado. - a olha
- Ele se declarou? - indaga intacta
- Quase isso.
- O que ele te disse?
- Que queria uma relação comigo. Que apesar de todas as mulheres que ele tem, a única que ele quer, não quer ele.
- Laura, por que você não se entrega de uma vez? Ele está louco por ti e você se fazendo de difícil.
- Ah Norma, eu tenho medo de me deixar levar e sofrer.
- Sofrendo você já está, e sem ele. Se for pra sofrer, que seja pelo menos com ele. Faça valer a pena esse sofrimento. Aproveite! Ele te quer ao lado dele, e você o quer ao seu, vá ser feliz, para com todo esse sofrimento de uma vez. - diz - Estou te dizendo isso todos esses meses, eu sei, mas você precisa sair dessa. Se não quer outro, e convivendo com ele, vá com ele. - pede - Vai que dá certo esse relacionamento, que ele mude. Nunca se sabe. Deixa-se levar.
- Sabe de uma coisa, você tem razão. - diz convicta - Irei atrás dele, e será agora. - diz se levantando
- Agora? - indaga a olhando
- Já passou dá hora. - diz - Vemo-nos amanhã. - se despede.
- Se precisar me ligue, mas, acho que não vai precisar. - sorrir - Vá ser feliz.
Laura sorrir e segue para o apartamento de César.
Minutos mais tarde, com um largo sorriso, e um tanto receosa, Laura segue para o apartamento. Ao chegar, ela hesita em tocar a companhia, e após segundos, ela o faz, tocando mais três vezes seguida.
Laura já decepcionada se encaminha de volta ao elevador, porém César a detém, chamando-a.
- Você? - indaga
Laura paralisa, e devagar se atreve a olha-lo. Ao se virar, ela o olha apenas de calça.
- Perdão pela hora. - pede se aproximando
- Não se preocupe. - diz nervoso
- Teria alguns minutos? - indaga sem graça
- É que... - tenta explicar
- Você está acompanhado não é? - indaga o olhando
- Estou! - diz - Você disse que não queria nada, então...
- Não precisa explicar. - diz séria - O erro foi meu. Agora preciso ir. Desculpe incomodar. - pede saindo
César tenta ir atrás, porém é chamado pela mulher que o acompanha. Ele entra e segue para o quarto.
- Quem era? - indaga
- Um vizinho. - mente
- Então vamos aproveitar o tempo que resta, logo terei que ir embora. - diz se sentando sobre ele
César sorrir e a beija.

Carro -

- Não sei por que me deixei levar pela vontade, e pelo que sinto. Quando o faço só quebro a cara. - diz irritada - Ele não vai mudar. Não vai!
Laura segue para casa, e ao chegar, toma um demorado banho e logo adormece.

Dia seguinte -

Laura desperta cedo toma banho e sai sem tomar café da manhã, o que deixa Josefina sem nada entender, já que a patroa nem se quer se despediu.
Minutos mais tarde, Laura chega à escola, sendo a primeira. Ela segue para a sala dos professores e se senta.
Com seus pensamentos distantes, Laura não se dá conta do tempo que passou até que César gira a sua cadeira, assustando-a.
- O que quer? - indaga seca
- Nem adianta me tratar assim, a culpa do que você viu ontem é sua.
- Você sai sabe Deus com quem e a culpa é minha?
- Não! A culpa é sua por ter aparecido sem avisar.
- Você me pediu para que ficássemos juntos. Então eu fui para conversarmos, pois havia sido grossa com você ontem aqui na escola, e queria me redimir, mas vejo que já tem consolo e companhia, então, pode continuar, finja que nada aconteceu, não irá influenciar em nada o que aconteceu ontem. - responde ríspida
César apenas a olha, e quando ia beija-la, alguém bate na porta. Eles se afastam bruscamente e a aluna entra.
- Desculpe! - pede
- Que isso, Aninha. - sorrir Laura - Precisa de algo?
- A diretora ainda não chegou? - indaga os olhando
- Ainda não. - diz
- Está bem. Mais tarde a procuro. Com licença. - pede saindo
Nesse momento, Bárbara chega.
- Nossa! Chegaram cedo hoje. - os olha - Bom dia!
- Bom dia! - responde Laura e César
- Madrugamos. - sorrir Laura
Os três se sentam para conversarem e logo os professores e os alunos vão chegando.
A manhã passa rápido, e logo chega o horário da tarde.
- Não vejo a hora de chegar às cinco da tarde, quero folga. - diz Bárbara animada
- Nesses últimos meses você está tão animada. - sorrir Laura - Encontrou um passarinho verde? - indaga
- Melhor. - sorrir maliciosa - Estou saindo com César. - diz baixinho
- O que? - indaga pasma a olhando
- Isso mesmo que você ouviu. Estamos ficando há algum tempo.
- Há quanto tempo? - indaga séria
- Acho que uns dois meses. - dá de ombros
- Coisa séria? - indaga
- Não! Claro que não. Ele não quer, e eu também não, estamos nos divertindo, porém o vejo meio distante nos últimos tempos. Acho que está interessado seriamente por alguém.
- Sério? Por quem será? - indaga curiosa - Ele não tem cara de quem se interessa por uma única mulher.
- Não tenho a mínima ideia. Ele não diz de jeito nenhum. Pode não aparentar, mas ele já foi fisgado, porém, acho que ela não o quer.
- Deve ser só impressão sua. - diz
- Não! Eu percebo. A gente se diverte, mas, quando falo de algo sério, só para entrar no assunto, ele desconversa. É como se eu fosse apenas um consolo, sabe?
- Isso te incomoda?
- Não! Mas, queria que ele fosse feliz. Ele merece. - diz - A gente se diverte juntos, porém, nada como estarmos com a pessoa que gostamos.
Laura apenas a olha, e os demais começam a chegar.

Horas depois -

- Finalmente! - diz Bárbara - Tchau para vocês, tenho um jantar, e preciso me arrumar. - diz soltando beijos para todos - Até semana que vem. Bom final de semana. - sorrir saindo
- Está animada. - comenta Laura séria - Estou saindo também. Bom final de semana para vocês. - diz saindo
César a olha sair, e em seguida sai também.

Casa de Laura -

Ao chegar, Laura toma banho e desce para jantar. Ela esquenta a comida deixada por Josefina, abre uma garrafa de vinho e em seguida se senta.
Laura janta sozinha, e em meio aos seus pensamentos, que faz uma retrospectiva de tudo que já viveu até agora, e em meio a esses pensamentos, ela seca a garrafa de vinho.
Após um bom tempo, ela lava a louça, e se encaminha para o quarto, porém, ao subir o primeiro degrau, sua campainha toca. Ela estranha e hesita um pouco em abrir, porém decide fazê-lo. Ela se encaminha a porta, e ao abrir, se depara com uma pessoa não esperada.
- Você? O que faz aqui? - indaga
Tal pessoa não lhe contesta e adentra, agarrando-a pela cintura e a beijando em seguida. Laura não o interrompe, e corresponde ao beijo de forma avassaladora.
Com o pé, tal homem empurra a porta, e a guia até o sofá, onde a encosta sem deixar de beija-la. Laura envolve seus braços e suas pernas no corpo do tal homem, e ele desce seus beijos ao seu pescoço.
- Eu senti a sua falta. - diz ofegante
Laura em silêncio apenas lhe beija o corpo e logo se encaminha para a sua boca.
- Leva-me para o quarto, César. - pede
César a olha e eles segue para o quarto dela.
Ao chegarem, César a deita na cama e em seguida se deita sobre ela. Ele percorre todo o corpo dela com as mãos, e rapidamente com a boca, desnudando-a pouco a pouco.
- Não posso viver sem você, e não quero. - se declara ela
César sorrir e leva sua boca aos seios da mesma, onde os chupa com voracidade, os deixando vermelhos e sedentos.
- Amo-te, Laura! - diz ele e em seguida a beija
Em um momento de fraqueza, Laura o empurra na cama e se senta sobre ele. César a admira e se senta com ela em seu colo. Laura tira a camisa do mesmo, e logo o faz deitar. Ela beija todo seu corpo, e rapidamente retira a calça, e a cueca de César, o deixando completamente desnudo.
Sem pudor, ela lhe toca o membro enquanto um beijo é trocado. César volta a deitar sobre ela, e após lhe rasgar a calcinha, ele a penetra. Laura sorrir e geme com a invasão, enquanto o mesmo se deleita com seus seios e começa suas estocadas.
- Diz que me ama. - pede César com a mão em seu pescoço
Laura balança a cabeça de forma negativa e o puxa para um beijo. César se nega e a penetra com força. Laura sorrir levemente, e leva suas mãos aos próprios seios, os apertando. César perde o controle ao vê-la tão entregue, e a penetra cada vez com mais força e intensidade, fazendo-a gemer de forma descontrolada.
Após algum tempo, César põe Laura de quatro, e volta a penetra-la. Ao sentir a invasão de forma tão bruta, Laura aperta os lençóis pela dor, e solta um pequeno grito. César se debruça sobre suas costas e enquanto a beija, aperta seus seios.
- Esse é seu castigo.
Ele lhe morde o ombro, e em seguida lhe dá uma tapa no traseiro. Laura sorrir e solta um gemido alto. César volta a repetir o ato e a segura-la pelos cabelos.
- Diz que sentiu minha falta. - pede
Laura apenas geme, e César a estoca mais forte. Ela grita, e ele lhe tapa a boca com seus dedos.
- Chupa! - pede
Laura obedece e ele a estimula enquanto a penetra.
Algum tempo depois, Laura chega ao clímax e goza. César sente, e não tardando muito, chega ao seu clímax, jorrando todo seu líquido dentro de Laura que sente escorrer por dentro, e por fora do seu corpo.
Cansados, eles se abraçam.

- #Continua -

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