Encontro Inesperado

By eliene_percilia

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Uma batida pode mudar o destino de duas pessoas. More

Encontro Inesperado
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Aviso
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Informaçāo
Aviso
Informativo
Informativo
Capítulo 23
Comunicado
Informativo
Capítulo 24

Capítulo 13

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By eliene_percilia

- O quê? Você tá louco ou bêbado, só pode! (O que esse cara tá pensando, não vou ficar aqui nem que a vaca tussa!)

- Sugiro que você se acalme, gritar não vai ser bom.

- Gritar não vai ser bom? Vou berrar até você abrir a porta para que eu vá embora. (Me levantei e caminhei até a porta pela qual nós entramos, ele veio logo atrás.)

- O que está fazendo? (Me perguntou assim que cheguei na porta.)

- Vou fazer todo barulho possível para que os vizinhos venham me socorrer! (Disse já dando socos na porta.)

- Para com isso, vai acabar se machucando. (Disse segurando meus braços.)

- Me larga, não me importo de me machucar, quero ir embora e vou.

- Se continuar gritando e alguém vim aqui verificar o que está ocorrendo, direi que você transou comigo feito uma louca e quando viu que eu não queria nada sério com você, ficou louca fazendo um escândalo para tentar me comprometer.

- O que você está pensando, seu babaca? Quer tirar uma de gostosão com a minha cara?

- Olha, só quero que você passe uma noite segura, não vou fazer nada com você, já disse que só faria algo que quisesse. Então para de show e se acalma, dorme aqui esta noite e vai embora assim que amanhecer.

- Você é um babaca querendo se fazer de um cavalheiro, vai se ferrar e abre está porta.

- Continue fazendo esse auê aí, vou terminar meu jantar.

Disse isso, largou meus braços e foi caminhando em direção a sala de jantar. O que esse babaca está pensando? Quero ir embora, não vou ficar aqui! Bati e bati na porta e nada de aparecer ninguém para me socorrer. Me sentei escorando as costas na porta, tinha que dar um jeito de sair dali, ele não é meu pai, meu irmão e muito menos meu amigo para ficar tão preocupadinho com a minha segurança, sei me virar, já cheguei várias vezes de madrugada em casa.

- Está mais calma? (Disse ele entrando na sala onde eu estava.)

- Olha aqui, não sei porque disso tudo, mas não vou mais me desgastar com você. Onde fica o quarto? Preciso descansar.

Me olhou surpreso, não esperava que eu já estivesse menos raivosa. Nem eu pensei que estaria mais calma, mas estou muito cansada e tenho muitas coisas para fazer logo mais, já que passava da meia-noite.

- Bem, já que está mais calma, venha, vou lhe mostrar seus aposentos.

- Argh...para com essa frescura toda.

- Mulher azeda!

- O que disse? Azeda? O que esperava, passei o dia com um babaca e agora sou obrigada a passar a noite aqui porque você quer se fazer de bom moço.

Ele me puxou meu braço, de forma que bati meu corpo de frente para com o dele, segurou-me pela cintura me fazendo ficar colada nele, aproximou seu rosto do meu e olhando fixamente em meus olhos disse:

- Não preciso me fazer de bom moço, estou longe disso, simplesmente sou um cara responsável, estou apenas fazendo com que a senhorita azeda aqui, fique segura por esta noite. Não me importo com o que faz longe de mim, mas não vou deixar com que corra riscos enquanto estiver na minha companhia.

A cada palavra que dizia, sentia sua respiração próxima de minha, seu hálito da sopa que havíamos tomado. O jeito forte com o qual me segurava me fazia sentir um arrepio gostoso pelo corpo, em dado momento já nem estava mais ouvindo o que dizia, estava delirando olhando para aqueles olhos sedutores. Assim que terminou de falar ele me soltou, no mesmo instante senti a falta do calor do corpo dele próximo do meu. Argh...não pensa nisso, nada deste tipo de pensamento, foca!

- Olha, não vou mais me exaltar, você não merece que eu me desgaste mais.

- Os meus ouvidos agradecem, agora me siga!

- Babaca! (Resmunguei.)

- Devo ser santificado por te aguentar, garota!

- O quê? Faça-me rir, eu é que tenho que ganhar o prêmio Nobel por ter aguentado a sua presença o dia todo. (Disse dando gargalhas sarcásticas para ele.)

- Se ficar me maltratando, vou deixá-la dormir no quarto de dispensa.

- Se atreva a fazer isso, arranco sua pele com água quente enquanto estiver dormindo!

- Pelo amor de Deus, você é doente com esses pensamentos psicopatas.

- Não tenha dúvidas de que faço isso, então não se atreva a fazer gracinhas.

Subimos as escadas, no topo dela havia mais uma sala, super confortável e muito bem decorada, passamos por ela, entramos em um corredor e paramos ao final dele.

- Este é o quarto no qual você passará a noite, e o meu este aqui do lado, qualquer coisa é só chamar. (Disse me mostrando as respectivas portas.)

- Não se preocupe, não o chamarei para nada, com licença.

- Tudo bem, mas mesmo assim vou pegar toalhas limpas e algo para vestir para dormir.

- Não se incomode.

Para com isso, sei que assim como eu está cansada precisando de um banho e uma boa noite de sono.

- Ok! Desisto. (Disse erguendo as mãos em sinal de rendição.)

- Daqui a pouco eu volto com as coisas que você precisa.

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