Destroyed Senses

By destroyedsenses

1K 54 0

Passar pela adolescência não é pra qualquer um, precisa-se de uma cabeça bem forte e um estômago de mamute. É... More

Capitulo 1 - "É natal, cara!"
Capítulo 2 - Perdendo o controle
Capítulo 3 - Independência!
Capítulo 4 - Novas realidades
Capítulo 5 - Ciúmes?
Capítulo 6 - Foda-se.
Capítulo 7 - Desapego
Capítulo 8 - Quase uma traição?!
Capítulo 9 - Um favor.
Capitulo 11 - Explicações
Capítulo 12 - Puta coincidência.
Capítulo 13 - Are u ready?
Capítulo 14 - A Festa.
Capítulo 15 - Get the hell out.
Capítulo 16 - Destino praia
Capítulo 17 - PQP... Que porra eu fiz ontem?
Capitulo dezoito - Ilusão da Tia Eva.
Capítulo 19 - "Lar, doce lar..."
Capítulo 20 - "Filho Da Puta"

Capítulo 10 - Conto de fadas torto.

47 2 0
By destroyedsenses

Felipe jogou todas as coisas que havia em cima de um balcão na cozinha ao chão e sentou a ruivinha no mesmo. Pegou cautelosamente o pé que a ruiva reclamava de dores e analisou com cuidado. Era claro que o menino não tinha nenhum tipo de conhecimento médico e estava fazendo aquilo só pra impressionar a garota, a qual estava achando graça na circunstancia atual, porém sentia muita dor pra demonstrar qualquer coisa.

Ella: Para aí, porra. Meu pé ta doendo de verdade e você ta piorando.

Felipe: Desculpe, senhorita. Estava tentando ajudar.

Ella: Obrigada, mas para. Pega gelo ou alguma coisa ai pra eu colocar no pé. Tenho que achar o viado do Eduardo pra ir embora.

Felipe: Falou, vou arranjar aí.

Daniella ficou sentada no balcão enquanto o garoto saiu furtando os copos de todos os bêbados presentes na cozinha e expulsando os que conseguia de lá, e la estava ele com uma bacia cheia de gelo misturado com todas as bebidas de quem ele pegou.

Felipe: Foi o máximo que eu consegui.

Ella: Porra, que cheiro é esse mano? Nossa to ficando com dor de cabeça já.

Felipe: Ah, qual é ruivinha? Para de reclamar e coloca o pé logo aqui.

Ella: Não… Eu não vou colocar meu pé nisso ai.

Ele olhou para o rosto dela e começou a subir sua mão alisando até sua coxa. A Ella que ja estava meio hipnotizada, ficou totalmente louca sem saber o que fazer, seu corpo amoleceu e mesmo sem querer ela já estava quase atacando aquele cara, só não atacou por conta da promessa que ainda tava martelando na sua cabeça.

Ella: Tudo bem, vou colocar meu pé nessa merda.

A menina empurrou o Felipe que se afastou meio desnorteado e estendeu a bacia com gelo e bebidas pra ela.

Felipe: Acho que só com um gole disso aí eu já estaria assim. - ele tinha apontado pra um homem no chão que estava dormindo em cima do próprio vômito. Nojento.

Ella: hahhaha, meu pé vai cheirar a pinga por uma semana, mas que porra.

Felipe: Semana? Tu vai ficar com esse cheiro pro resto da tua vida! hahhaa

Ella: Não, não hahhaha. Te desafio a dar um gole nisso aí.

Felipe: Eu não...vou ganhar o que com isso? Não cara, não.

Ella: Fraco. - olhou ele com esnobe.

Felipe: Me dá essa porra.

Daniella ficou rindo enquanto tirava o pé dormente já de dentro da bacia com nojo e Felipe olhava pra ruiva com desejo, nem pensava no que ia beber, era uma pessoa sem escrúpulos. 

Ella passou a bacia pra Felipe, que não pensou duas vezes e jogou no chão, derramando tudo que havia dentro, enquanto ria da cara de espanto da menina.

Felipe: Infelizmente acabou, nem vou poder te provar nada.

Ella:  Filho da puta! hahahah

Os dois riram muito até um momento em que Ella começou a reclamar da dor no pé de novo. 

Ella: Quebrei a porra do pé.

Felipe: Cala a boca aí, vai.

O menino aproximou-se da ruiva com malícia, tinha posto o dedo indicador sob os lábios dela e a olhava fixamente. A ruiva estremeceu. 

Felipe: Eu tava te olhando a muito tempo, pensando no momento em que a gente chegaria nessa posição.

Ella: Que posição?

O menino não deu ouvido aos protestos de Daniella e praticamente pulou, mas com delicadeza sobre a ruiva, no balcão. Ele abriu as pernas da menina e encaixou-se calando a boca dela com uma mão livre. Ella falava por entre os dedos do homem, mas ele não queria saber, estava destinado a tê-la ali e agora.

Felipe: Nessa posição.

Felipe mordia o pescoço da menina enquanto subia o vestido preto dela para a cintura. Ella batia nele com suas mãos livres e mordia a mão que estava na boca dela. A ruiva não queria ficar com aquele homem. Ela não queria quebrar a promessa.

Já Felipe não se importava com nada que ela quisesse ou não, ele puxou o vestiu, que era tomara-que-caia, de Daniella pra baixo, deixando amostra seus peitos e levou sua boca pra lá, esquecendo-se da mão que tapava a boca de Daniella, que começou a gritar com repulsa do cara.

Ella: SOCORRO! Sai daqui seu viado filho de uma puta, me deixa em paz. SOCORRO! ALGUÉM PELO AMOR DE DEUS!

Felipe buscou a boca da menina com a sua e alcançou, dando-lhe um beijo forçado sozinho, com bastante brutalidade. Esqueceu seus falsos modos delicados e rasgou uma parte do vestido da menina que não queria subir até onde ele precisava pra alcançar a calcinha vermelha da ruiva. Ainda fissurado no seu ponto principal, esqueceu novamente de tapar sua boca e, como a menina não é nada idiota, Ella começou a gritar desesperadamente de novo.

Ella: CARALHO, SOCORRO… ALGUÉM ME AJUDA, POR FAVOR. SOCORRO! Para, por favor, Felipe, para. Tá me machucando. - a menina já estava tão desesperada que gritava e chorava ao mesmo tempo.

Ella: SOCOR…

Felipe: Caralho, CALA A BOCA PORRA! Puta que pariu, ninguém vai te escutar não, linda. Você só ta me deixando surdo.

Ella: Para de ser um idiota, cara. Você tem várias putas aqui pra fazer isso, por que eu? Para com isso, porra. To com pé quebrado… e… e… SOCORRO…

Felipe: Já falei pra você calar sua boca, não vou mais gastar meu tempo contigo, só quero acabar com o que comecei.

Ella: SOCORRO, ALGUÉEEEM ME AJUDAA!

O Felipe realmente estava muito puto, já não aguentava mais ouvir a voz da Ella, ele queria fazer ela perder todos os seus sentidos ali naquele balcão, mesmo que a força, mesmo que ela não quisesse, hoje ela iria ser dele, só por hoje.

Felipe: CALA A BOCA PORRA - Ele levantou a mão pra bater nela- SE VOCÊ NÃO CALAR A PORRA DESSA BOCA AGORA…

…: VOCÊ VAI FAZER O QUE SEU FILHO DA PUTA?

Aquela voz entrou como uma música nos ouvidos de Daniella, por incrível que pareça, assim que se deu conta de quem era enxugou suas lágrimas e parou pra confirmar sua percepção, ficou simplesmente abismada a ver aquele garoto, cara de maconheiro, cabelo bagunçado, um cigarro no canto da boca, completamente bêbado na porta da cozinha. Sim, era o Dudu.

Dudu: O que você vai fazer idiota? Fala agora, ta com medo filho da puta? - ela falava com uma arrogância rouca na voz, Ella estava prestes a dar pulinhos com seu pé machucado, até que ele virou seu olhar pra ruiva - Ella sai dai agora.

Ella: Eu não posso, acho que quebrei meu pé

A garota estava em prantos, até tentou levantar e sair de junto do Felipe, mas sentiu uma pontada forte de dor no pé que já não estava mais dormente.

O Felipe abriu a boca pra falar alguma coisa mas foi interrompido com os socos e pontapés do Dudu, que não deu tempo nem do adversário pensar. A ruiva já não estava entendendo mais nada, só fazia chorar e pedir pra parar, pra tudo acabar. Contudo situação estava ficando bem mais séria, começou a rolar sangue Ella já não sabia se era do seu agressor ou seu salvador, estava desesperada e começou a gritar de novo.

Seus gritos chamaram atenção de um pessoal que estava próximo a cozinha, vários caras foram chegando pra separar os dois, mas sem muito resultado. Só fizeram aglomeração e aumentaram o tamanho da briga, a Ella cansou de ficar parada sem poder fazer nada, foi mancando e segurando seu vestido, todo rasgado, até a parte da festa onde havia mais gente, pra tentar avisar a alguém o que estava acontecendo la dentro.

Mas sabe como é, né? Um monte de pessoas bêbadas vendo uma garota semi-nua não iam dar muita moral.

Ela pegou o celular de um inútil que estava deitado no chão e chamou a polícia. Em questão de minutos os policiais chegaram, acabaram com a festa e principalmente com a briga. Muita gente foi presa e deu uma boa confusão pra dona da casa, que se não me engano era uma tal de Pâmela  Mas graças a Daniella, antes que os policiais entrassem Ella e Dudu já estavam fora da casa.

Depois que toda aquela loucura acabou, a Ella e o Dudu sentaram-se na calçada do outro lado da rua após o beco que eles passaram. A guria estava completamente perdida sem saber o que pensar, fazer, como se desculpar ou agradecer para ser cordial com o garoto. Mas ela sabia exatamente o que deveria fazer pra aliviar o que estava sentindo.

Daniella simplesmente olhou o Dudu e independente de quão sujo ele estava de sangue ou bêbado ela puxou o rosto dele pra si e deu o beijo mais sincero que já dera. Beijou o garoto como se nunca tivesse beijado alguém antes e, com certeza, foi totalmente correspondida. Em poucos segundos já estavam rolando pela calçada.

Era incrível a conexão que aquele casal tinha, apesar de se “odiarem” esse seriam casal perfeito para a aplicação do famoso ditado: ”Os opostos se atraem”

Dudu: Vai com calma, ainda to todo dolorido.

Ella: Que se foda.

Daniella estava por cima do garoto que respirava com dificuldade e contorcia o rosto com cada toque bruto da ruiva, mas o prazer daquele momento entre os dois superava a dor física. 

Dudu: É, que se foda.

Ambos deram uma pequena risada e continuaram rolando na calçada. Dudu não faria nenhum esforço se quisesse retirar o vestido da ruiva, ele estava praticamente caindo do corpo dela, mas a menina estava tão colada com o corpo dele que de algum modo ainda mantinha o vestido no corpo. Eduardo beijava a ruiva com voracidade enquanto a menina aproveitava-se de cada parte da boca do menino, ela mordia devagar, sem pressa, seus lábios e brincava com a língua de Dudu, que achava bem engraçado o modo como a ruiva lhe dava com as coisas. Eles só paravam para respirar, nenhum dos dois imaginava o quanto a boca de ambos se encaixavam tão bem.

Pra Ella, Dudu transmitia uma sensação de paz, sossego. Já pra Eduardo a menina lhe transmitia um fogo, uma paixão muito ardente, que o deixava ansiando por mais cada vez que ela separava seu corpo do dele. Ambos não se saciavam só com beijos e logo Dudu encontrou a calcinha vermelha da menina. Ele já estava conseguindo abaixá-la tão desesperadamente que produzia arrepios em Ella, que fechava seus olhos curtindo o momento. 

Mas alguma coisa tinha que estragar.

Ou alguém…

Matthew: Ora, se não e a ruivinha da cafeteria…

Ao ouvir aquela voz, Daniella notou a situação constrangedora em que se encontrava, estava seminua no meio da calcada e agarrada com o menino que ela supostamente odiava. Não importou-se de estar com o Eduardo, mas sim com o filho da mãe que estava interrompendo ela.

Dudu: É?

Ella sentiu um ódio grande pelo tal cara, primeiro por que ele deixara a amiga na merda e segundo por que ele estava tentando interromper ela. Quem ele pensava que era pra interrompe-la em um momento daqueles? Deus? Ela nem conhecia aquele homem pra receber quaisquer cumprimento dele, ainda mais numa situação daquelas. Ella já ia tomar uma atitude, mas Eduardo foi mais rápido, estava de pé, tonto, bêbado, drogado mas apertou a mão do tal Matthew.

Ella demorou a entender, mas ao parecer Dudu era amigo do cara.

Ella: Vocês se conhecem? - falou vestindo rapidamente a camisa do Eduardo e ajeitando o que sobrava da parte de baixo do vestido.

Dudu: Quem você acha que pagou para ele ficar com a baixinha? - Dava para notar que o garoto não sabia o que dizia, mas dizia a verdade, o homem assumiu um leve tom corado quando isso foi revelado e passou a encarar o chão.

Ella: Como é que e Eduardo? Acho que não estou entendendo… Não acredito nisso… Você tá me dizendo que… Calma… O QUÊ? - Falou sentindo um fogo diferente da paixão subir pelo seu corpo, o mentiroso filho da puta pagara para um Deus grego ficar com a amiga, sinceramente, o que ele tem na cabeça? Qual era o sentido daquilo? O que Eduardo realmente queria com isso?

Dudu nada respondeu, simplesmente sorriu para lua e esticou a mão chamando um taxista, Ella percebeu nesse momento que havia vários ali, provavelmente dormindo, fumando, ou assistindo a cena. Um com cara de safado sorriu e se levantou murmurando ”deixa comigo” para os companheiros, Eduardo colocou uma Ella indignada dentro do táxi e sem se despedir do Matthew deu o endereço do Gui para o homem.

 Dudu:  Então, gata, onde vamos continuar? - perguntou o garoto com a voz trêmula, definitivamente ele não estava bem, Ella por mais zangada que estivesse, decidiu levar-lo para dentro de casa e acomodá-lo ele em um colchão inflável. O menino sem nem reclamar, caiu no sono roncando alto.

Ella subiu para seu quarto e entrou no banheiro, tirou a camisa de Dudu e o que sobrou de seu vestido, jogou no cesto de roupa suja, houve um barulho metálico e Ella pegou sua bolsa embolada no vestido, retirando de lá o celular do guitarrista, mas não achou o dela de jeito nenhum. Ella não se importou com a perda do objeto, pois era só um celular, amanhã procuraria direito ou compraria outro.

Depois de um banho demorado a ruiva se vestiu com a camisa do Dudu e um short folgado, pegou o celular dele e desceu. Encontrando o garoto na mesma posição, deitado e roncando. Ella decidiu tirar proveito da situação. Pegou um short e uma camisa velha do Gui e tirou a calca do guitarrista, com esforço enfiou o short do Gui, já a camisa foi, mas fácil. Claro que ela não estava fazendo isso pensando no conforto dele… Deu uma olhada na sala, o Gui e a Duda no sofá, um dos quartos trancados, onde certamente estaria a Ana e o Caio.

Sorrindo levemente subiu e dormiu.

    No dia seguinte Eduardo acordou com uma roupa que não era dele, estranhou a primeira vista, mas ao pensar duas vezes foi relembrando de tudo que acontecera no dia anterior, ou quase tudo, pois ele estava muito bêbado. Vestiu suas calcas, sentindo que seu celular estava dentro de um dos bolsos, e sem olhar diretamente para nada, saiu.

Andando pela rua, ele tentava forca a sua memória a ir mais além de estranhos borrões, sem saber por que, ele sabia que algo fora do normal tinha acontecido na noite anterior, tudo que ele se lembrava era de várias garotas e uma ruiva sem rosto gritando, uma briga grande, viaturas policiais, e ele se pegando com alguém que estava com calcinha vermelha.

Ao passar na frente do consultório medico em sua rua ele viu Ella sair acompanhada por Gui e Duda, ele estranhou a cena ate ver que a ruiva estava com um pé engessado, ele se lembrava de ter levado ela para uma festa, e pensou se fora ele que causara aquele estrago. Ele passou tentando não ser notado pelos amigos, mas mal dera dois passos e a voz da baixinha ecoou em seu ouvido

Duda: Quando você vai falar com ele, Gui?

Claro que ela estava se referindo ao Eduardo, pelo jeito em que ela fuzilava o garoto com o olhar enquanto falava.

Gui: Bem lembrado.

Eduardo percebendo que estava encurralado se sentou em um banquinho que estava próximo.

Gui: Posso sentar?

Dudu: Pode… - o garoto falou isso contendo um sorriso e assim que o amigo se sentou ele se levantou e saiu andando. Mas o Guilherme não estava para brincadeirinhas bobas típicas do Dudu e saiu andando atrás dele.

Gui: Quero saber para que porra de lugar você levou a Ella.

Dudu: Nem falei com a garota. Cara, ela é bem grandinha sabe… Vai a qualquer lugar sozinha…

Gui: Cara eu não sou idiota. Ela estava vestindo a camisa que você usou ontem, qual foi? Abre o jogo pô.

Dudu: Não sei do que você esta falando… - e saiu novamente andando ignorando os protestos do amigo, quando já estava bem longe olhou para trás ainda tentando decifrar o que acontecera na noite passada…

Enquanto isso, uma baixinha tentava acalmar um garoto que apoiava uma ruiva com pé quebrado. Guilherme fora andando ate sua casa de cara fechada e sem dizer uma única palavra, teve uma hora que ele cansou de andar devagar por causa da Ella e pegou ela no colo e saiu andando rápido, com passos pesados ignorando a Duda que fingia não saber nada que rolava. Guilherme ficara indignado pela grande demonstração de amizade dada por Eduardo, porra, amigo e para essas coisas, o garoto jurava que conhecia Dudu bem e que o guitarrista confiava nele, ele nunca se importava com o fato de Eduardo nunca lhe contar nada, mas esconder o que tinha acontecido é foda, né?

Ella chegou em casa com a cabeça vazia, vagando por lugares em que a garota nem se tocava que existia, mas então o celular da Duda que estava no seu bolso tocou, dando na garota um susto, por puro reflexo, sem se tocar que o celular era da amiga, não dela, ela apertou o botão verde e falou.

Ella- Alô?

Felipe- Então quer dizer que você tem dois celulares?

Aquela voz… Ella tirou o celular do ouvido e viu no identificador de chamada "Ella ligando". Pronto, agora fodeu, ontem era Ella com o celular de Eduardo, agora era um maníaco com o celular dela.

Felipe: Juro que eu não sei o que faço com o seu celular, não sei para quem eu ligo primeiro, mãe?… pai? Não sei, quase fui preso por sua causa garota mimada e o puto do seu namorado quase me matou. Você vai ver o que pode acontecer com garotinhas mimadas.

 Ella não conseguia pronunciar mais nenhuma palavra, seus pensamentos voaram para a noite passada para as marcas que o puto deixara em seu corpo e para o ódio que sentia ao ouvir aquela voz.

Continue Reading

You'll Also Like

132K 11.5K 16
Liam e Theo ficam presos no apartamento do mais velho por conta de uma nevasca, e agora terão que enfrentar seus sentimentos. #1- Thiam • 07/02/2019
1K 89 56
Aqui contêm todas as dores,pensamentos e o refúgio de duas adolescentes. ⚠Pode conter gatilho⚠ Sejam bem vindos ao Rosa Ensanguentada. •|Também post...
13.1K 1K 7
• • • • • 𝐃𝐎𝐋𝐋 • ❝𝐁𝐑𝐈𝐍𝐐𝐔𝐄𝐃𝐈𝐍𝐇𝐎𝐒❞ ⠀⠀⠀⠀ ❝'𝐂𝐚𝐮𝐬𝐞 𝐲𝐨𝐮 𝐡𝐨𝐥𝐝 𝐦𝐞 𝐥𝐢𝐤𝐞 𝐚 𝐦𝐚𝐧 ⠀𝐈𝐧 𝐚 𝐰𝐚𝐲 𝐈'𝐯𝐞 𝐧𝐞𝐯𝐞𝐫 𝐟𝐞𝐥...
5K 1.6K 52
Quando se é criança tudo parece possível, voar como os super-heróis, respirar embaixo d'água como os peixes, ter um dinossauro verde e até pedir para...
Wattpad App - Unlock exclusive features