A Inimiga da Morte

Da RubeniaBernardo

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As pessoas estão certas quando dizem: "Tenha cuidado com o que fala, pense bem antes de dizer algo, palavras... Altro

Capítulo 01
Capítulo 02
capítulo 03
desabafo.
capítulo 04
capítulo 05
capítulo 06
capítulo 07
Certa Intriga
Capítulo 08
Capítulo 09
Desgosto
capítulo 10
Capítulo 11
conselhos
capítulo 12
capítulo 13
Mentiras
capítulo 14
capítulo 15
Incredulidade
capítulo 16
capítulo 17
Arrependimento
capítulo 19
Solução
capítulo 20
Capítulo 21
Situação
Capítulo 22
Capítulo 23
Egoísmo
Capítulo 24
Capítulo 25
Desespero
capítulo 26
capítulo 27
Esclarecimento
Capítulo 28
Capítulo 29
Mudança
Capítulo 30
Capítulo 31
Receio
Capítulo 32
capítulo 33
Amizade
capítulo 34
capítulo 35
Palavras
Capítulo 36
Capítulo 37
Dúvidas
Capítulo 38
Capítulo 39
"Meu anjinho Micael"
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 42
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Capítulo 49
Capítulo 50
Capítulo 51
Capítulo 52
Capítulo 53
Capítulo 54
Capítulo 55
Nunca É Tarde
Elenco

capítulo 18

19 3 0
Da RubeniaBernardo


- nossa! Já são 4:40hrs! Esse meu sonho, quer dizer, pesadelo, durou a noite toda! - fiquei confusa e amedrontada. - preciso ver se mamãe está bem.

Levantei da cama e calcei minhas pantufas, e fui em direção a porta que dava ao corredor.

Quando a abri, visualizei o local antes de sair.

"Tudo limpo" - pensei.

Eu estava parecendo que estava naqueles filmes de suspense e ação sabe, que o personagem fica se escondendo atrás das coisas.

- ai que ridículo o que estou fazendo! - me repreendi.

Caminhei para a frente do quarto que meus pais dormiam.
E lentamente, abri a porta. Não estava trancada. Isso é estranho. Mas ignorei, apenas entrei no quarto. Olhei na cama, eles não estavam lá. Franzi o cenho.

- ué!? Cadê meus pais? - me perguntei intrigada.

Saí procurando eles em todas as partes, closet, sacada, até embaixo da cama!

Espera! Não olhei o banheiro!

Fui em direção ao banheiro e girei a maçaneta, mas a porta não abriu.

- Ops! Acho que não devo olhar aqui. - falei baixo já pensando o que poderia está se passando naquele banheiro "suíte".

Me virei para sair daquele quarto, foi então que a porta abriu. Dei meia volta animada, mas não havia ninguém ali, a porta abriu sozinha. Resolvi ir até a porta.

- pai? Mãe? - chamei. Mas ninguém me respondeu.

Então entrei e o que vi foi a pior coisa que uma garota qualquer não aguentaria ver.

Dei um grito e comecei a chorar.

Minha mãe estava morta dentro da banheira cheia de sangue. O seu corpo estava dilacerado.

E meu pai também estava morto, sem seus olhos. E seus membros estavam jogados em toda a parte do banheiro.

Ele estava com a boca rasgada e seu maxilar estava deslocado fazendo com que sua boca ficasse enorme.

Eu gritava de desespero, e chorava bastante. Pode ter certeza, que a pior coisa do mundo é você ver seus pais mortos daquele estado. Eu não estava aguentando ver aquilo nem por mais um minuto então virei minha cabeça e pude notar no espelho uma frase feita com sangue fresco, ainda escorria, e que dizia assim:

"You will be the next!"

- o que quer dizer isto? - me perguntei entre lágrimas. Foi quando algo me agarrou por trás e uma voz grossa e amedrontadora disse:

"Pode deixar que te mostro! "

Meu corpo começou a balançar descontroladamente e ouvi uma voz chamando outra vez meu nome repetidamente. Mas dessa vez gritava.
- Emmicaa! Emmicaaa! - chamava. - Emmicaaaaa! - dessa vez deu um forte grito.

- ahhh não me mate por favor! Eu prometo que nunca mais ofendo os mortos! Me devolva meus pais! Me devolva meus pais! - berrei atordoada e me debatendo na cama.

- que história é essa menina?

- ham? Como? O que? Não! Isso só pode ser outro pesadelo! - resmunguei confusa.

- Qual é garota! Estou tão feia assim!?

- Não! Sei lá! - trocava as palavras. - você não está morta!?

- você já viu mortos falarem Emmica?

-  Já vi si... - parei. Ela não podia saber. - não! Nunca vi! Mas...  cadê papai?

- Ele está se arrumando.

- ahh sim. - suspirei aliviada. - ainda bem que ele não morreu!

- Não! - ela arregalou os olhos.
- menina você está me assustando.
De onde você tirou essa ideia?!

- Não sei. Mas eu quero que você me faça um favor. - pedi pensativa.

- O que é que tu queres em? - perguntou mamãe revirando os olhos.

- É meio bizarro o que vou pedir, quer dizer, é beeem bizarro. Mas... Dá para você me beliscar?

- Isso é ridículo! - falou exaltada.

- por favor mãe! - pedi juntando as duas mãos.

Então ela beslicou meu braço.

- aaaaii! Doeu! - gritei.

- Olha garota. Se você continuar com essas coisas estranhas, eu juro, que ao invés de te dar um beliscão, eu vou te dar uns tapas!

- Tá, tá. - assenti alisando meu braço, tentando amenizar a dor.

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