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Sinto a turbulência do avião a aterrar. Cheguei a Paris. Agora perguntam o que faço em Paris? Bem vim cá passar uns meses visto que tenho cá casa de férias.
Saiu do avião e vou em direção ao aeroporto, vou até ao kioske mais próximo e peço um sumo de laranja natural e uma tosta mista, visto que ainda são 7 da manhã. Sento-me e vou ao meu e-mail ver se tenho algum mail de algum cliente. Trabalho em marketing, por isso posso viajar e andar por onde quiser porque para trabalhar basta-me ter um portátil na mão.
Olho ao mu redor e reparo numa rapariga ruiva de olhos verdes, linda, encostada a uma parede com um ar assustado. Levanto-me e vou em direção a ela.
- Olá, sou o Dylan, estava ali sentado e olhei para ti mas pareceu-me não te estares a sentir bem. Está tudo bem?
- Sim...Não, não está. Aquele homem ali está me a perseguir desde que o avião aterrou.
- Homem? Que homem? Eu não vejo nada.
- Aquele ali - aponta ela - que se está a rir para nós!
- Eu não estou a ver nada. Acho que não te estás a sentir bem. Anda comigo.
Mal toco nela para a ajudar a andar, sinto uma corrente gelada a subir por mim acima.
Sentámo-nos numa mesa.
- Posso saber o teu nome?
- Holland.
- Então e o que fazes por aqui? Estás sozinha?
- Eu sou de cá e sim estou sozinha. E tu?
- Eu vim cá passar umas férias, tenho casa cá por isso de vez em quando passo cá uns meses... Mas já estás melhor? A sério que não vi homem nenhum!
- Sim já está tudo bem, obrigada... Deixa estar, devia só ter sido impressão minha. Bem vou andando porque ainda tenho umas coisas para fazer. Gostei de te conhecer...
Levantamo-nos os dois e depedimo-nos com dois beijos no rosto, e lá sinto eu outra vez aquela corrente.
Mas que raio será isto?!
Fui em direção à praça de táxis e entrei no primeiro que vi.
- Bom dia. Para onde deseja ir?
- Bom dia, leve-me para a rua xxxxxxxxxxxxxxx.
...
Finalmente chego ao meu apartamento. Já não vinha cá desde o ano passado, mas ainda continua intacto como o deixei.
Subo e vou em direção ao quarto. Pouso as malas num canto e vou tomar um duche.
Acabo de tomar o duche, visto uma roupa prática e vou dar uma volta pelas ruas de Paris.
Vou em direção ao elevador e vejo a Holland.
- Holland? Aqui?
- Dylan? Sim é aqui que eu vivo (risos)
- A sério?! Eu também, então somos vizinhos. Ias sair agora?
- Sim ia comprar alguma coisa para comer, não em apetece estar a cozinhar.
- Então queres vir comigo? Eu ia dar uma volta por ai e ia comer qualquer coisa por aí.
- Não, não te quero incomodar.
- Não incomodas, assim fazes-me companhia. Aceitas?
- Está bem eu aceito!
Saímos os dois e vamos até à Torre Eiffel e a seguir vamos até à Catedral de Notre-Dame... São sítios incríveis para se visitar e eu adoro lá ir cada vez que cá venho.
- Este sítio é maravilhoso!
- Pois é.
...
Deixei agora a Holland em casa e subi para a minha. Subo até ao quarto, visto o pijama e vou até à cozinha preparar um snack, já estou cheio de fome com tanta caminhada.
A Holland parece ser uma rapariga 5* mas é um bocadinho estranha... Ainda não percebi aquilo do homem... Mas pronto vou ter de esquecer sem perceber (risos).
...
Mais um dia de passeio pela linda cidade de Paris.
Levanto-me, tomo um duche e visto uma roupa casual. Desço, tomo o pequeno-almoço e saiu.
Apanho o elevador e vou até ao rés-do-chão.
Hoje está um dia lindo!
Avisto alguém no fundo da rua rodeado de uma enorme multidão, ando mais um pouco e vou ver o que se passa.
Chego e adivinhem quem era?
Sim é isso mesmo que estão a pensar! É a Holland novamente com uma crise de alucinações.
Não percebo o que ela tem, mas que não é normal, não é! Mas eu hei-de descobrir!
- Saiam! Nunca viram ninguém a sentir-se mal?! Em vez de andarem aí a rirem-se e a tira fotografias, já alguém parou para pensar se ela precisava de ajuda?! Já alguém ligou para o 112?! Pois, não! Então bazem!!
Pego nela e levo-a em direção a um café que estava escondido numa pequena e parada rua, o que não é na habitual!
- O que se passou, Hollad? Porque é que tens estas crises? Já foste ver o que isso poderá ser?
- Eu não sei porque é que isto me acontesse! Mas eu sei que me sinto perseguida e oiço vozes na minha cabeça a pedirem-me ajuda mas algumas eu nem sequer consigo perceber o que querem...
- Tens de ir a médico ver o que se passa contigo, não podes andar assim.
- Eu sei, obrigada por me ajudares, a sério.
- De nada. Mas tu não tens ninguém aqui? É que vejo-te sempre sozinha
- Não, não tenho... Tenho de ir beijos.
Algo nela parecia incomodá-la, no momento em que lhe questionei se vivia sozinha a face dela mudou completamente. Ficou estranha. Muito estranha.
Eu não percebo, ela parece ser espetácular, mas esconde algo dentro dela que acho que nem ela própria sabe o que é....
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OLÁ, SEI QUE O CAPÍTULO NÃO É MUITO GRANDE MAS AINDA É O PRIMEIRO E EU QUERIA PUBLICAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, POR ISSO AQUI ESTÁ ELE!
ESPERO QUE GOSTEM!
BEIJINHOS!