Undefined Love || J.B

ClaraAlmeida99

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Era só mais uma aposta... Era só mais uma brincadeira entre o capitão de equipa de futebol da Glen View High... Еще

| 50 or 0 |
| What Did He Want? |
| Game On |
| Be Confident |
[House]
| Want Some Ice? |
| Excuse Me? |
| What Are You Doing? |
| Get Out |
| Not Your Business |
| Can U Stop? |
| Are You Okay? |
| Have You Been Crying? |
| The Emergency |
| Do I Remind U Of Him? |
| I Have Rights |
| He Deserved It |
| His heart is shattering without her |
| When The Sun Goes Down |
| What are you doing here!?|
| It Isn't Safe |
| She's Not The One I Want |
| You Don't Have To Be Afraid |
| Everyone Knows! |
| You Fell In His Game |
| Mom... Please, Don't Cry. |
| I Want You. |
| I Won't Let You Go |
| With you, everything seems right. |
| Don't You Dare Get Near Me. |
| Are You Crying? |
| Calm Down, Princess |
| They Are In It Together |
| Where Do You Think You're Going? |
| It Can't Be. |
| Let Me Go! |
| That's Enough |
| I'm Still Here |
| Hangover | Part. 1
| Hangover | Part.2
| Is She Home? |
| I'm A Monster |
| Police Station |
| Dummer Than I Thought |
| Don't Go |
| She's Lying, Right? |
| How Can You Stay So Calm?! |
| I'm Leaving. |
| Please... Stay. |
| I Hate Goodbye's. |
Epilogo
Aviso
Questões & Respostas [Novidades]

| She Makes Me Feel Some Type Of Way |

362 30 1
ClaraAlmeida99

Notas iniciais:
Vejam ao longo do capítulo.
Look 1: http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2013/02/20/article-2281571-17F2611E000005DC-307_634x750.jpg
Look 2: http://www.polyvore.com/cgi/img-thing?.out=jpg&size=l&tid=68801855

Quando os meus olhos captaram e processaram a figura, que tinha acabado de sair da porta principal do aeroporto, começaram a brilhar de felicidade:

- Jaytlin!

Gritei quando a vi a ser pousada no chão pelo general. Sem demoras, levantei-me do chão e apreciei-a de longe:

- Jaytlin!

Gritei mais uma vez de modo a chamar a sua atenção.

Assim que os seus grandes olhos azuis encontraram os meus, vi o seu sorriso brilhante a formar na sua face. Ah... Aquele sorriso que eu tanto amava estava finalmente de volta. Não conseguindo aguentar mais, corri o mais rapido possível na sua direção enquanto ela fazia o mesmo:

- Justin!

Exclamou a Jaytlin quando finalmente peguei nela pela cintura, rodeando a no ar de felicidade, logo de seguida encaixando-a nos meus braços.
" Minha menina. " sussurrei apertando-a com força.
" Obrigada Deus... " Murmurei para mim mesmo com lágrimas a cair pelo meu rosto. Sentir os seus braços finos e pequenos no meu pescoço fazia-me suspirar de alívio. Quando me senti satisfeito com o abraço, olhei para ela:

- Eu tive tanto medo, mano. - sussurou enquanto olhava para mim com os olhos marejados.

- Eu também, princesa, eu também.

- Mas, não chores. - disse, passando o seu pequeno dedo pela minha bochecha, limpando, assim, as minhas lágrimas com carinho.

- Já está tudo bem. - disse para convencer a mim mesmo.

- Sim. Está tudo bem! - disse ela sorrindo. - A mamã?

- Está em casa à espera de ti.

- Então vamos embora!

Sorri e abanei a cabeça como sinal de concordância. Quando estava preparado para ir embora, reparei no meio da multidão em um indíviduo algemado, que estava a sair do edifício acompanhado por três polícias a dirigirem se para o seu veículo. Involuntariamente, troco olhares com o indivíduo e apercebo-me de quem se tratava:

- ISTO NÃO VAI FICAR POR AQUI! - gritou o Jeremy ao olhar para mim. - EU VOU ME VINGAR!

Pus a mão na cabeça da Jaytlin de modo a ela não olhar para o Jeremy de novo. Não queria que ela visse o seu pai biológico naquele estado, apesar de ele merecer todo o ódio que recebe de minha parte:

- Ele nunca mais te irá magoar...

- Prometes?

Depois de vê-lo a entrar para dentro do carro da polícia, respondo:

- Prometo. - sorri, abraçando-a mais uma vez.

No fim do abraço, vi uma equipa médica aproximar-se de nós:

- Boa Noite, Sr. Bieber. Desculpe incomodar, mas é protocolo examinar a vitima para certificarmo-nos que esta tudo bem com a sua saúde.

- Mas eu quero ir para casa! Eu quero ver a mamã! - reclamou a Jaytlin, um pouco aflita.

- Os médicos vão só ver se está tudo bem contigo, ali na ambulância e depois vamos embora, esta bem? - disse, olhando para os seus olhos.

- M-Mas vai d-doer?

- Não, querida. - disse a médica. - Apenas queremos ver se está tudo em condições contigo, pode ser?

- S-Sim...

- Olha, no fim, se te portares bem, recebes um presentinho.

- Yay!- respondeu ela, animada.

- Obrigada. - disse para a médica, sorrindo.

- Não há problema. Apenas iremos demorar cinco minutos.

Disse a mesma enquanto eu entregava a Jaytlin para os seus braços. Logo de seguida, as duas caminharam em direção à ambulância onde começaram a examiná-la. Sabendo que a minha irmã estava em boas mãos, comecei a olhar ao meu redor até que finalmente a vi.

Lá estava ela, sorrindo com os olhos brilhantes, mas ainda com os braços cruzados. E cá estavamos nós, olhando um para o outro, a poucos metros de distância rodeados pela confusão dos carros de polícia e da multidão de gente, que finalmente tinha a oportunidade de sair do aeroporto. Por incrível que pareça, eu apenas via ela nitidamente no meio de tudo.

Os seus olhos verdes claros conectados nos meus tinham o poder de fazer com que todo o barulho passasse a ser apenas pequenos murmuros enquanto que as pessoas já não eram pessoas, mas sim, meros vultos.

Depois de longos segundos, ela acenou e lançou outro sorriso enorme e envergonhado, completamente irresistível, trazendo uma onda de calor por todo o meu corpo, que me deixava inquietamente feliz. Era estranho para mim o tamanho de desejo que eu conseguia sentir com apenas um olhar ou sorriso dela. Não falo de um desejo sexual e regular, mas sim de um desejo inocente e autêntico. Eu precisava de algo... E não fazia questão de esperar nem mais um segundo, por isso, caminhei até ela e não parei até chegar ao ponto de proximidade, que fez com que ela levantasse as sobrancelhas, confusa:

- Justin, o que que estás a fa--

Sem oportunidade de acabar a sua frasem juntei os meus lábios nos seus, rezando para que ela retribuisse.

As minhas preces foram correspondidas quando senti as suas mãos a rodearem o meu pescoço, puxando-me para um beijo mais profundo e intenso.

Quando estava prestes a pedir permissão para a minha língua entrar em ação, ela separou os nossos lábios, rindo envergonhada para o chão.  Para quebrar a vergonha, levei a ponta do meu dedo para o seu queixo, levantando-o, de modo a conseguir encará-la. De seguida, pus as minhas mãos na sua cintura e depositei um beijo suave nos seus lábios carnudos, fazendo com que as suas mãos deslizassem para o meu peito. Logo, separamo-nos mais uma vez, apoiando as nossas cabeças, uma na outra, enquanto tentávamos controlar as nossas respirações:

- Uau... - suspirou ela com as bochechas vermelhas.

- Uau, certamente... - murmurei.

(»»)

- Mãe? Estás acordada? - perguntei, assim que chegamos em casa.

- Mamã?

Logo a seguir, sentimos os passos rapidos e pesados da minha mãe a dirigir-se para as escadas:

- Jaytlin?!

Exclamou ela, com os olhos em água, por ver a sua menina sã e salva:

- Mamã!! - gritou ela de entusiasmo.

Ambas correram uma para a outra e quando finalmente se encontraram, enrolaram-se num abraço longo e intimo enquanto a minha mãe não fazia questão de controlar as suas lágrimas:

- Pensei que te tinha perdido... - soluçou ela enquanto acariciava o cabelo da filha. - Obrigada Deus...

Fechei os olhos de alívio e satisfação por ter, finalmente, a minha família reunida.

Foi impossível controlar o meu sorriso com a visão da minha mãe e a minha irmã felizes nos braços uma da outra. No meio daquela excitação toda, ouvi alguém a snifar o seu nariz. Olhei para o lado e era a Safyra, que se encontrava lavada em lágrimas:

- Cuidado, ainda vais inundar a nossa casa. - murmurei enquanto sorria.

Logo que esta ouviu a minha voz, olhou para mim e desviou logo o olhar, limpando rapidamente as suas lágrimas e passando a sua mão pelo seu nariz:

- Cala-te. - respondeu ela, rindo.

- Queres um lenço?

- Não... Eu estou bem. - falou a Safyra, encolhendo os braços.

Sorri de forma simpática e logo pus um dos meus braços à volta do seu pescoço, puxando-a para perto de mim. Roçei a minha mão no seu ombro, de modo a confortá-la. Ela enterrou a sua cara no meu peito, fazendo com que os meus braços agarrassem nela por completo:

- Não chores mais. - sussurei, tentando olhar para a sua face mas essa continuava enterrada.

Eu podia sentir que as suas lágrimas não eram apenas emoção do reencontro, que estava perante nós. O seu choro, mais uma vez, tinha outro motivo. Provavelmente, este cenário tinha recordado a sua mente do quão importante é a sua família e o quanto ela gostava de estar com eles neste preciso momento.

Com este pensamento, apertei-a contra o meu peito, quase esmagando-a, de modo a obter uma reação:

- jUSTIN - guinchou ela, causando me uma boa gargalhada.

Assim que senti ela a sorrir, larguei-a:

- Porquê que tens de ser tão idiota? - disse entre o seu riso.

- Só para puder te ver sorrir.

Ela sorriu e eu sorri de volta. Separamo-nos quando ouvimos a voz da minha mãe:

- Por onde andaram? Eu estava tão preocupada!

- Desculpe, Sra. Pattie.

- É uma longa história, mãe.

- História que eu preciso de saber.

- Mais logo, falamos com calma porque... - olhei para o meu relógio e arregalei olhos quando vi as horas. - faltam trinta minutos para as aulas começarem.

- O quê? - disse a Safyra. - Eu tenho que me despachar! - reclamou, já aflita, correndo de seguida para o seu quarto.

- Vai lá tomar um banho rápido, que eu preparo o café para vocês se manterem acordados.

- Obrigada. - disse aproximando-me dela, depositando um beijo na sua testa.

Preparado para subir as escadas, senti o meu braço a ser puxado pela minha mãe, que tinha uma expressão de casamenteira na sua cara:

- Oh por favor, não! - lamentei, percebendo a razão do seu sorriso.

- Sim, sim. Eu vi vocês aí todos romanticos!

- Bem, vou tomar banho! - disse correndo pelas escadas acima.

- Não fujas. Eu gostei muito de ver!

- Adeus mãe!

Fui para a casa de banho, tomei um duche rapidamente e depois andei até ao meu quarto, onde escolhi a minha roupa. Peguei numa sweat cinzenta com mangas pretas, umas calças largas castanhas claras acompanhadas por umas supras cor de vinho. Coloquei o meu fio de ouro e os meus relógios no meu pulso para completar o meu look, terminando com a colocação do meu perfume.

Saí do meu quarto, dirigindo-me para a cozinha preenchida pelo aroma do café, panquecas de canela e bacon. Depois de cinco minutos, entrou a Safyra, vestida com uma sweat verde clara, leguins pretas acompanhadas por umas botas castanhas, não muito altas. Como acessórios, ela tinha um fio dourado e um beanie da mesma cor da sweater, que cobria o seu cabelo ondulado. Trocamos olhares por breves momentos, desviando depois os mesmos para o nosso comer.

Quando faltava 15 minutos para o toque da escola, acabamos os dois de comer e corremos para a garagem, entrando no meu carro. Na viagem para a escola, o nosso ambiente limitou-se apenas ao som das músicas  que davam na rádio e não às nossas vozes. Quando estacionei o carro, já tinha tocado por isso ambos corremos para as nossas respectivas salas, sem dizer um adeus.
Bati à porta e a Sr. Erwin, professora de matemática, disse para entrar:

- Desculpe o atraso, professora.
- Posso saber o motivo de estar cinco minutos atrasado, Menino Bieber?
- Assuntos pessoais. Prefiro explicar pessoalmente no final da aula.. - Ela assentiu com a cabeça e deixou-me entrar, apontando para a minha mesa no fundo da sala.

Entrei, sentindo todos os olhos postos em mim, e dirigi-me para a minha mesa, onde sentei e tirei os meus materiais. A meio da aula, perdi-me nos meus pensamentos, pois a matéria que estávamos a dar era matéria de revisão e eu já sabia aquilo de cor e salteado. Perdido nos meus pensamentos, dei por mim a sorrir para o vácuo. O que que se está a passar comigo? Eu não consigo parar de recordar aquele beijo...
Aquele beijo que deixou me louco de satisfação, aquele beijo que fez me sentir de uma maneira que nunca antes tinha sentido. A sua cara, o seu sorriso, os seus olhos transmitiam me sentimentos dos quais eu não conseguia descodificar, tornando os estranhos para mim. Eu sentia me estranho. Não era amor. Mas era definitivamente qualquer coisa. Qualquer coisa que eu não queria estragar nem queria perder.
Peguei no meu telemóvel às escondidas e mandei uma mensagem.
Tudo o que eu menos queria era magoar a Safyra no meio disto tudo, logo, tendo em conta que temos uma ligação que nenhum de nós consegue ignorar, tive que ser homem e tomar uma decisão importante.

(»»)
O primeiro intervalo já estava a decorrer e eu encontrava-me na companhia dos meus rapazes da equipa de futebol. Eles estavam a falar sobre coisas fúteis, como sempre, coisas que eu normalmente teria interesse em conversar mas que agora, simplesmente não me apetecia fazer tal. Estava demasiado ocupado a olhar para o corredor da escola, que tinha imensa gente a andar de um lado para o outro, com a esperança de ver a Safyra mais a sua amiga ruiva da qual eu não gostava nada.
Não por ela ter se recusado a curtir comigo em uma festa aleatória no ano passado, mas porque sinto que ela odeia-me profundamente. Cada vez que cruza olhares com ela, consigo ver o seu odeio e nojo que sente por mim... Quer dizer, eu não me importo com nada disso, era só o que me faltava preocupar me com o que os outros pensam de mim, mas não sei. Quando ela está por perto, sinto sempre uma sensação má. A mesma sensação que senti quando sai dos meus pensamentos ao ver a Channel a andar rápido na minha direção:

- Channel, eu já te disse qu--

Fui interrompido com um estalo forte e barulhento que fez toda a escola parar e olhar para nós. Pus a  mão na bochecha que estava quente e provavelmente marcada, olhando para ela incrédulo, porque desta eu não estava à espera:

- COMO TE ATREVES? - gritou ela, vermelha de raiva.

Notas finais:
HEYYY!!
Então, gostaram deste capítulo? Acharam no sentimental? Gostaram de ver a Safyra e o Justin mais íntimos?
A quem é que o Justin mandou mensagem no meio da aula?
O que será que aconteceu para a Channel ter dado um estalo no Justin à frente da escola inteira?
Será que a Safyra viu o escândalo?

Deixem as vossas opiniões nos comentários, porque vocês sabem o quão importante são para mim!

Até a próxima vez que publicar,
XoXo Claraa.

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