Ola meus amores!! Olha eu passando com uma surpresinha pra vcs em pleno sabado.
Então acho que primeiramente vcs podem ficar com um pouquinho de raiva da Gaby(kkkkk vcs nem tem) Segundo vcs vão começar a ficar com menos raiva dela. Acho que agora vai!!!
Proximo capitulo 18/11
Otima leitura
Beijokas
Camy
Nathan
Olho para a Karen dormindo e penso no susto que levei. A Karen era uma parte de mim. Ela foi a pessoa a fazer meu lado ruim predomina menos. Foi por ela que escolhi fazer algo bom. E não ser somente o cara mau. Mas hoje depois que fiz uma declaração vi como ela não era toda verdade. Foi no momento que eu abracei a Karen, e disse que eu podia perder tudo menos ela, depois que falei me toquei, eu não podia perder, eu não podia perder o Lucas e muito menos a Gaby, ele estavam cravados em meu coração, como se fosse uma raiz, e ia crescendo a cada dia. Antes eu era um homem com somente um ponto fraco, hoje sou um homem de varias. Por ter minhas irmãs e irmão. Por ter deixado essa família penetrar em meu coração de gelo. Mas não estou reclamando, eu amava isso que tinha conquistado. Começo a pensar sobre nunca ter dito a Gaby meu real sentimento por ela, e só posso dizer que foi por medo. sim eu tenho medo de dizer e ela me empurrar pra longe, por que parece que esse amor que ela tem pelo Lucas a cegou para qualquer outro. as vezes isso era frustrante. Mas eu sempre fui persistente e vou conseguir conquistar minha ruiva.
_Terra chamando Nathan.
Olho a Tori me olhando com um sorriso.
_Você estava longe!
Sorrio.
_Pensando, no susto que essa danada me deu.
Ela olha para a Karen e fica pensativa por uns segundos.
_Você vai achar esse cara, né?
Ela fala e me olha.
_Pode ter certeza disso Tori.
Eu digo com raiva, esse filho da puta vai pagar por isso. A ligação que recebi dele mais cedo, foi impossível identificar quem era, a pessoa usou uma camuflagem de voz. Mas pode ter certeza que eu faria de tudo pra chegar até ele.
A Karen ficou mais quatro dias no hospital e foi liberada e muito paparicada por todos da família. O Eric era o famoso irmão babão ficava em cima dela direto e se eu disser que minha flor não esta gostando disse seria uma enorme mentira.
Estávamos no meu carro indo embora. A Karen já tava pirando de ficar no hospital.
_Então você e a Gaby?
Ela diz com um sorriso. e acabo sorrindo.
_Como?
Pergunto, querendo saber como ela sabe.
_Você estava cheia de cuidados com ela. Mas como ficamos sempre com alguém no quarto preferi não pergunta no hospital. Por que se vocês não estão falando devem ter seus motivos.
Ela diz.
_Na verdade, ela não quer falar. E respeitei isso.
A Karen fica me olhando.
_Sabe muita coisa faz sentido agora.
Ela diz divertida.
_O que?
Ela ri.
_Tipo você vim do brasil e logo se enfiar em outra viagem sem nem me ver, você sabe que lhe conheço bem demais, e ia perceber que você tinha caído de amores por ela. Caralho! Meu primo ta apaixonado.
Ela praticamente grita dentro do carro fazendo o Connor e o Colin rirem no banco da frente.
_Quer que eu mande parar o carro assim você pode logo espalhar na impressa.
Digo debochado e ela sorri.
_Primo, isso é marcante, eu nunca achei que estaria viva para ver você de quatro por uma mulher.
Ela diz rindo, na verdade todos estão rindo.
_Vocês sabem que quem paga o salario de vocês sou eu, certo?
Digo sarcástico e o Connor ri ainda mais.
_Se eu tivesse medo de você Frozen, não estava nesse serviço.
O Connor diz divertido. Por fim até eu abro um sorriso. Ele estava certo sobre isso. E gostava da forma como eles me tratavam, eu os respeitavas por me enfrentarem e sempre dizerem o que pensam. Chegamos em casa e coloco a Karen no quarto, e com ela buzinando no meu ouvido sobre não ser criança e poder andar sozinha. Que odiava ser paparicada desse jeito como se fosse um invalida. Eu ri. Por que minha prima sabia ser irritante as vezes. Ainda mais quando tinha que depender dos outros. Por fim ela ficou quieta, por ver que não daria trela para ela. A noite fui pra casa da ruiva, ver meu garoto e ela. Cheguei e vi a Bruna brincando com o Lucas. Ele veio andando na minha direção e pulou no meu colo. Beijei ele. e depois perguntei a Bruna onde a Gaby estava e ela disse que no estúdio. Deixei o Lucas com ela e fui ver a minha ruiva. Mas não estava preparado para o que vi. A Gaby xingou e jogou seu pincel e tintas longe, enquanto olhava o quadro do Lucas.
_Maldita hora que quis desenhar você.
Ela diz, com raiva e tristeza.
_Gaby?
Ela pula e me olha. Seus belos olhos azuis arregalados.
_Tudo bem?
Ela faz uma careta e pressiona as pontas dos dedos contra os olhos.
_Não. Eu tenho que termina essa pintura, mas não consigo.
Ela diz com a voz embargada. Ando devagar em sua direção.
_Por que?
Eu pergunto e ela me olha com uma careta.
_Por que o que?
Ela diz se fazendo de desentendida e ergo uma sobrancelha. Ela suspira.
_Eu fico travada. Começo a lembrar de nós juntos, e fico com raiv...
Ela para como se estivesse se condenando pelo que ia falar.
_Fica com o que?
Ela me olhou de cara feia.
_Não interessa.
Ela diz começando a limpar a bagunça que ela fez. Seguro seus braços e faço ela me olhar.
_Interessa sim.
Digo um pouco rude.
_Interessa por que Nathan? A gente só tem sexo, nada além disso, por que isso iria te interessar.
Ela diz e sei que ela quer me magoar.
_Me interessa por que quando te pedi uma chance não era somente de sexo que estava falando e você sabe muito bem disso, eu queria tudo Gaby, eu quero tudo. Me interessa por que não suporto ver a mulher que amo sofrendo.
E vejo os olhos dela se arregalar, e me chuto mentalmente por ter falado isso.
_Nathan..
Ela me olha branca feito um papel, e se solta e a deixo ir.
_Você...você...você não pode me amar.
Ela diz isso num fio de voz. E acabo rindo.
_Serio Gaby? Pera que vou dizer ao meu coração para não amar você, simples assim, não é?
Digo sendo sarcástico. Ela ainda me olha apavorada.
_Não era pra isso acontecer, você não podia se apaixonar.
Ela diz desesperada.
_Quando eu te pedi uma chance Gaby, eu já te amava. Eu te amei no brasil, e sabe quando percebi isso? Quando me deixei ir pela primeira vez dentro de uma mulher, eu fiquei transtornado e confuso. Mas aconteceu porra! E sinceramente não me arrependo de amar você, por que...
Eu paro e vejo ela ainda me olhando como se eu fosse louco.
_Por que?
Ela diz num fio de voz.
_Por que você vale a pena.
Ela me olha assustada agora.
_Eu posso nunca amar você.
E sim, ouvir isso doeu.
_E você pode me amar. Uma vez alguém me falou nunca diga nunca, e ela estava certa.
_Ela?
Ela pergunta e sorrio.
_Bom eu sempre fui de pegar mulheres sem me preocupar com seus sentimentos sem querer saber se era casada ou não, se eu queria eu tinha, simples assim. E uma me desejou que eu amasse uma mulher loucamente e que ela não me amasse de volte, que ela fizesse o mesmo que fiz a todas as outras. Eu só disse que isso nunca iria acontecer e ela me veio com essa frase. E eu amo você, e como você diz pode ser que nunca seja correspondido, mas eu sei que vale a pena. Agora me conte por que você estava nessa crise quando eu entrei?
Eu digo, um pouco querendo tirar o foco do que eu disse, por ter me declarado pra ela, e outra por realmente querer saber o motivo do surto dela.
Ela abraça o próprio corpo, e olho pro quadro.
_Eu tenho raiva do Lucas.
Ela diz num fio de voz e isso me surpreende.
_Por que?
Eu pergunto querendo entender.
_Por que ele me deixou. Eu tenho raiva, eu sei que não é justificada, mas a tenho.
Ela diz com uma lagrima escorrendo e isso me quebra, me quebra por vê-la chorar. Puxo ela pra mim e a abraço forte.
_Nós iriamos ter um filho, ele não podia ter me deixado.
Ela e soco meu peito com raiva. E acho que nesse tempo todo, ela tentou ser forte, para ninguém ver o que realmente se passava dentro dela.
_Ele não teve escolha Gaby. Foi uma fatalidade.
Soluços saem dos seus lábios.
_Eu sei. Isso é meio infantil meu. Mas ele sempre me prometeu que estaria aqui. Por que ele foi se por em risco?
Beijo seus cabelos.
_Ele sempre vai estar aqui ruiva. –faço ela me olha. E levo sua mão até seu peito, onde seu coração estar. –ele sempre vai estar aqui.
Olho para o quadro por termina.
_Aquilo ali é uma prova de que ele esta aqui. Ele pode não estar em carne, mas vai estar em lembranças e pequenos gestos. Não fique com raiva por algo que ele não pode evitar. Você uma vez disse para não transformarem a morte do Lucas em algo ruim, por ele ter salvo a vida do André, então não transforme em algo ruim agora, por que se fosse você em perigo ele teria feito a mesma coisa. Esse era o tipo de homem que o Lucas era. O que lutava, o que protegia, o que amava. Ele pularia milhares de vezes na frente de qualquer um dessa família, como qualquer um nela faria por ele. Eu sei que você sente falta dele. Sentiu falta deles em momentos importantes. Mas não fique com raiva por isso, lembre que ele se foi, mas deixou algo divino para você, que é aquele moleque lá na sala.
Eu digo e ela me olha admirada.
_Quando você se tornou o homem dos conselhos?
Ela pergunta e sorrio.
_Quando uma Ruiva cabeça dura entrou na minha vida.
Ela sorri e leva sua mão até meu rosto e o acaricia.
_Obrigada Nathan.
Ela fala e beija meus lábios de leve. Mas quando ela tenta se afastar a puxo pra mim, tivemos pouco tempo desde que voltei de Honolulu, e agora queria matar minha saudade. Ela sorri sobre meus lábios e se entrega ao beijo. Passo a mão em sua coxa a trazendo para o meu quadril e ela passa as pernas em volta da minha coxa. Seguro ela, que leva as mãos até a barra do seu vestido e puxa pela cabeça, ela sorri safada pra mim.
_Prefiro tirar antes que você o rasga, eu adoro meus vestido.
Ela diz com a voz rouca e rio.
_Eu te compro outros, te compro uma loja, mas adoro rasgar eles, adoro como seus olhos escurecem de desejo, você ama isso tanto como eu.
Digo e sua respiração acelera. Ando até encostar ela na parede, olho para seus seios cobertos pelo sutiã e não penso duas vezes antes de pagar na frente dele e o rasgar o transformando em dois, ela ofega e acontece exatamente o que falei, seus lindos olhos azuis escurecem pelo desejo, ela passa a língua entre os lábios, e isso deixa meu pau mais duro se possível. E como se sentisse ela rebola sobre ele e geme. Ataco sua boca, nossa língua se encontra e faz uma dança sensual, sexy. Porra, essa mulher ainda vai me levar a morte. Sinto suas mão delicadas na barra da minha camisa e ela a puxa pra cima, separo nossa bocas para termina de tirar a camisa e depois desço minha boca pelo seu pescoço até chegar a seus belos seios. Levo uma mão até sua boceta e empurro a calcinha pro lado e ela estava completamente molhada. Ela geme de prazer, e brinco com seu clitóris.
_Nathan..
Ela diz em êxtase. Chupo seu seio delicioso e brinco com seu clitóris e logo ela grita enquanto goza. Sorrio, pois essa tinha sido rápido.
_Sentiu falta ruiva?
Ela suspira.
_Muita.
Ela diz e então leva suas mãos até o zíper da minha calça. Querendo tirar meu pau duro feito pedra pra fora. Ajudo ela e quando meu pau sai, rasgo sua calcinha.
_sabe você podia só tirar.
Ela diz divertida, e mete meu pau com tudo em sua buceta. Ela grita de prazer.
_Qual seria a graça nisso?
Digo rouco, e continuo metendo. Suas unhas arranham minhas costas, e ela fica tão perdida como eu. E esquecemos de tudo ao nosso redor, ficamos perdidos um no outro, amando um ao outro. Ver meu nome sair dos seus lábios, ver o prazer em seu rosto e saber que sou o homem que lhe dar isso, me leva ao limite e gozamos juntos, um chamando o nome do outro. enfio minha cabeça entre seu pescoço e ombro e beijo de leve, dando pequenas mordida enquanto recuperamos o folego. Suas mãos ficam alisando minhas costas.
_Eu posso não amar você Frozen, mas é o que eu quero, eu quero você, e eu quero lhe amar.
Quando ela fala isso meu peito aquece, isso era um grande passo. Ela estava se deixando abrir. Ela iria nos dar uma chance real.
_Eu te amo Ruiva. Obrigada por nos dar uma chance.
Ela sorri. E beija meus lábios de leve. E me abraça forte. Agora tudo parecia possível.
~C=T